CONVERSANDO COM A NOITE

Orgasmo

Chuva cai,

A noite canta,

Lua sangra.

Os cílios descem, mãos trêmulas.

As estrelas, curiosas,

Despencam-se sobre os ombros.

Olhares rasteiros, flamejantes.

Agonia…

As filhas da sutileza

Revelam o alívio.

Hélios ressuscita, celebrando

A doce e serena:

A morte,

O orgasmo da vida.

Para ler o capítulo anterior da novela de Alberto de Alencar clique aqui.

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