Minicontos

Falsas identidades em noites intensas entre longos prazeres em terra de césares em ruínas,recolhendo sonhos na festa do teu olhar fazendo dos nossos corpos o duble de nossa almas onde o seu corpo é extensão do meu e tu bailando como uma bailarina em meu corpo no refúgio do prazer,entre o duelo entre estranhos no limite diante a dor e prazer recriando o coliseu em nossa cama e incendiando cidades,petrificando imagens ecoando vozes e evocando fantasmas no espetáculo da vida em busca de vestígios de um novo renascimento.

Hiro Yoshikawa- Quantas madrugas tem a noite

Ninguém ama sem querer, o amor é uma espécie de astro rei mas sem luz própria, somos nós quem o ilumina e foi aí que Zupan percebeu o seu erro. Ele teve toda uma vida à procura do que nunca existira, um ser que o encobrisse de si mesmo. “- Que tolo fui. Uma vida em busca de outras vidas sem sequer abraçar a mim mesmo.” E de repente, solta-se um grito e Zupan cai feito um pedaço de madeira e balbucia os últimos disparates que havia desejado falar. “- Merda para tanta estupidez!”

Conto internauticos de Eugênia

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