Fábula esquizopolitica

Era uma vez um príncipe triste e ressentido que chorava pela perda do trono. Ele e sua corte de desocupados tinha grande inveja de um sapo barbudo que vivia a cantar feliz ao povo e também da nova corte de quem este povo gostava mais. Mas o sapinho em sua sapiência animal, não estava nem um pouco preocupado com os que falavam mal sobre a vida no palácio por que a proba e bela rainha sabia como os sapos andar com facilidade sobre as marolinhas e dar grande saltos junto com o povo que a adorava. Com raiva da rainha, o ressentido príncipe sem trono e sua corja de invejosos, que incluía alguns grandes comerciantes, os desencefalados oradores dos mercados e parte da aristocracia ignara, espalhavam mentiras pelo reino sobre o sapo barbudo e a rainha D. Porém, mesmo com tanto ódio e tanta mentira até os minerais da lagoa, onde morava o sapo barbudo, sabiam que o povo com sua inteligência nunca ia deixar que as mentiras vindas dos afetos tristes afetassem sua liberdade. E assim a rainha D continuou reinando por muito sois enquanto o povo continuou livre em suas escolhas, sem influência das chorumelas e irracionalidade do príncipe e dos sem trono, que cada vez era ouvido menos, até que o dia em que o coaxar dos sapos e a inteligência do povo falavam muito mais alto do que qualquer palavra emitida pelos parentes daquele garoto de nariz grande. Mas esta é outra história. Quem gostou coaxe gostoso e quem quiser que conte outra… Mas sem manipulação

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