Archive for Junho, 2014

CINEMA BRASILEIRO NAS ESCOLAS É UMA OBRIGAÇÃO LEGAL

Junho 30, 2014

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A presidenta Dilma Vana Rousseff assinou a lei que modifica o texto básico da Lei de Diretrizes e bases da educação, Lei 9.394, que prevê o ensino de artes como a musica, a história e a cultura afro-brasileira e indígena.

Agora, com a modificação as escolas são obrigadas a apresentar duas de cinema cuja produção seja nacional. Desta forma o cinema é integrado ao currículo como apoio as experiências e práxis pedagógicas como fundamentação educacional.

É mais uma forma de dessensibilizar os sentidos do estudante que durante anos são sedimentados por imagens e sons que os alienam impedindo novas vivências de imagens e sons imprescindíveis à sensibilidade criadora. Como se sabe, a criança, na sociedade consumo capitalista seja ele pobre ou rica, em função dos meios de comunicações massificantes, sofrem verdadeiras atrofias de seus sentidos.

Não é à toa que em nossa sociedade prevalece o que há de mais violento contra os sentidos. As imagens-capturadoras que são oferecidas as crianças são responsáveis por uma vida adulta cuja visão é tão somente um território de justaposição de imagens miméticas. As imagens-desativadas do devir-criador. Exemplo que nos oferece o filósofo Nietzsche. Nessa condição, alguém que viu uma única árvore, acredita que já viu a floresta inteira dada a força da primeira imagem imprimida.

Com o sentido sonoro ocorre o mesmo. O primeiro som que se tornou sedimentado pela força da repetição leva o adulto a procurar sons que se adequem a este anterior. O segredo do ‘sucesso musical’ classificado continuamente pelos meios de comunicação de massa. A ilusão do som agradável não é nada mais do que a adequação do som que é apresentado como novo ao som que já se encontra imprimido no sentido auditivo do ouvinte.

Aí, a importância da exibição do cinema nas escolas, porque possibilita uma investida no entendimento das imagens e sons que são oferecidos pelos cinemas. O que depende também do educador envolvido com a arte cinematográfica. Já que um cinema é pra ser visto e também discutido. Caso contrário, não realizou seu objetivo: dessensibilizar os sentidos atrofiados para criação de outras formas de sentir.

O filósofo Deleuze chama de exercício transcendente dos sentidos. Educação dos sentidos. Elevação dos sentidos a outros graus do sentir.

 

METÁLICA SE APRESENTA NO FESTIVAL DE GLASTONBURY E EMPOLGA O PÚBLICO

Junho 29, 2014

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Para alguns representantes do Festival de Glastonbury a escolha do grupo Metálica para headliner do espetáculo inglês foi motivo de protesto. O entendimento foi que o festival não é eminentemente um universo para o estilo original do metal.

Entretanto, depois de algumas considerações o grupo conseguiu se apresentar e empolgar o público presente que chegou a pedir bis. Para muitos o festival não é de música alternativa. O que não constrangeu os músicos do Metálica.

“Não há nenhum lugar na terra como este belo Galstonbury. Obrigado por nos dar a chance de aproveitar essa experiência e nós esperamos fazer isso mais vezes”, observou o líder do grupo.

FESTIVAL CINEFOOT É APRESENTADO NAS 12 CIDADES ONDE OCORREM OS JOGOS DA COPA DO MUNDO

Junho 28, 2014

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Criado em 2010, o Festival CINEFoot é uma realização cinematográfica de filmes longa-metragem e curta-metragem cujas temáticas são o futebol, suas partidas e seus principais personagens. O acervo-cinematográfico-futebolístico é composto de obras do cinema brasileiro e do cinema estrangeiro.

O seu principal objetivo é mostrar durante as realizações das Copas do Mundo essas obras. Como a Copa do Mundo é no Brasil, como é mais do que óbvio, o festival vem realizando exibições nas 12 cidades-sedes onde são realizados os jogos da Copa. O festival conta com os filmes R49 O Meteoro Atleticano, de Diego Lisboa, que conta a vivência de Ronaldinho no Atlético Mineiro; Dossiê 50: Comício à Favor dos Náufragos, de Geneton Moraes Neto, que trata da autoestima dos jogadores que participaram da Copa de 50; Looking For Rio, de Emmanuel Bernard e Gilles Perez, entre tantos.

Para Antônio Leal, a importância do festival se encontra, também, no fato de que muitos desses filmes terem dificuldades de serem exibidos. Para ele, os filmes poderão permite que os países possam saber como que eles mesmos lidam com suas histórias.

“O festival consegue levar esses filmes para as cidades, já que a exibição deles é muito difícil. Com a turnê durante a Copa, queremos oferecer a população local e aos turistas, a oportunidade de contato com uma fotografia muito rara.

Preparamos uma mostra composta por dez curtas, e ali teremos um grande mosaico de filmes sobre futebol. Queremos que as pessoas tenham contato com esses filmes, nos quais terão observação ampla de como esses países lidam com suas histórias.

O festival surgiu para abrir uma janela de visibilidade e promoção de uma fotografia que estava completamente esquecida e sem espaço no Brasil. Uma frase muito usada por nós é que até a criação do CINEfoot, em 2010,o país do futebol não tinha um festival de cinema de futebol. A cada ano cresce o número de filmes da mostra, comentou Antônio Leal.

VIDE A CAPA

Junho 27, 2014

O passeio do esquizofilológico é verdadeira disjunção dos sólidos que apresentam as capas de livros de consumo. Hoje, os esquizofilológico terão verdadeiras relíquias, joias-rarassímas da capa literária.  Um Vide a Capa que em função da época cultural-junina que estamos vivenciando traz obras recorrentes históricas da literatura.

Tem de Lampião Virgulino, passando por Cobra Norato, antropofagia, viagem pelo sertão de Câmara Cascudo e, Câmara Cascudo, outra vez, sem ser novamente, como diz Gonzaguinha.capa 001

Geografia dos Mitos Brasileiros, de Luis Câmara Cascudo, que ganhou9 o Prêmio João Ribeiro da Academia Brasileira de Letras, em 1948, publicado em 1976, pela Livraria José Olympio Editora S. A., tem como autor da Capa José Ferreira. É uma obra que apresenta um apanhado dos principais mitos do Brasil. Uma obra imprescindível não só para antropólogos, mas para todos os brasileiros.capa 002

Vida e Morte da Antropofagia, de Raul Bopp, é uma obra raríssima com a profundidade que pede o Movimento da Semana Moderna. Raul Bopp foi um dos principais personagens do Movimento Antropofágico. Nessa obra ele trata também da obra-prima da literatura brasileira, Cobra-Norato,

A obra foi publicada no ano de 1977, pela Civilização Brasileira em parceria com o Ministério da Educação e cultura. Tem como autor da Capa Dounê que a montou sobre a obra de Tarsila de Amaral, “Abaporu”.vapa 001

Aqui o bicho pega! História do Cangaço, de Maria Isaura Pereira de Queiroz, é um livro que desmitifica o erro histórico que se tem com relação ao cangaço no Nordeste. A autora diminui o elemento romântico dos personagens e os mostra reais e muito bem atuantes na política brasileira. Eles foram personagens que lutaram contra estrutura fundiária que ainda hoje predomina na região. Ela mostra, também, o uso que o poder fez do cangaceiro para combater o comunismo.

O livro foi publicado no ano de 1982, pela Global Editora. Na realização da Capa contou com Carlos Clémen como responsável pelo projeto, e César Landucci na realização da Capa.capa 003

Viajando o Sertão, de Luis Câmara Cascudo, traz as observações e relações que o autor realizou durante uma viagem que fez no ano de 1934. A obra é considerada pelos críticos como um relato cultural e político.     

O livro editado pela Fundação “José Augusto” e imprimido pela Gráfica Manimbu, em 1975. E teve como criador da Capa, Newton Navarro.                                    

MOUZAR BENEDITO, GEÓGRAFO E JORNALISTA, LANÇA SEU LIVRO “PARA ENTENDER O BRASIL, O PAÍS DO FUTEBOL”

Junho 26, 2014

Foi lançado ontem, dia 25, no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Miller, o livro “Para Entender O Brasil, O País do Futebol”. Escrito, em português e inglês, o livro conta-mostrando as características das 12 cidades que são sedes das partidas da Copa do Mundo de 2014.

O livro de autoria do geógrafo e jornalista Mouzar Benedito tem, segundo o autor, a finalidade de desmistificar o falso entendimento que algumas pessoas têm sobre a realidade cultural dessas cidades sedes da realização das partidas. Para ele, esse falso entendimento é um estereótipo carregado por estrangeiros e muitos brasileiros.

Em um dos exemplos, ele explana sobre Manaus. Uma capital que muitos acreditam que é uma aldeia habitada por índios. O que não é. É lógico, que essa é a visão do autor, mas para quem mora aqui em Manaus, como nós desse blog afinsophia.com, dada a realidade perversa que os governantes impuseram a Manaus, seria mais satisfatória que Manaus fosse uma aldeia habitada por indígena.

“Um brasileiro que nunca foi a Manaus – eu vi várias vezes quando eu fui para lá – acha que quando chegar vai encontrar uma grande aldeia indígena, mas é uma cidade moderníssima”, disse Mouzar Benedito.

Quando o escritor, Mouzar Benedito, afirma que Manaus “é uma cidade moderníssima” e, que, tem até “poetas”, é preciso levar em conta as devidas proporções. O que é moderno para ele e o que são “poetas”.

Alguns condomínios das classes financeira dominante nas áreas mais valorizadas, dois grandes Shoppings, O fausto do Teatro Amazonas, mas na verdade a arquitetura simbólica da opressão sobre os povos indígenas, a imensa maioria da população da cidade subvivendo nos bairros pobres com falta de água, luz, transporte coletivo, assistência médica que se não fosse à política de saúde do governo federal seria pior, alto grau de violência, desemprego, falta de entretenimento público, entre outros sintomas que ferem a dignidade humana?

Necessidades básicas da população que devem ser atendidas pelas administrações públicas do município e do estado, e não esperar pelo governo federal, o que não é de sua obrigação.

E os ditos poetas que sempre estiveram ligados aos governos reacionários que há trinta anos dominam o estado e a capital, com poucas exceções? Poetas ‘moderníssimos’ que não liberam as “palavras segundo seus sentidos, mas as encadeia segundo as figuras da linguagem”, e muito menos sabem que a República não precisa de poeta, como diz o filósofo Baudrillard.

 Mas, entendemos o que quer dizer o geógrafo: Manaus não é uma grande aldeia indígena”, tem até poetas. O que seria um tema mais para a antropologia analisar, por que Manaus não é “uma grande aldeia indígena”? 

Noite Cultural T-BONE :: Jorge Ben Jor

Junho 26, 2014

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VIVA O VINIL! LUIZ GONZAGA – O HOMEM DA TERRA

Junho 25, 2014

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Nesta quadra junina não poderia faltar o talentoso e festeiro Gonzagão. Já muito se falou e se escreveu sobre o mestre-nordestino da música sertaneja, mas sempre tem o que se fala e escrever sobre o pai de Gonzaguinha. Entretanto, o que se tem que falar, e escrever, ainda estar por se efetivar. O que mostra que a fonte é inesgotável dada à importância de Luiz Gonzaga que vai além do xote, maracatu e baião e outros ritmos.

Com esse Viva o Vinil, o esquizofia faz seu passeio esquizo entre caatingas, secas, mamulengos, tropeiros, asas brancas e outros signos que expressão a estética do território nordestino.

A bolacha crioula, “Luiz Gonzaga – O Homem da Terra”, foi gravada no ano de 1980, na gravadora RCA, com a direção de Coordenação Artística & Repertório Nacional Rio de Janeiro de Lúcio Varela. A participação do produtor independente, Luiz Bandeira e a regência Orlando Silveira. E ainda traz a apresentação especial de Gonzaguinha na faixa Triste Partida do poeta cearense Patativa do Assaré. E conta com apresentação, na contra capa, de Tereza Souza.

LUIZ GONZAGA O HOMEM DA TERRA

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“O melhor fruto dessa nossa terra e sua gente. Espalhada de plantada por esse Brasil adentro, o jeito de viver e trabalhar varia muito. Nas terras frias do Sul, nas matas do Oeste, no sertão, nos duros caminhos do asfalto, cada um tem seu jeito, sua cor, sua fala sua cantiga.

Parece até que somos muitos brasis. Nações diferentes. Somos não. Quando Luiz Gonzaga canta, ele mostra que somos um só povo. Sua voz fala da mesma esperança, traz a mesma alegria. Num forró, numa praça do interior, num teatro de universidade, nossa gente se revela igual: moço, velho, menino, rico ou pobre, letrado ou não, todos se encontram nesse homem.

Luiz Gonzaga é o rei, o santo, o profeta, o herói, o moleque debochado, o poeta sanfoneiro que canta e conta nossas histórias.

É o Homem da Terra mostrando pra nós mesmos nosso coração brasileiro”.

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Tereza Souza

 Lado – A

Mamulengo/O Homem da Terra/A Triste Partida/Siri Jogando Bola/Estrada de Canindé.

Lado – B

Lá vai Pitomba/O Mote (Maquinista e Sacristão)/O Adeus da Asa Branca (Tributo a Humberto Teixeira)/Cego Aderaldo/Tropeiros da Borborema.

 Como estamos em tempo de Copa do Mundo, por que não compor com o mestre Lua no canto Lá Vai Pitomba? Vamos meter a bola na rede vinilesquizofílicos!

“De pé em pé

A bola no gramado

Vai de lado a lado

E lá vai pitomba

Do meio do campo

Vai para o ayaque

Que não é de araque

A lá vai pitomba

O goleiro sai

Consegue espalmar

Meu time de novo vai lá

No pé na cabeça

No corpono chão

Meu time jogando um bolão

[E é goooool]

Bota a bola no meio do campo

Bota abola no meio do campo

Meu time vai fazer mais um gol…

[Goooool].

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Músicos:

Acordeon: Chiquinho, Cenário, Orlando Silveira e Luiz Gonzaga.

Bateria: Wilson das Neves.

Baixo Elétrico: Gabriel.

Violão de 7 Cordas: Dino.

Violão e Cavaco: Neco.

Ritmo: Azulão, Toinho, Amaury, Sérgio, Xaxado, Anazili, João Silva e Custódio.

Coral:Edgar Luiz.

Flauta: Celso, Geraldo e Paulo Guimarães.

Clarinete: Netinho.

Violinos: Pareschi (Spala), José Alves, Virgílio, Faini, Carlos Hack, Walter Hack, Lana e Paschoal.

Violas: Arlindo e Stephany.

Cellos: Iberê Gomes Grosso e Márcio Mallardi.

BLOCO MULHERES DE CHICO REALIZAM HOMENAGEM DE ANIVERSÁRIO AO COMPOSITOR INSPIRADOR

Junho 24, 2014

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Em 2006, as musicistas tocadoras de cuícas, Gláucia Cabral e Viviam Freitas, inspiradas pelas músicas criadas por Chico Buarque que tem como tema mulheres, criaram o Bloco Mulheres de Chico. O fundamento do bloco é cantar músicas que apresentam situações femininas como A Rita, Zeni e o Zepelim, Mulheres de Athenas, entre outras.m_dechico1

O bloco, porém, não se expressa à coletividade apenas com shows buarqueanos. Ele também compõe, durante o carnaval no Rio de Janeiro, um coletivo-dionisíaco que chega a agregar mais de 20 mil foliões. Ele também se apresenta durante todo o ano em shows variados em outros estados. Também realiza apresentações beneficentes. Seu público é constituído de pessoas de várias idades: crianças, adultos e idosos que adoram suas performances e seus adereços coloridos e cintilantes.

Mas, há outro signo que fundamenta também o Bloco Mulheres de Chico. É a homenagem que o bloco presta ao compositor durante o dia de seu aniversário. Como Chico Buarque aniversariou no dia 19 desse mês, completando 70 natalícios, o bloco irá realizar sua homenagem anual ao artista no dia 26, quinta-feira, no Teatro Rival BR, no Centro do Rio de Janeiro.

Todavia, a homenagem não vai se reduzir apenas a atuação do Bloco Mulheres de Chico. Vai contar também com a participação do grupo Mulheres de Hollanda que também já constituiu uma trajetória artística consolidada. Logicamente que o show é convidativo e atrai quem mora no Rio.400px-Desfile1

Diante de tanto acolhimento do público. O Bloco Mulheres de Chico já está construído uma projeto para realizar seu percurso internacional.

PALAVRAS DE AMOR INTEMPESTIVO*

Junho 23, 2014

No dia que eu nasci

O Chico fez 70 anos

Meus pais não sabiam quem era Chico

Chico, só o Papa

Quando eu fiz 10 anos

O Chico fez 80 anos                        

Então, um tio me deu um violão

Eu gostava da menina

Que morava na esquina

Ela gostava de artista

Aí, eu comecei a aprender a tocar violão

Mas não sabia nenhuma música

Uma manhã

Eu estava, com o violão,

Sentado no batente de casa

E a menina passou

Cantando uma música

E me olhou:

“Estava à toa na vida

O meu amor me chamou

Pra ver a banda passar

Cantando coisas de amor”

Claro, só depois descobri

Que a música era do Chico

Quando eu fiz 15 anos

O Chico fez 85 anos

Nessa idade

Eu já cantava musicas suas

Que havia descoberto

E amenina que me apresentou Chico

Nunca mais eu a vi

Mas, eu sei,

Que nada do “que era doce acabou”

Assim, como nada “tomou seu lugar”

“Depois que a banda passou”.

 *Chico, no dia 19 desse mês, completou 70 anos cronológicos, mas que não o prendeu e não expressa seu devir-estético. 

TARJA BRANCA – A REVOLUÇÃO QUE FALTAVA

Junho 22, 2014

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Com a produção de Maria Farinha Filmes e a direção de Cacau Rhoden estreou, no fim da semana que passou, o documentário Tarja Branca – A Revolução Que Faltava. Uma estética cinematográfica das mais lúdicas que se viu até o momento em relação às crianças em um mundo duas vezes perigoso para elas. A predadora tecnologia que sufoca a criatividade da criança, e a violência física contra seu ser que precisa brotar e se harmonizar potencialmente.

Carregado de elementos lúdicos, como variadas formas e conteúdos que expressaram e expressam o brincar, o documentário mostra, além das brincadeiras de criança, a sua importância para construção de sua subjetividade criadora e solidária. O essencial ontológico para uma existência autêntica e não perturbada pelos malogros impostos contra o brincar.

O documentário apresenta também entrevistas com artistas plásticos, músicos, psicólogos, escritores, poetas, pintores, sociólogos que testemunham sobre a importância do brincar na infância. O que oferece um quadro geral das riquezas das brincadeiras no Brasil.

Tem brincadeira com pião, pipa, carrinho de lata, bolinha de gude, cantigas, jogo de futebol, brincadeira na água, corridas entre outras criações lúdicas infantis. E que muitas delas servem, também, para os adultos.

Veja o trailer e sinta aquela alegria transcendente.