CULTURA DA PERIFERIA QUER SER SUA PRÓPRIA PROTAGONISTA

Vários artistas que criam suas obras nas periferias do Brasil manifestaram que pretendem ser responsáveis por seus próprios enredos. Ser seus próprios protagonistas e não apenas personagens de obras antropológicas e sociológicas.

Esta afirmação-objetivo foi apresentada pelos artistas a presidenta Dilma, no Palácio Alvorada. Como membros da Rede da Juventude, eles disseram que a juventude cresceu social e economicamente, mas preciso ela crescer no plano cultural.

Eles acreditam que como protagonistas de seus próprios enredos fica mais fácil produzir o desenvolvimento social, político e econômico através da ação cultural em razão de imensa criatividade e sua diversidade. Eles pretendem mais apoio concreto em relação às produções da periferia, como o funk. Que para eles é um grande representante da cultura nacional.

“É hora do popular assumir o lugar de dono de produtora e não só personagem de filme antropológico e sociológico”, observou Marcus Vinicius Faustini, membro da Rede da Juventude.

Estiveram presente na reunião com a presidenta os artistas Junior Perim, do Circo Crescer e Viver, Mateus Aragão, do Eu Amo Baile Funk, Pablo Capilé, do Fora do Eixo, Gustavo Aniteli, do Teatro Mágico, Bruno Ramos da Silva, do Liga Funk e André Luis Menezes, do TV DOC Capão.

Na ocasião Marcus Vinicius Faustini ofereceu seu livro Guia Afetivo da Periferia, a presidenta Dilma.

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