Archive for Outubro, 2014

2ª EDIÇÃO DA MOSTRA VIREI VIRAL

Outubro 21, 2014

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Depois do grande sucesso da 1ª Edição da Mostra Virei Viral no ano passado ela chega agora a sua segunda edição com o objetivo de observar o comportamento das pessoas sob a ação da cibercultura.

A exposição que está sendo aberta na noite de hoje, dia 21, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, tem como tema Identidades e Coletividades. Ela reúne obras de artistas brasileiros e estrangeiros que tratam da forma como os internautas se apresentam nas redes sociais em formas de individualidades e exibicionismo exacerbado. 

Uma das preocupações da mostra é entender como os fatos do cotidiano se tornam fortemente hipertextualizados. O que leva a seguinte pergunta: como uma rede social como o Facebook atua na formação ou deformação da identidade de seus usuários que correspondem 1,3 bilhão, sendo só no Brasil 89 milhões?

“O foco são os selfies e as personagens que as pessoas constroem nas redes sociais. Algumas obras retratam a questão da identidade de forma bem crítica, irônica, e outras mais reflexivas.

É uma exposição que tem desde momentos hilários, para o público rir mesmo, a projetos que provocam o espectador e o levam a tirar suas próprias conclusões sobre até que ponto é válido se expor nas redes sociais” explica a curadora Isabel Seixas.

Uma das obras que chama muita atenção, é Retratos Anônimos, da artista Cláudia Jaguaribe ele ela compõe máscaras coloridas e preto e branco em cromo retratando homens, mulheres, jovens e idosos.

“Esse trabalho funciona como se fosse o precursor da questão do selfie, que questiono a forma como você se representa, a mesma pessoa pode ter várias caras conforme a sobreposição. É um precursor da questão da identidade”, observou Cláudia Jaguaribe.

Quem mora no Rio, tem a grande oportunidade de vivenciar a mostra. Va lá, mano! A entrada é gratuita direta pela porta. Vai até 22 de dezembro.

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MOSTRA PASOLINI OU QUANDO O CINEMA SE FAZ POESIA E POLÍTICA DE SEU TEMP

Outubro 20, 2014

Mostra do cinema do cinegrafista revolucionário, poeta e linguista Pier Paolo Pasolini, Quando o Cinema de Faz Poesia e Política de Seu Tampo, será apresentada em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

O evento original será composto de toda cinematografia de Pasolini em película. A obra cinematográfica em 35 milímetros faz uma retrospectiva completa de seu trabalho incluindo documentários filmados na Índia e na África todos inéditos.

A estética cinematográfica do italiano Pasolini traz em seu contexto o momento excitante das décadas de 60 e 70. Períodos em que o mundo sofreu grandes mudanças culturais, políticas, sociais, antropológicas, filosóficas, linguísticas e experimentou novas formas de relações, saberes e dizeres. Uma época em que a moral burguesa foi fortemente abalada em suas estruturas, principalmente através do cinema de Pasolini um de seus maiores críticos. Cinemas como O Evangelho Segundo São Mateus, que a Igreja Católica considerou o mais sincero e honesto filme sobre Cristo, Teorema, o revolucionário cinema além das relações familiares edipianas, A Ricota mostram a rebeldia criativa do ativista marxista.

“Em 1969, Pasolini fez um texto chamado Notas Para Um Poema Para o Terceiro Mundo em que descreve a vontade de filmar no Brasil, na Índia, na África, nos Etsdos Unidos, nos guetos americanos. Foi aí que vi que tinha um recorte que nos interessava.

Como se não bastasse, o poeta italiano também assistiu ao desenfreado processo desigual de industrialização e à febre incessante do consumo que dominou a Itália nesse mesmo período”, observou o curador da mostra Flávio Kactuz, também professor de cinema da Pontifícia da Universidade Católica do Estado do Rio de Janeiro.

 

VAI UM CINEMINHA AÍ? O MELHOR LUGAR

Outubro 19, 2014

“PRIVATIZAÇÕES: A DISTOPIA DO CAPITAL”. DOCUMENTÁRIO DE SILVIO TENDLER PARA OS QUE NÃO CONHECEM A PATOLOGIA DO CAPITAL

Outubro 18, 2014

O famoso cinegrafista do cinema revolucionário Sílvio Tendler, apresenta mais um trabalho inquietante e esclarecedor. Um documentário eminentemente político que mostra a patologia da economia política neoliberal defendida pelas direitas cujo ideal é o lucro máximo com um Estado mínimo. O ideal que perseguem todos os partidos políticos de direita do Brasil liderados pelo PSDB que iniciou a prática de desmonte do Estado brasileiro com as privatizações das empresas estatais. Exemplo, a Vale, e a tentativa de privatizar a Petrobrás.

O documentário foi realizado com as participações do Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro (Senge-RJ), Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Nacional. O documentário teve a produção da Caliban e conta com as participações de intelectuais, economistas, políticos, técnicos e educadores.

Veja o documentário de 56 minutos, analise e tome sua posição democrática.

 

 

VIVA O VINIL! “MONARCO – TERREIRO”

Outubro 17, 2014

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Relíquia! Pérola preciosíssima! Diamante rublo! Fulgurante obra do samba de quintal, becos, ruas, rodas e senzalas! Monarco e seu Terreiro. Um presentíssimo aos vinilesquizofílico. E mais, com a participação afinadíssima e originalíssima Velha Guarda da Portela. É mole, mano? Coisa de doido.

A bolacha crioula foi gravada no ano de 1980, pelo Estúdio Eldorado, uma produtora nos moldes dos trabalhos independentes. E advinha quem assina os arranjos e regência? Acertou! João de Aquino.

Saca quem compõe a Velha Guarda da Portela. Alberto Lonato, Alvaiade, Argemiro, Casquinha, Chico Santana e Manacea. Pastoras: Doca e Eunice e Djanira, do Império. Loma, Cacilda, Nadinho da Ilha, Testa, Mauro e Cebolinha. Meu, são vozes de anjos!

Agora saca os músicos que tocaram no Terreiro. Cabelhinho – Surdo, agogô e tamborim. Carlinhos – Tumbadora. Doutor – Repique de mão. Fernando – Tamborim. Gordinho – Surdo e tamborim. Lula – Tamborim, zanzá, reco-reco e triângulo. Marçal – Tamborim e cuíca. Mauro – Cavaquinho. Testa – Pabdeiro. Valmar – Cavaquinho. Walter – Violão de 7 cordas e bandolim. Só fera, meu! É de tirar os esquelo da passividade.

Direção de Produção- Homero Ferreira. Coordenação Artística – Aluízio Falcão.

Muito bem. Agora leiam a apresentação do histórico Vinil feita por Homero Ferreira.P1000519 P1000520

“Com o devido respeito, este disco pretende captar um pouco do clima do terreiro em Oswaldo Cruz, onde alguns dos velhos compositores da Escola de Samba Portela costumam se reunir para cantar os seus sambas. São antigos companheiros, compadres, parceiros, dos que fundaram em 1926, naquele subúrbio carioca, o Conjunto Carnavalesco Escola de Samba Oswaldo Cruz: Antônio Caetano, Antônio Rufino dos Reis e o lendário Paulo Benjamim de Oliveira. Muitos deles fizeram parte do núcleo original da Escola e em vários carnavais foram deles os sambas com que a Portela desceu à cidade.

Monarco juntou-se a eles em 1952 e aos 46 anos é o caçula do grupo. Convidado pelo Estúdio Eldorado para gravar um disco seu, ele quis que fosse assim.Com músicas para fazer mais de um LP, preferiu ceder metade de seudisco para s composições dos velhos companheiros: Paulo, Caetano, Rufino, Mijinha, Alcides Lopes, o malandro histórico; Alvarenga, num samba cuja segunda parte andava esquecida e foi lembrada pelo filho Altair; Josias, Pernambuco, Chatim e Hortênsio Rocha, que morreu no anonimato e que poucos reconhecem sob o H. Rocha na autoria do “Diz Que Fui Por Aí”; Doca, a dona do terreiro; e, numa homenagem à Mangueira, mestre Cartola, num samba sem segunda parte, feito em 32 e que até hoje não estava editado.

Este disco é dedicado pelo Monarco e o Antônio Rufino dos Reis – Seu Rufino, sócio n°1 da Portela, depois da morte de Paulo, e uma espécie de patriarca da comunidade – e ao sei inesquecível amigo Juarez Barroso, de quem procurou-se seguir uma antiga, óbvia, e nem por isso menos sábia recomendação: “Compadre Monarco,… se não confeitarem tua voz com clarinadas, violinadas e gastas dissonâncias violonísticas, o pessoal vai sentir o que é samba”

Homero Ferreira

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LADO – A

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Homenagem à Velha Guarda/Temporal, Mulher Vai Procurar Teu Dono, Caco Velho e Serei Teu Ioiô/Sofres Por quereres Liberdade/Estácio de Sá, Glória do Samba/Conselho de Vadio e Feliz Eu Vivo no Morro.

LADO – B

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Silenciar a Mangueira/Você Pensa Que Eu me Apaixonei/Chuva/Proposta Amorosa/Falsa Recompensa e Passado de Glória.

UVAS: Cabernet Franc

Outubro 16, 2014

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Hoje vamos contar pouco da historia da uva Cabernet Franc. Uva pouco conhecido no meio cultural dos vinhos. Ao contrario de sua “irmã” Cabernet Sauvignon é uva mais delicada, aromáticas e  fazem corte com outras uvas para produção de vinho.

Uva cabernet franc é a região francesa de Bordeaux, onde tem atualmente a terceira maior extensão de vinhedos. Frequentemente está mais presente em misturas (cortes) com outras uvas, unto com as duas, forma o famoso “corte bordalês”, celebrizado na região que lhe deu esse nome para uva.

Essa uva pode ser plantada alguns países como América Latina e América do Norte, onde terroir desse lugares fazem boa composição dando ótimos pra consumo rápido e de guarda.

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As principais características da Cabernet Franc

Esta variedade dessa uva pode ser comparada à cabernet sauvignon, tem a casca mais fina, menor acidez, menos taninos e maior intensidade de aromas.
É muito resistente e não excessivamente produtiva.
Amadurece cerca de uma semana antes da cabernet sauvignon, o que lhe confere adaptação a regiões um pouco mais frias
Produz vinhos mais interessantes e densos em solos compostos por areia, argila e calcário.
Quando utilizada em cortes com variedades mais robustas tem o objetivo de acrescentar maciez e aromas.

Características dos vinhos de Cabernet Franc

Seus vinhos geralmente não têm cor muito profunda, exibem corpo leve ou médio, bom frescor e textura macia.
Têm aromas pronunciados, com frutas negras como framboesas e groselha, também violetas, algo mineral (conforme a região), pimenta e toques vegetais.

Ideias sobre Harmonização

Harmonizar bem com comidas de leve a médio peso, como carnes vermelhas leves passa na manteiga com ervas e especiarias, lombo de cordeiro assado com canela e mel e uma sopa de legumes ou cebola cai bem na harmonização.

Vinhos podem ser encontrado no site Wine.com tem vinhos de corte e apenas uva em sí. Boa degustação com boa “broca” e bons goles com Dionísio.

2° ENCONTRO DE ARTES CÊNICAS & NEGÓCIOS

Outubro 15, 2014

Começa hoje, dia 16, o 2° Encontro de Artes Cênicas & Negócios, no Rio de Janeiro. O evento tem como sustentação a parceria da Federação das Indústrias do Estado Rio de Janeiro (Firjan) e o Tempo Festival. Para seus realizadores a ocorrência permite incremento ao setor criativo porque aproxima os grupos teatrais dos programadores dos festivais nacionais e estrangeiros.

O evento está dividido em ciclos compostos de seis mesas temáticas. Entre elas Ocupações Artísticas e Gestão de Teatros Públicos apresentada pela secretária de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, Adriana Rattes, pela Diretora de Artes Cênica do Vienna Festival, Stefanie Tap e o presidente do Instituto Pensarte, Leonardo Brant.

“É muito importante porque, às vezes, eles não têm esse contato, não conhecem as produtoras. Na verdade, a gente abre para uma mesa de negócios com todas as pessoas que se inscreveram.

 Além desse festival, a gente tem workshops no interior do estado, que levam temáticas sobre dramaturgia, cenários, figurinos e direção artística. A gente incentiva as peças, os produtores, é uma cadeia toda.

Quando as peças que já foram montadas se apresentam no hall do teatro. É feita uma agenda dos programadores dos festivais com os produtores teatrais, que mostram seus trabalhos e entregam seu material para seleção posterior.

Nós proporcionamos esses encontros, ajudamos nessa produção, mas acho que é importante também que a gente dê o exemplo e compre uma peça e incentive um novo projeto”, comentou Fabiana Scherer, gerente de Cultura e Arte do Sistema Firjan.

 

VEJA O CURTA QUE NARRA O CASO DA GAROTINHA ANNA FISCHER E A LUTA DE SEUS PAIS PARA AMENIZAR A SÍNDROME QUE LHE ACOMETE

Outubro 14, 2014

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Anna Fischer é filha dos dedicadíssimos pais Katiele Bortoli e Norbert Fischer. Ela nasceu com a síndrome CDKL 5 que os médicos dizem não ter cura, mas seus pais não permitem que o tempo passe sem que tomem decisões que podem amenizar a síndrome e seus sintomas como as convulsões constantes.

Um dia, depois de pesquisarem muito sobre a síndrome, descobriram que um componente da cannabis sativa, maconha, poderia auxiliar na terapia da criança, e como é proibido seu uso no Brasil, apesar de escancaradamente muitos fazerem uso, uma demonstração da falsa moral das autoridades judiciárias, eles resolveram trazê-la ilegalmente dos Estados Unidos.

Com o decorrer do uso, a linda criança Anna, começou a apresentar melhoras. Seus pais providenciaram outra remessa, mas foi retida pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Então, sem o uso do remédio a pequena Anna voltou a presentar os sintomas que antes havia desaparecidos.

Foi então que o jornalista Tarso Araújo, resolveu apresentar o caso do casal Katiele e Norberto em forma de reportagem já que se trata de um tema de grande importância para a comunidade. Com a repercussão da matéria ele e seu amigo Rafael Erichsen, resolveram mostrar a angústia dos pais de Anna, em forma de cinema.

Realizaram um breve documentário e deram-lhe o título de Ilegal. Entretanto, depois da grande repercussão e o interesse de pessoas com parentes com a mesma síndrome que se interessaram receberem maiores informações, os dois resolveram produzir um longa-metragem que manteve o mesmo título.

O tema é importante para a sociedade discutir porque mostra a importância científica da maconha no tratamento de várias enfermidades, como já foi comprovado, mas que no Brasil o tema é tratado com um grande sentido hipócrita, estúpido e com laivo capitalista. E agora, que nessas eleições houve a reeleição e eleição de vários parlamentares hipócritas, fariseus e estúpidos, o tema vai ter dificuldade de ser discutido no Congresso Nacional.

 Veja e ouça o trailer e o breve curta de cinco minutos, analise e tome sua posição científica que exclui qualquer preconceito e hipocrisia moral e religiosa.  

 

 

CINECLUBISTAS FALAM SOBRE A IMPORTÂNCIA DO CINECLUBISMO NO BRASIL

Outubro 13, 2014

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Diante das novas tecnologias virtuais que facilitam o acesso a filmes pela internet e sua apreciação em casa, cineclubista decidiram analisar o fato e apresentar a realidade que existe atualmente para a continuidade efetiva dos cineclubes.  

Para alguns, essas tecnologias, em certas condições, chegam até a auxiliar o cineclube, e para outros, não há qualquer ameaça para por fim a essa prática cinematográfica que é histórica no Brasil.

No entendimento da pesquisadora de cinema Berê Bahia, o cineclube tem tradição de anos no Brasil e que passou por momentos difíceis como no tempo da ditadura, já que o cineclube é um lugar de debates de vários temas, principalmente temas políticos e sociais. Muitos cineastas famosos, como Glauber Rocha, começaram suas formações nestes locais.

“O primeiro cineclube foi criado em 1928, no Rio de Janeiro. O pessoal da minha geração, acho que 90%, tem formação cineclubista. O cineclube é um fator de agregação em torno do cinema”, afirmou Bahia.

Para Jorge Conceição, presidente do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), o movimento cineclubista funciona como ação psicopedagogia crítica.

“É um espaço aberto para programar filmes que tenham relação com a realidade da comunidade e, após a exibição, abre-se um debate. Os movimentos cineclubistas são ações de psicopedagogia crítica”, observou Jorge.

 As pessoas não se interessam mais pelo cineclube, porque as tecnologias mudaram. É o que acredita o diretor da Associação das Produtoras Brasileiras de Audiovisual, Pedro Lacerda.

“A magia da película, do celuloide, foi acabando e hoje foi substituída por uma produção tecnológica. As pessoas não se interessam por ir ao cineclube. Hoje elas podem baixar, assistir no aplicativo, parar o filme quando quiser, analisar uma cena”, mostrou Pedro Lacerda.

Já, para Vitor Sarno, organizador do Cineclube Jiló Guela, em Brasília, é possível tirar vantagem da tecnologia virtual.

“A internet facilita que o cineclube tenha acesso a materiais que antes não tinha. Já passamos documentários que não foram lançados aqui. Na internet tem muita opção e muitas vezes você não consegue filtrar. No cineclube, o que a gente tenta é garantir uma curadoria: selecionamos filmes bons pra passar”, disse Vitor Sarno.

Entretanto, apesar de alguns obstáculos, o que se tem notado no Brasil é o crescimento de cineclubes em vários municípios do Brasil. E um dos fatores desse crescimento é a lei federal que dispõe sobre a criação de criação de cineclubes nas escolas públicas.

VAI UM CINEMINHA AÍ? “MUAMBA”, DE CHICO FAGANELLO

Outubro 12, 2014

Cinemaço dirigido por Chico Faganello com roteiro de Fábio Brügemann e interpretação principal do ator Eduardo Hoffmann. Uma produção da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

Faganello realizou seu longa-metragem com os R$ 900 mil, recebido do Prêmio Cinemateca e que ficou concluído de acordo com as regras da FCC: um ano de filmagem.

Assista e passe adiante.