JUCA FERREIRA NO MINISTÉRIO DA CULTURA É REALIZAÇÃO CONTEMPORÂNEA E FUTURAÇÃO DAS ARTES

juca_ferreira_0A presidenta Dilma Vana Rousseff indicou Juca Ferreira para ocupar o Ministério da Cultura MinC), um dos ministérios que detém o menor número de verbas. Porém Juca já amostrou do que é capaz, mesmo com uma irrisória verba.

Juca, como é mais conhecido, foi ministro da Cultura do segundo governo Lula depois de substituir Gilberto Gil, que nessas eleições poiou o candidato das direitas, Aécio Cunha. Nessas mesmas eleições Juca, se licenciou do cargo de Secretário da Cultura Municipal, na gestão Haddad, para se dedicar ao programa cultural da candidata Dilma.

Juca é um homem com grande formação intelectual, grande laço de amizade, transita facilmente entre os movimentos culturais, e pensa as artes como possibilidade democrática de transformar o mundo. E mais, tem dos meios de comunicação dominantes o entendimentos de que eles exercem uma ditadura e censura na produção cultura brasileira com suas ingerências e redes de produção.

Foi Juca quem criou o Vale-Cultura e que fora implementado pela ex-ministra da Cultura, Martha Suplicy. O Vale-Cultura é um dos mais importantes corpos de estímulo à produção cultura e estímulo ao interesse dessa pela população brasileira. No primeiro caso, com a certeza que terá um público maior para assistir seus espetáculos através do Vale-Cultura, os artistas se sentem mais satisfeitos com a gratificação de suas criações, já que a arte é para ser vivenciada por um público heterogêneo. No segundo caso, o trabalhador passou a se sentir em um espaço que antes ele não frequentava por razões financeiras. Com o Vale-Cultura o trabalhador paga apenas metade do ingresso. Grande saque de Juca.

Juca tem 65 anos, teve exilado durante a ditadura militar no Chile, Suécia e França, é formado em Ciências Política pela Universidade de Paris 1 – Sorbonne, foi secretário do Meio Ambiente, em Salvador, pelo Partido Verde, até que em 2012, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores. 

Leiamos um saque estético-político de Juca.

“Durante os longos anos da ditadura, nos acostumamos a ir contra a censura do Estado. Mas hoje tem a censura do mercado, e outro tipo de censura que sociedade brasileira está descobrindo agora, que é censura a partir dos interesses dos donos dos grandes meios de comunicação…

Se não tivermos uma informação correta e desideologizada, que garanta que a população tenha discernimento e capacidade de analisar por si mesma, a gente não tem uma sociedade livre…

A relação que isso tem com cultura é fundamental. A informação é a base do desenvolvimento cultural. Se a informação é viciada, parcial e não democrática, atrás e dificulta a formação de uma sociedade que se desenvolve culturalmente”, analisou Juca.

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