Archive for Março, 2015

TRÊS LINHAS-ESQUIZAS DE KAFKA ENTRECORTADAS NA SEMANA SANTA

Março 31, 2015

franz-kafkaA leitura de Kafka é uma não-leitura. Uma leitura que escapa da codificação laminadora do entendimento-síntese da semiótica dominante. ”A linguagem deixa de ser representativa para tender para seus extremos e seus limites”, afirmam os filósofos Deleuze e Guattari.  

O encontro com as enunciações de Kafka é um encontro spinosiano: escapa sempre um novo afeto. Há sempre um deslocamento que nos carrega a nenhum lugar. Nos carrega a um reterritorialização intensiva onde a imobilidade não captura a evanescência da escrita-esquiza.

Em Kafka nunca há ponto de apoio e muito menos linha de equilíbrio. Pelo contrário: sempre fugas disjuntivas. Cortes de lâminas. Nada para contar. Nada para constar. O messias só chegará depois do Juízo Final quando não há mais corpus de sentença. Um Processo não condena: escapa dos pontos territorializantes de uma burocracia-paranoica. Há um outro movimento sem tribunal. Um corpo pleno sem lei. Kafka faz parte do corpo-devir que Deleuze e Guatarri consideram como literatura menor, porque desterritorializa a língua, liga o individual ao imediato-político e é um agenciamento coletivo de enunciação.

franz-kafkaAo que Kafka confirma: “A literatura é menos a tarefa da história do que a tarefa do povo”.

As três linhas-esquizas.

I – “Deus dizia que no dia em que Adão comesse do fruto do conhecimento, terir de morrer. Segundo Deus, a consequência imediata do fato de ter comido da árvore do conhecimento devia ser a morte, segundo a Serpente (é pelo menos assim que podemos compreendê-lo) a assemelhação a Deus.

Um e outro eram inexatos de maneira similar. Os homens não morreram, mas tornaram-se mortais, não se tornaram semelhantes a Deus, mas receberam a faculdade indispensável para o poder ser. Um e outro eram deste modo exatos de forma similar. Não foi o home que morreu, mas o homem paradisíaco; os homens não foram como deuses, mas tornaram-se conhecimento divino”.

II – “Para a queda original havia três castigos possíveis: o mais doce, que de fato se consumou, a expulsão do paraíso; o segundo: a destruição do paraíso; o terceiro: – e esse teria sido o castigo mais terrível – a inacessibilidade da vida eterna, deixando imudado o resto das coisas”.

III – “O Messias só virá quando não for mais já necessário, só virá um dia depois as sua chegada, não virá no último dia, mas no último dos últimos”.

franz-kafka (1)Linhas-esquizas extraídas da Antologia das Páginas Íntimas, de Kafka.            

EXPOSIÇÃO O RIO DE MACHADO DE ASSIS E SEUS MELHORES PEMAS

Março 30, 2015

machado76831Como parte das festividades dos 450 anos do Rio de Janeiro alguns escritores locais estão sendo homenageados. Seguindo essa programação A estação Centra do Metrô do Rio encontra-se apresentando a Exposição O Rio de Machado de Assis e seus Poemas. Para quem gosta de ilustrações, Machado de Assis foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras.

O evento que é uma parceria da Secretaria Municipal de Cultura com o Instituto Oldemburg apresenta imagens do acervo iconográfico da Biblioteca Nacional e textos não tanto conhecidos dos leitores além de poemas do escritor de Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cuba.

machadoA exposição do escritor que nasceu há 176, vai até o dia 30 de maio e o público pode vivenciá-la das segundas até sábado nós horários das 15h à meia-noite. E nos domingos e feriados, das 7h às 23h.

“Além de maior nome da literatura nacional, Machado de Assis é uma ilustre figura carioca. Assim, reverenciá-lo é reverenciar o Rio nos seus 450” comentou Cristina, produtora da exposição.

FullSizeRender-1-1555-768x1024Há na exposição um tema que chama muito atenção. Trata-se da presença da mulher nas obras de Machado de Assis.

“A presença da mulher é tão constante em sua obra quanto as ruas da cidade que o abrigou durante 69 anos, quando veio a falecer”, observou a professora de literatura da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ), Aline Reis.

VAI UM CINEMINHA AÍ? QUE TAL “TERCEIRIZADOS, UM TRABALHADOR BRASILEIRO”

Março 29, 2015

4B9D0B79302B456B8E1DD3322FB485B5FCB1CAFFD225B5E2A8DB8AF727FF6833As grandes corporações pressionam o Congresso Nacional através da PL 4.330/4 e o Supremo Tribunal Federal (STF) com a ARE 713211 para terem poder irrestrito sobre a interferência na mão-de-obra. Não esquecer que algumas destas corporações estão envolvidas em casos gritantes de corrupção.

Com a terceirização o trabalhador não é somente lesado em seus direitos trabalhistas, mas também humilhado já que sua força de trabalho é sua potência que lhe auxilia, mesmo parcamente, em sua forma de existência. Mas as corporações pretendem enfraquecer, como já estão enfraquecendo, essa potência natural do trabalhador. Na terceirização, no serviço público, facilita o desvio de verbas do erário. O que significa que além de oprimir o trabalhador, as corporações, enriquecem através de atos ilícitos dissimuladamente como corretos.

Mas vamos ao documentário Terceirizado, Um Trabalhador Brasileiro, produzido pelo Grupo de Pesquisa Trabalho e Capital, da Faculdade de Direito da USP, sob a coordenação do professor Souto Maior. Como dizem seus realizadores: trata-se um documentário-denúncia.

Assista, analise e crie sua atitude! Aproveite para exibi-lo nas escolas, centros comunitários, casas de mãe e pai de santo, igrejas, penitenciárias, feiras, mercados, fábricas, hospitais, clínicas, shoppings, onde se apresentar o trabalhador ou seus parentes.  

SARAU DO PI: LITERATURA FEMININA CONTEMPORÂNEA

Março 28, 2015

image_largeO Coletivo PI, criado em 2009, promove na Casa das Rosas, em São Paulo, o Sarau do PI; Literatura Feminina Contemporânea. Com o objetivo de realizar debates sobre questões referentes a gênero e produzir visibilidades às mulheres nos territórios das artes e da literatura. O sarau contará com as presenças das escritoras Lilian Aquino e Eliza Andrade Buzzo que irão apresentar músicas de Chiquinha Gonzaga, Carolina Maria de Jesus e Dolores Duram, além de suas próprias composições.

Hoje, sábado, o coletivo apresenta o documentário Entre Saltos, criado, produzido e interpretado pelo próprio PI. São mulheres trajando vestidos vermelhos com um sapato em um pé e outro sapato na mão. Em verdade, o entendimento do coletivo tem fluência da filosofia de Deleuze, onde a evanescência, a hecceidade, o devir, as partículas movimento, repouso, lentidão e velocidade mostram que não há homem, mulher, homossexual heterossexual, transexual, mas devires contínuos. Fluxos que descodificam os códigos molares do sistema protegido por uma moral civil identificatória.

São produções de novas formas de existências sempre em desterritorializações e retorritorializações. Nunca o mesmo. Uma mulher não é uma estrutura que deve seguir o modelo dominante perverso: homem, branco, europeu, como sucede com a maioria das mulheres que, submissamente, aceitam o jugo despótico-paranoico desse modelo.

O Coletivo PI é potência de transformação contínua. Esse movimento é percebido na série performática A Experiência da Vida É a Pergunta, com Luanah Cruz nos fluxos do Me Traziam a Lembrança Daqui. Faz parte dos quatro cortes-fluxos que também mostra Literatura Erótica e Poesias e Crônicas.

Assista o teaser  do documentário Entre Saltos de nove minutos. Rebelde desnadificação desedipianizada!

“SAL DA TERRA”, DOCUMENTÁRIO DE WIM WENDERS SOBRE O FOTÓGRAFO E AMBIENTALISTA SEBASTIÃO SALGADO

Março 27, 2015

70b88eb3-5648-4a7d-9d46-801b076d65a4Sebastião Salgado é o fotógrafo da singeleza do olhar. Ele é a sensibilidade que alcança a espiritualidade invisível do homem e a emanação efémera criadora da natureza. Daí sua importância no mundo que destrói para construir seu mundo quase sempre sem qualquer racionalidade e emotividade protetora.

O cinegrafista Wim Wenders observou o esteta fenomenológico Sebastião Salgado, e, juntamente com Juliano Ribeiro Salgado, filho do homem do olhar revelador, criou o documentário Sal da Terra que tem como elemento cinematográfico a vida e a produção desse insigne artista da visão que escapa dos objetos com suas implicantes objetividades.

Sebastião Salgado juntamente com sua mulher Lélia Wanick construíram o Instituto Terra que é compromissado com a proteção ambiental tanto como preservação como criação: plantação de espécies. Do entendimento sobre as ações dos homens, os dois analisam as dores profundas das cidades que sofrem com violência sobre a natureza como a crise hídrica, resultado das destruições dos rios e dos mananciais.

“Tinha acabado de lançar o Êxodos estava profundamente deprimido, afundava no pessimismo. Vi coisas terríveis na África e na antiga Iugoslávia. Pensei então em um projeto para denunciar e a poluição das florestas. Foi nesse momento que Lélia surgiu com a ideia de replantar.

A solução para a crise hídrica é simples: não medir esforços. O Brasil é um País incrível, mas parece que o brasileiro não percebe isso. Ainda somos muito pessimistas em relação a nossa própria gente”, observou o fotógrafo da fenomenologia do olhar.

Como sempre fora um homem engajado, por isso foi perseguido no período da ditadura, Sebastião Salgado, tem um entendimento de que a política ambientalista é capaz de mudar o estado de coisa ameaçador contra a natureza e propiciar formas de existências harmoniosas e justas.

Por tal, ao analisar as mudanças que ocorreram no Brasil, produzidas pelos governos populares, onde mais de 40 milhões de pessoas deixaram a faixa da miséria, ele pode afirmar que essas mudanças também se encontram ligadas as ações políticas referentes à água.

“Depois do segundo governo do PT, há um acesso de 40 milhões de pessoa à classe média. Isso nunca aconteceu e é positivo, mas gera demanda de água. A solução para o problema é preservar nossas nascentes. É absolutamente necessário que todas as instituições, sejam públicas ou privadas, façam sua parte”, observou Sebastião Salgado.

 Veja o trailer do cinema Sal da Terra cuja estreia foi ontem.

VIVA O VINIL! HENRICÃO – RECOMEÇO

Março 26, 2015

P1010079Prestem atenção, vinilesquizofílicos! Estamos exatamente no ano de 1980. A bolacha-crioula ainda está quentinha. Aos 72 anos e no auge de seus 150 quilos, bem distribuídos, o samba nem precisa pedir passagem para esse representante excelso da transbordante África.

Henricão se mostra em sua magnitude-negra de sambista nessa gravação do Estúdio Eldorado. É possível que muitos não conheçam Henricão. Mas é menos impossível do que possível. Prova. Lembram: “Quem parte leva a saudade de alguém que fica chorando de dor… Aí, ai, aí está chegando a hora, o dia já vem..”? Lembra né. Pois é. Essa obra imortal é uma adaptação de Cielito Lindo, do compositor Fernandez, feita por Henricão e Rubens Campos. Viu como a maioria do povo brasileiro conhece Henricão.

P1010082Henricão passou alguns anos distantes das rodas de samba e dos points de encontros dos bons sambistas, mas agora que a Vai-Vai, escola de samba que ele ajudou a fundar, faz 50 anos, Henricão vem com tudo em dupla comemoração. Sua escola aniversariante e sua bolacha crioula, Recomeço. E que recomeço, meu.

Saquem a força da bolacha crioula. Vocês lembram da cantora que fazia sucesso nas rádios nas décadas de 30 e 40, Carmelita Madriaga? Não? Vocês lembram. Ela se encontra nessa bolacha-crioula. Só que com o nome que Henricão lhe presenteou: Carmen Costa. Lembrou? Claro que sim. Carmen Costa canta junto com Henricão, nessa bolacha-crioula, as faixas Carmelito e Está Chegando a Hora.

P1010083 P1010084Por ser um cara sincero, simples e companheiro, suas músicas tocam o cotidiano das pessoas de forma singela. Henricão é daqueles que ainda chora diante dos amigos e na frente de estranhos. Chorar para ele é uma forma de expressar a sinceridade do coração. Percebam um momento de choro. Henricão foi chamado ao Estúdio Eldorado para ser informado de que seu disco seria gravado. Não deu outra: chorou copiosamente. “Coloquei todas as tristezas para fora”, disse. Ele fora levado a Eldorado pelo insigne músico, escritor e produtor Aluizio Falcão.

P1010085 P1010086Uma quase lenda sobre sua chegada ao samba. Ele é de Itapira. Um comerciante que é corintiano, levou-o para São Paulo, com o desejo que ele fosse goleiro do Timão. Mas a praia de Henricão é a gafieira. Resultado: o futebol perdeu um grande goleiro e a cultura brasileira ganhou um excelso sambista.

Dizem que são coisas do destino. Pode até ser, mas no caso de Henricão é coisa de talento.

SONEGAÇÃO DA GLOBO”, DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO PELO SITE DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO E FINANCIADO PELOS LEITORES

Março 25, 2015

Uma grande parte da sociedade brasileira já conhece a corrupção praticada pela TV Globo quando do contrato para cobertura da Copa do Mundo de 2002. Essa mesma parte da sociedade brasileira sabe que pudor e honestidade são valores impraticados pelos defensores do sistema capitalistas, já que para atingir o objetivo maior desse sistema que é o lucro máximo, todo ato vale, mesmos os desonestos. Para esses personagens, o seu amor maior é a certeza da lucratividade consumada como sua própria alma, como diz o filósofo Marx. O capital é a alma do capitalista.

E mais. Essa grande parte da sociedade brasileira sabe que a Rede Globo, mesmo sendo historicamente conhecida como conspiradora, aficionada pelos regimes ditatoriais e compulsivamente oral em relação ao lucro, se contorce toda em uma simulação de que é honesta, principalmente quando encontra-se em pauta alguém que ela julga sua inimiga. Como vem ocorrendo com a Operação Lava Jato em que encontram-se em suspeição, alguns membros dos partidos aliados do governo federal e do Partido dos Trabalhadores.

A simulação é irmã gêmea do farisaísmo e de quebra parente do arrivista. Na simulação o sujeito finge ser o que não é. A Globo finge ser honesta não sendo. Assim, é o fariseu. Representa honestidade quando é desonesto. O arrivista para se dá bem, recorrer a todos meios e estratégias que possam lhe beneficiar. A Globo é todo essa trindade de calculismo condenável.

O documentário inédito e revolucionário Sonegação da Globo, produzido pelo site Diário do Centro do Mundo, conduzido pelo íntegro jornalista Paulo Nogueira e financiado pelos leitores, mostra que a Globo é traspassada por essa trindade. A sociedade brasileira passou a constatar essa deplorável realidade que atenta contra a democracia, depois que o Blog Cafezinho, apresentado pelo jornalista Miguel Rosário, divulgou documentos da fraude em que afirma que a Globo deixou de pagar à Receita Federal uma dívida, por sonegação, de mais de 613 milhões e que agora ultrapassa 1 bilhão.

Assista o vídeo, faça sua análise, tome sua posição e, caso for democrática, distribua esse vídeo. Como se diz na linguagem virtual: espire o vírus.

EXPOSIÇÃO ABELARDO DA HORA

Março 24, 2015

abelardo_da_hora64772Até o dia 10 de maio, estará sendo exibida na Caixa Cultural de São Paulo, a exposição, com 101 peças, do educador, desenhista, pintor e político Abelardo da Hora que foi um dos criadores, junto com Paulo Freire e Ariano Suassuna, do Movimento de Cultura Popular, em Recife, entre os anos de 1960 e 1962 quando o prefeito era Miguel Arraes. Também criou a Galeria de Arte, Centro de Arte Plástica e Artesanato. Além das praças de cultura no Recife.

Abelardo-da-HoraApesar de ter parte de sua existência conturbada pelas perseguições da ditadura, por ser membro do Partido Comunista Brasileiro, foi preso 70 vezes, ele conseguiu expandir sua riqueza estética.

a16928937ca8bfaabc17e1ad95e20463288Como é fácil observar, suas criações são a expressão da chamada denúncia social. Como se tratava de um homem engajado na vida, não podia ser diferente. E a prova pode ser encontrada nas suas esculturas em bronze como Menino de Mocambo e A Fome. Nos 22 desenhos, Meninos do Recife, aparecem concretamente o elemento social com figuras de meninos engraxates, meninos mendigando e meninos dormindo nas ruas.

“Habitantes deste pântano sem escrituras, sem títulos. Submetido ao ócio que gera a fome e o vício. E um calendário implacável de misérias e imprevistos” sua definição dos desenhos através de seu poema.

Abelardo_da_Hora_Enterro_de_Campones_19531Em 1961, ele construiu, em Recife, a Torre de Iluminação Cinética que foi destruída pela ditadura, em 1964, mas o público poderá testemunhá-la através de fotografias. No dia 11 de abril vai ser lançado o catálogo da mostra, nesse momento ocorrerá a palestra Abelardo da Hora – 90 anos de Arte que mostrará seus percursos artísticos e políticos.

Uma exposição com fundamental importância histórica tanto pelo valor artístico como pelo valor político.  

MOSTRA PICASSO

Março 23, 2015

picassoA partir do dia 25, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) estará apresentando, gratuitamente, 90 obras do pintor e rebelde espanhol Picasso, provenientes do Museu Reina Sofia de Madri. A mostra tem como objetivo pedagógico-estético de mostra como Picasso elaborava na modernidade suas criações e como, também, sua influência em outros pintores.

Pablo Picasso- Tete de femme woman's headPara mostrar os artistas que foram influenciados pelo espanhol, são apresentadas obras de 36 artistas cujas inspirações saltaram do criador de Guernica. A obra revolucionária mundialmente conhecida que expressa a indignação tanto do artista quanto da humanidade – humanidade é a dimensão que uma pessoa atinge quando se descobre humana por existir como um ser de alteridade, grau que os fascistas não chegam – diante do bombardeio à cidade espanhola de Guernica, na Guerra Civil Espanhola, executado pelos fascistas comandados pelo generalíssimo Franco, aliado de Hitler.

Picasso_signaturepicassoPablo Picasso- Retrato de Marie-Thérèse WalterSão oito núcleos temáticos que compõe a mostra. Um deles intitulado Monstro e Tragédia. Nesse núcleo é apresentado como Picasso, através do mito do Minotauro, concebeu a guerra e o bombardeio. Um elemento importante da mostra é que o público terá oportunidade de entrar em contato com esboços do processo criativo de Picasso.

Picasso sempre é uma bom encontro!

VAI UMA KÁTIA DE FRANÇA AÍ? KUKUKAYA DE LEVE!

Março 22, 2015

Katia de França é paraibana de Cabedelo. Na década de 70 despontou como uma grande revelação da música brasileira nordestina, mas fez percursos riquíssimos. Da música ao teatro, passando pelo repente.

Como com a influência maior da musica de terra nordestina. Nesse movimento poiético também influenciou os que viriam depois. Mas vamos deixar de delongas e escutar e assistir a própria.