1° FESTIVAL PERIFERIA TRANS

image_large (2)Tendo como objetivo discutir, avaliar e propor temas sobre o cotidiano dos gays, lésbicas, bissexual e transexual, ou seja, pessoas do movimento LGBT que atuam na periferia, estará sendo apresentado até o dia 28 de março o 1° Festival Periferia Trans que ocorrera em dois espaços culturais na zona sula de São Paulo.

O festival tem o apoio do Programa de Ação Cultural LGBT e vai tentar unir pessoas para e vai articular elementos para uma pauta própria. A práxis do festival contará com as apresentações de música, dança, teatro, debates com temas referentes à causa em questão.

“A gente sempre tem que ir para o centro para o centro para participar da luta LGBT. Como estamos em uma companhia de teatro instalada aqui, decidimos trazer esse debate para cá. Não como catequizadores, mas para potencializar o que já acontece. Para a gente estar junto.

Fomos conversando com amigos para saber o que a dança e o teatro estavam debatendo sobre a questão LGBT para montar a programação”, observou um dos envolvidos na produção Bruno César Lopes, artista da Companhia de Teatro Humbalada. 

Alguns grupos artísticos já têm militância nas periferias e no centro da capital. A abertura do festival foi realizada pela MC Luana Hansen expressão do Hip Hop mulher.

“Acho que, se vierem mais mulheres tomando a frente da coisa, a gente com certeza vai mudar um pouco a cara do rap”, disse Luana.

Hoje, dia 7, haverá a apresentação da peça Cartas à Madame Satã, encenada pelo grupo de teatro Os Crespos que conta a história do homossexual Madame Satã que viveu na primeira metade do século XX na Lapa, no Rio de Janeiro. A vida de Madame Satã também já foi tema de filme.

A programação ainda conta com a peça teatral Pau Nu Ku, e a oficina de filosofia Por um Corpo Obsceno, apresentada por Brunno Almeida. Peça teatral Como Sempre Somos Motivo de Chacota, documentário de Gravata e Unha Vermelha, performance, Glitter, entre outras atrações.

A democracia real se faz com os encadeamentos dos pletos, a pluralidade, como dizem os gregos. Também conhecida como o regime da igualdade dos desiguais. O Movimento LGBT encontra-se apenas exercendo esse devir-político pela força ontológica das alteridades, onde todos se correspondem em suas singularidades. Simples!

 

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