MARCUS PEREIRA E O JOGRAL EM FOTOS MUSICALMENTE HISTÓRICAS

vinil 001Algumas pessoas acreditam que Marcus Pereira, o revolucionário das produções musicais nas décadas de 60 e 70, quando produziu vários cantores de Cartola a Paulo Vanzolini, foi o fundador do Bar Jogral, reduto das maiores revelações musicais brasileiras nestes períodos. Ele não foi o fundador, porque quem fundou o território revolucionário-musical foi Carlos Paraná, seu amigo do peito e da música, junto com Mike, um enamorado de uma grande amiga.

vinil 002 vinil 003 vinil 004 vinil 005 vinil 007Pois bem, Marcus Pereira não foi o fundador do Jogral, mas foi durante tempos, sócio de Carlos Paraná, depois que acabou a sociedade com o tal Mike, pelo fato de ter levado um fora da namorada amiga de Carlos Paraná. Quando Marcus Pereira passou a tomar parte na sociedade, sua frequência no território-inquieto-musical aumentou e ele passou a conhecer grandes revelações nas noites da pauliceia que ainda era desvarada e concebeu algumas bolachas-crioulas tipos revelações.

vinil 008 vinil 009 vinil 011Hoje, esse Esquizofia faz uma homenagem tanto a Marcus Pereira, como a Carlos Paraná, e, como também, aos acessantes deste esquizo. Como passaram vários cantores, cantoras, compositores, compositiras e talentosos instrumentistas, e como esses acontecimentos foram historicizados em fotografia, vamos apresentar algumas dessas fotos que estão expressas no livro de Marcus Pereira, A História do Jogral, publicado pela Editora Hucitec – São Paulo, em 1976. Na verdade o título é: Música – Está Chegando a Vez do Povo. 1. A História de “O Jogral”.      

Para excitar e incitar o gostinho ansioso dos esquizofílicos, vamos publicar hoje apenas as fotos da primeira parte do livro. Olha só a loucura, moçada! Tem Alaíde Costa, Gonzagão, Grande Otelo, Lupicínio Rodrigues, Paulo Vanzolini, Adauto Santos, Matinhos da Vila, Adoniram Barbosa, é mole? Coisa de louco!

vinil 010 vinil 012 vnil 001O Jogral contava com as presenças de pessoas que exerciam várias profissões. Por ser um território de vanguarda que tinha a música brasileira como fundamento maior, esses frequentadores eram todos progressitas. O Jogral não era território para alienados. Ema breve demonstração desses frequentadores. O assíduo, Newton Carlos, insigne, talentoso, inteligente e engajado jornalista. Um personagem honrado que se juntassem todos os capachos das mídias fascistas que conspiram contra a democracia, nenhuma chegaria perto dele anos luz.

Amanhã publicaremos as outras fotos. Sabem quem vem lá? É, moçada!

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