JORNALISTAS LIVRES REALIZAM FESTA-SHOW PARA LANÇAMENTO DE SUA REDE

image_largeCom as participações dos artistas Rico Dalasan, Flora Matos, Tássia Reis, Slim Rimografia, Vj Suave, Fola Kemi, Yvison Pessoa, do Quarteto Branco e Preto, Akiles, do Projeto Nave e Sandro Boreli, do Dança Contemporânea, os Jornalistas Livres realizam no domingo, dia 24,o lançamento de sua rede que defende um jornalismo crítico, atuante e independente.

O que é a rede de Jornalistas Livres? É fácil de entender. Olha só moçada-esquiza. Breve lembrança: o psiquiatra-filósofo Felix Guattari, também pensava como esses jornalistas contra a ditadura das mídias-capitalistas. Jornalistas Livres é um devir-comunicacional que tende a produzir fora das linhas duras firmadas pelo modelo paranoico do buraco-negro representado pelas mídias-acéfalas, um jornalismo-vivo em que a linguagem seja sempre um conjunto de fluxos de códigos que auxiliem na desestruturação da comunicação-estratificante. Sacou? Fácil. Não?

Para atualizar e realizar esse processual-comunicacional a rede Jornalistas Livres é compostas pelos corpus cinegrafistas, repórteres, coletivos de mídias, artistas, editores, fotógrafos, todos que segregam fluxos comunicacionais libertatórios.

E quando a ideia de criar a rede Jornalistas Livres? Também fácil de responder e entender. Vamos nessa! Era dia 13 de março, desse ano, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e os movimentos sociais realizavam manifestações, e a direita com seus nazifascistas, no dia 15, também se exibia na Avenida Burguesa Paulista. A proba, inteligente e corajosa jornalista Laura Capriglione, juntos com outros jornalistas, ao perceber o que estava ocorrendo intuiu a necessidade da criação da rede.

“A gente sabia que a mídia tradicional ia fazer de tudo para ‘inviabilizar’ a passeata da esquerda e dos movimentos sociais, e ia fazer de tudo para ‘glamurizar’ o ato do impeachment, do golpe, da intervenção militar, como de fato, fizeram”, afirmou Laura.

Como estavam presentes mais de 80 jornalistas e comunicadores independentes do ódio e da sede de vingança, a rede começou a tecer suas linhas produtivas cujos objetivos é “um jornalismo humano, humanizado e humanizador”. Mas não humano, demasiado humano, como diz o filósofo Nietzsche.

E quais são os principais conteúdos das matérias que os Jornalistas Livres vão conceber? Também é muito fácil de entender basta fazer a leitura de um trecho do manifesto apresentado pelos engajados jornalistas. Vamos lá!

“Defendemos uma imprensa independente, inclusiva, crítica, pluralista e desafiadora dos clichês e preconceitos, baseado na colaboração de comunicadores que se indignam com a naturalização do genocídio da população negra, pobre e periférica, com a humilhação e assassinatos a que são submetidos membros da comunidade LGBT, com a  negação da existência de índios e quilombolas; com a desigualdade e com as injustiças”.

Diante da magnitude e importância do lançamento do devir-jornalista, já confirmaram presenças os deputados Jean Wyllys (PSOL/RJ) e Jandira Fegalhi (PSdB/RJ), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo, Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Levante Popular da Juventude, Liga do Funk, Nação Hip Hop, Movimento dos Atingidos Por Barragens, Barão de Itararé, Intervozes, Associação Brasileira LGBT, Periferia em Movimento, Fórum Nacional pelo Direito à Comunicação entre outros.

Se você tiver como ir e gostar, vá lá! 

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