AGORA QUE OS COXINHAS VÃO EXPELIR MAIS COLESTEROL! A EDITORA BOITEMPO VAI PROMOVER CURSO SOBRE MARX E ENGELS NA PERIFERIA DE SÃO PAULO

 

0473883f-3a7a-4c64-94c8-b6401ffdddbcNos desfiles nazifascistas promovidos pelos coxinhas de São Paulo havia toda forma grotesca de irracionalidade usada como expressão de quem nem precisa se expressar por ser tão óbvia. Formas delirantes lançadas como bumerangue: em direção a Dilma com volta sobre os próprios coxinhas.

Entre esses delírios havia os que pediam a volta da ditadura militar e a condenação do método do educador transformador Paulo Freire: A Pedagogia do Oprimido. Os cartazes afirmavam que Paulo Freire era marxista. Lógico que os que afirmavam mostravam que não tinham nunca lido Marx. Por dois evidentes motivos: não sabem quem é Marx, e não tem elementos epistemológicos para entendê-lo. 

Agora, a forma se obscureceu, a linha tremeu e o plano ficou mais vazio para os coixinhas. A Editora Boitempo em parceria com a Secretaria de Cultura de São Paulo, do prefeito Fernando Haddad vai promover na periferia cursos de introdução as obras e vidas de Karl Marx e Friedrich Engels. Colesterol vai espirrar.

Com data marcada para os meses de setembro e outubro o primeiro encontro se dará no Centro Cultural da Juventude da Zona Norte. Para realização da singular iniciativa estão convidados os intelectuais, o cineasta Felipe Bragança, a socióloga Silvia Viana e o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), o filósofo Guilherme Buolos.

A Editora Boitempo que realiza seus 20 anos de grande difusão cognitiva e afetiva ao publicar autores e autoras singulares que escapam da segmentaridade dura da expressão burguesa dominante, já realizou um seminário com personalidades nacionais e internacionais com o tema fundamental para a pós-modernidade: Cidades Rebeldes.

“A editora está organizando uma série de eventos no segundo semestre para comemorar seus 20 anos e um dos planos é organizar uma nova edição do Curso Marx e Engels, junto com a Secretaria Municipal de Cultura.

Muitas vezes pensamos no que não queremos, mas pensar o que queremos concretamente, pensar utopias e uma cidade construída por afirmações é um grande desafio e esses eventos vão no sentido de responder a esse desafio.

Temos o entendimento que organizar eventos inclusivo, democráticos e agregadores é importante para promover o pensamento crítico, sobretudo porque é uma forma de ocupar o espaço público”, observou Kim Doria, representante da editora.

O evento toca dolorosamente nos coxinhas e excita suas invejas e ódios que lhes deixam mais inferiorizados. E o pior, para eles, é que colesterol de coxinha não serve para reciclar.

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