VETOR-CULTURA MOVIMENTA A LUTA CONTRA A REDUÇÃO DA NA MAIORIDADE PENAL NO FESTIVAL AMANHECER NO CAPÃO REDONDO

11836859_373964859463678_7837112012316745273_nO mundo dito humano só foi possível, com seus dilacerados erros e acertos, pela ação da criação. Ou seja: da cultura. Quando se diz de erros e acertos no mundo humano quer se exemplificar que a tortura, que é um erro, é produção humana, assim como a alegria de viver em sociedade é também produção humana.

Todavia, como o egoísmo, ambição, a inveja, o autoritarismo, a opressão são afetos próprios dos humanos-fracos, são esses afetos-fracos que se espalharam com maior força no mundo obstruindo o movimento da alegria. Tornando-se o modelo copiado por outros fracos. Resultado: os fracos passaram a dominar o mundo como se fossem a grande verdade a ser seguida.

Mas, se em parte, essa cultura da fraqueza, que é o mesmo que covardia perante a vida predominou, ao contrário a produção cultural da alegria continua seu movimento na criação da alegria, já que antes da dor existe a alegria. A alegria, como diz o filósofo Nietzsche, como potência dionisíaca, é a ontogênese do mundo. E não a dor.

Apanhados por esse vetor-cultural-alegria, jovens artistas, militantes de coletivos, e comunitários de Capão Redondo decidiram criar no Festival Amanhecer a informação do perigo da redução da maioridade penal aos moradores das periferias. Para que para o Amanhecer Contra a Redução acredita que com a aprovação da redução da maioridade penal os jovens das periferias serão os mais vitimados. Principalmente os jovens negros.

image_previewComo existe uma grande parcela de moradores das periferias que é adepta da redução, a preocupação do Amanhecer Contra a Redução é esclarecer essa parcela que só amplifica e defende o discurso do agressor. A parte da sociedade indiferente, que com seu afeto fraco egoístico, não participa das políticas da sociedade esperando apenas benefícios pessoais, como segurança e proteção. Não lhe importando as formas como essa segurança e proteção são impostas.

“Infelizmente, existe uma porcentagem de pessoas muito grande, dentro da periferia, que é a favor da redução. A população periférica, que vai ser a maior atingida. Reproduz o discurso do opressor”, observou Isis Carolina Virgílio, coordenadora do evento.

E como sempre partícipe dos movimentos jovens periféricos, a cantora e compositora, filha de Dona Leci, Leci Brandão, estará participando do festival que ocorrerá no dia 15, com início a partir das 12 horas, com uma aula pública.

Vamos nessa que o energúmeno deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), presidente da Câmara Federal, por enquanto, embora já enfraquecido, está sedento de vingança. Assim, como seus congêneres apaniguados.

Quem poder marcar presença a hora é essa, manas e manos!

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