37° PRÊMIO DE JORNALISMO VLADIMIR HERZOG DE ANISTIA E DIREITOS HUMANOS

Vladmir Herzog jornalista tv cultura assassinado ditadura militar Vlado 30 anosDepois da seleção de 612 trabalhos nas categorias Artes, Fotografias, Documentários de TV, Reportagem de TV, Rádio, Jornal, Revista e Internet, o 37° Prêmio de Jornalismo Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos foi realizado ontem, dia 20, tendo como homenageados os jornalistas e escritores Mino Carta, Mauro Santayana, Eduardo Galeano e Daniel Herz em razão de suas fundadas importâncias para o jornalismo do Brasil e da América do Sul.

O jornalista Vladimir Herzog foi assassinado por membros da ditadura militar, no dia 25 outubro de 1975, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi). São 40 anos de seu assassinato. A partir do ano de 2009, sua família e amigos criaram o Instituto Vladimir Herzog que junto com a Comissão do Prêmio Vladimir Herzog indica as personalidades para serem premiadas por seus trabalhos às causas democracia, paz, justiça e contra as guerras.

“É a luta em defesa da democracia e direitos humanos, na qual jornalistas reconhecem jornalistas. No fundo é um grito que diz que a imprensa é importante para a democracia”, disse Ana Luísa Zaniboni, curadora da cerimônia.

Um aspecto importante da cerimônia é que o júri foi escolhido por quatro entidades que compõem o evento.

  • Sindicato dos Jornalistas.
  • Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.
  • Instituto Vladimir Herzog.
  • Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.
  • Na banca de jurados estão:
  • Categoria Rádio: As professoras Nélia Del Bianco e Valci Zuculoto.
  • Categoria Televisão: Guilherme Alpendre.

“São nomes de peso além de pessoas que sabem entender a comunicação e o jornalismo como instrumento de cidadania”, observou Luísa Zaniboni.

O Instituto Vladimir Herzog, para estimular o processo jornalístico entre os futuros profissionais, criou o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, que, agora, na sétima edição, faz parte do evento. Para essa edição foram inscritos 200 estudantes de 17 estados do Brasil. O tema foi: “Desafios da Liberdade de Expressão no Cenário dos Direitos Humanos: Retratos do Brasil”.

“O prêmio ajuda a produção das pautas vencedoras, com o auxílio de um orientador do Instituto Vladimir Herzog. O prêmio é conduzido pelo Instituto, e ele tem um valor educacional, que além de sugerirmos que o mentor acompanhe, que façam a estrutura da pauta. O vencedor da melhor matéria produzida ganhara uma viagem para estudos em Berlim”, comentou Luísa Zaniboni.

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