PROJETO ABRAÇO CULTURAL USA DANÇA, CULINÁRIA E LITRATURA PARA ENSINAR FRANCÊS A REFUGIADOS E BRASILEIROS

É simples. Como simples é leve e criativo. Simples é livre de fardos imobilizadores. Professores em situação de refugiados no Brasil de procedência africana latino-americana e árabe, através do Projeto Abraço Cultural, estão dede junho do ano passado proferindo cursos de francês, espanhol, árabe e inglês. De julho até hoje, mais de 290 alunos, 50 voluntários e 28 professores concretizaram o projeto.

Entretanto, o ensino desses idiomas não segue a norma tradicional da pedagogia gramatical. No lugar dos elementos gramaticais servem de corpos pedagógicos linguísticos a dança, a culinária, literatura e história. Ou seja, a experiência concreta da cultura desses povos. Cabendo uma aula de 15 em 15 dias sobre o país de procedência do professor. Um achado que depois de terminados os cursos todos festejarão no dia 13 na festa Aquele Abraço Cultural cujo conteúdo serão constituídos pelos corpos culturais desses povos.

O Projeto Cultural que é produzido pelo Instituto de Reintegração do Refugiado já divulgou que as inscrições estão abetas para os que pretendem participar dos cursos que vão do dia 11ª 5 de fevereiro. As aulas serão ministradas nas segundas, quartas e quintas-feiras em um total de 36 horas.

“É um curso de idioma em que os refugiados são professores de alunos brasileiros. O objetivo é também remunerar e emponderar os refugiados com uma nova forma de trabalho, que é a maior dificuldade deles quando chegam aqui. Queremos valorizar os talentos que eles têm e mostrar isso para as pessoas que têm interesse”, expôs Daniel Assunção, criador do projeto.

“Já tivemos aulas de dança, de gastronomia, literatura e história. O clima é leve e superinteressante.

O projeto trabalha a inserção de pessoas vulneráveis na nossa cultura e sabemos que a língua interfere muito na adaptação deles. Ao mesmo tempo eu tenho oportunidade de aprender um idioma e conhecer uma cultura que me interessam há anos”, observou a tradutora Debora Sales.

Para o professor que ensina língua e cultura árabe Ehab Alhennawi, o projeto permite que os estudantes conheçam sua cultura além do que é noticiado sobre a guerra.

“No projeto, eu ensino junto a cultura e a língua árabe. As pessoas no Brasil conhecem pouco sobre nós. Em geral, só sabem que estamos passando por uma guerra, mas não sabem nada de antes dela. As aulas são o lugar perfeito para eu mostrar tudo o que temos de legal. Ao mesmo tempo, meus alunos me ensinam muito sobre cultura brasileira e assim me ajudam na adaptação”, afirmou o professor.

Já os refugiados que querem aprender o português podem recorrer a Associação de Assistência de Refugiados no Brasil Oasis Solidário localizada no bairro Pari, região central de São Paulo. Na associação o refugiado terá aulas todos os dias além de receber doações e ser auxiliado a tirar documentos.

Veja o vídeo explicativo sobre o projeto e tome sua posição.

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