CHICO VAI PROCESSAR O JANOTA GUILHERME MOTA QUE USOU SEU SENTIDO DE EXISTÊNCIA PARA TENTAR ATINGÍ-LO

14578825

Simples, muito simples de saber e entender. Em uma noite de dezembro Chico saia de um restaurante no Leblon, Rio, com alguns amigos quando um grupo de malogrados impulsionados por seus valores nazifascistas, o atacaram. Entre o grupo se encontrava o janota malogrado Guilherme Junqueira Mota, que é filho de um usineiro, e recorrendo a sua sombra gastro-intestinal-anal, lançou ao Chico seu símbolo-fálico freudiano. Proferiu com a boca lambuzada a invectiva: Chico “merda!”.

Todo animal quando come, depois da metabolização tem os detritos dos alimentos tendentes à evacuação. Esses detritos são fabricados nos intestinos, depois lançados fora do corpo animal em forma material fecal, chamados de merda. Simples de entender. Mas não é tão simples quando não se sabe por que foram nominalizados os detritos fecais de merda e por que essa merda atrai milhões de pessoas. Por que essa merda é tão doce e agradável na boca dessas pessoas. O psicanalista Lacan diz que quando uma pessoa profere uma palavra ela sai pela boca. Elefante sai pela boca de quem falou. Merda sai pela boca de quem falou. Ora, se sai pela boca estava guardada como forma de prazer a não ser roubado. Logo, o merdeiro adora merda. O objeto de seu desejo é a merda.

Deixando Lacan de lado, vamos ao Freud a quem ele desdobrou com outra ordem linguística. Freud é o mestre da merda. Foi ele, juntamente com um de seus discípulos, Karl Abraham, e não esquecer a psicanalista Melanie Klein, que desenvolveu a teoria da libido anal. É aí a fonte da merda para Freud. Não é nem tanto as fezes. Fezes é matéria orgânica. O ânus, para Freud, é uma das áreas eróticas da criança. É pelo ânus que criança experimenta sua relação com os pais e os objetos. Seu ato de prender e soltar as fezes tem um significado amoroso-negador-erótico com os pais. A criança que teve uma relação difícil com seu ânus relacionado com os pais será um adulto que apresentará sintomas de tipos dominadores de caráter. O principal dele é ser capitalista. O guardador de fezes. O dinheiro é simbolicamente fezes. Depois vem o compulsivo por limpeza, justiça, ordem, disciplina, enquadramento, ajustamento, o julgador. Assim, se sabe com Freud, que o compulsivo por justiça não é justo por uma questão social-democrática, mas por uma síndrome anal que tem relação de ódio e inveja em relação aos pais. Para Freud e Karl Abraham, e não esquecer Melanie Klein, é nessa faze anal que são fincadas as bases da paranoia.

Então, Chico, muito beleza, sensível, inteligência acima dos merdeiros, sai do restaurante o tal do Guilherme joga merda em direção a Chico que só teve tempo de se abaixar, visto que ele já sabia do caráter dos que jogaram “merda na Geni”. Ele é o pai da Geni e do Zepelim. Chico se desviou da merda, mas não gostou nada do fedor exalado da boca do janota malogrado. Por isso, vai processá-lo. Na verdade, a prefeitura do Rio deveria também processar o merdeiro, posto que ele poluiu a cidade com sua merda.

Nos dois processos, Chico também vai processar o falso jornalista João Pedrosa, o advogado dele vai colocar no início os versos da música de Chico O Injuriado.

“Dinheiro não lhe emprestei

Favores nunca lhe fiz

Não alimentei o seu gênio ruim

Você nada está me devendo

Por isso, meu bem, não entendo

Por que anda agora falando de mim”.

Escute a música e tire, junto com Chico, um bom sarro dos membros da confraria do Triunfo dos Escravos. Os impotentes, como diz o filósofo Nietzsche.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: