CARNAVAL LUXO NO RIO DE JANEIRO É “CLOVIS BORNAY – 100 ANOS”

Rio de Janeiro - O Museu da República, no Palácio do Catete, inaugura hoje a exposição Clóvis Bornay 100 anos , que homenageia o centenário do museólogo e carnavalesco, idealizador do Baile de Gala do Th

Falar sobre a história do carnaval luxuoso no Rio de Janeiro é falar do folião dos brilhos o museólogo Clóvis Bornay. Falar dos bailes de salão é Clóvis Bornay. Falar de lantejoulas, purpurinas, paetês e carmins falar borbulhantemente de Clóvis Bornay. E também falar de luxo em desfile de Escola de Samba é falar de Clóvis Bornay. Tudo que se refere a luxo no carnaval carioca fala de Clóvis Bornay

Para comemoração dos 100 anos do museólogo, o mestre do luxo carnavalesco, Clóvis Bornay, o Museu da República produziu a Exposição Clóvis Bornay – 100 Anos que ficará disposta ao público até o mês de abril.

“Clóvis Bornay foi um personagem importantíssimo no mundo dos museus, da museologia e do carnaval. Ele trabalhou no Museu da República supervisionando montagens de exposições e fez nos jardins uma representação da primeira missa rezada no Brasil.

Clóvis Bornay foi ator, cantor, museólogo, carnavalesco e gay. Foi idealizador do Baile de Gala do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1937, onde se deram os primeiro desfiles de fantasias de luxo. Para ele o museu devia ser democrático: ir até o povo”, observou o professor Mario Chagas, curador da exposição e coordenador técnico do Museu da República.

De acordo com Patrícia Fernandes, assistente da coordenadoria, a exposição encontra-se ligada aos 100 anos do Samba. A exposição mostra Bornay em três salas. 1 – Profissional de museu. 2 – Mestre de fantasia. 3 – Personagem mútiplo.

“Na verdade, a gente faz uma linha do tempo dessa pessoa que foi Clóvis Bornay”, disse Patrícia.

Rio de Janeiro - O Museu da República inaugura a exposição Clóvis Bornay 100 Anos do museólogo, carnavalesco e vencedor de concursos de fantasias do carnaval carioca (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Patrícia também ressaltou o mote usado por Clóvis Bornay constantemente. “Ser museólogo não é nada. Mas difícil é ser Clóvis Bornay na passarela todos os anos”.

É carnaval, companheiros! Então a ordem é cair na folia com o convite de Clóvis Bornay, a borbulhança do luxo carnavalesco. Mas cuido para não cair. Clóvis Bornay, conhece o tombo.   

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