APLICATIVO “QUERO VER CULTURA” DO MINC PERMITIRÁ QUE 14 MILHÕES DE DOMICÍLIOS DO BOLSA FAMÍLIA TENHAM ACESSO GRATUITO.

É simples, fácil de compreender e válido aceitar. O Ministério da Cultura criou uma plataforma de audiovisuais com conteúdos nacionais compostos por curtas metragens e longas metragens de ficção e documentários que foram criados com a participação da Lei de Audiovisuais.

         Agora, essa plataforma de audiovisuais chegará a 14 milhões de domicílios das famílias que são beneficiadas pelo Programa Bolsa Família. Para que essa produção seja possível, o MinC vai distribuir um kit contendo conversor, controle remoto e uma antena a ser adaptada na casa do beneficiado. O conversor , que foi desenvolvido pela Universidade Federal da Paraíba, tem interface de interatividade Ginga C que permitirá acessar aplicativos com uma série de informativos de serviços públicos: vagas de emprego, consultas médicas, serviços bancários e alguns serviços federais, estaduais e municipais.

      Dispostos para serem assistidos de acordo com o interesse do espectador, os filmes serão transmitidos através da antena sem necessidade de internet. Por semana, o espectador terá disponível de cinco a dez filmes. Para Pola Ribeiro, secretário do Audiovisual do MinC, o objetivo é ampliar o público do cinema brasileiro.

      “Nos últimos cinco anos, cresceu muito a cartela de filmes produzidos, mas esses filmes têm que transcender o circuito do mercado. Quando a gente fala de Quero Ver Cultura a gente está falando em entregar 14 milhões de caixinhas, que vão impactar em até 60 milhões de pessoas. Passa a ser a terceira maior entrega de conteúdos do mundo, para uma população que não tinha acesso.

       Na verdade, a gente que democratizar o acesso à comunicação e aos conteúdos audiovisuais que são produzidos com recurso públicos. A gente quer que a grande parcela da população que está fora desse acesso possa ter opções para além da TV aberta comercial. Que ele possa também acessar conteúdos por demanda, que é o que a contemporaneidade está oferecendo”, observou Pola Ribeiro.

     Grande jogada! Auxilia na sensibilização artística da população com baixa renda e aumenta a importância do cinema brasileiro e expande seu mercado.

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