Semana da TVT tem curta sobre sobreviventes na Síria e debate do feminicídio

Nesta segunda (23), “Not Anymore”, com 80 premiações, mostra os porquês da luta dos sírios pela liberdade. Na quarta (25), os crimes de ódio contra mulheres são tema do “Bom Para Todos”.

São Paulo – O premiado documentário de curta-metragem Não Mais: uma história de revolução (Not Anymore: A Story of Revolution) é um dos destaques na programação da TVT nesta semana. O filme, dirigido pelo norte-americano Matthew Vandyke, vai ao ar nesta segunda-feira (23), no EntreTodos, às 20h30. Exibido em mais de 200 festivais e com 80 premiações, o curta aborda a guerra na Síria por meio da história de duas pessoas que tiveram a vida devastada por causa do conflito: a jornalista Nour e o lutador Mowya. O filme mostra o porquê da luta dos sírios em busca da liberdade.

Na sequência, o EntreTodos exibe o curta-metragem turco Polo Sul (South Pole), do diretor Emin Akpinar. No filme, o aposentado Muhsin, apesar da vida simples, vê sua foto no noticiário da TV, em que o repórter afirma que ele é chefe de um grupo terrorista e que será morto durante os protestos locais.

Na terça-feira (24), o Panorama faz um resumo das notícias que foram destaque da semana que passou no Seu Jornal, que vai ao ar às 19h, de segunda a sábado.

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Feminicídio é considerado a instância última de controle da mulher pelo homem: o controle da vida e da morte

Na quarta-feira (25), às 20h30, o Bom para Todos aborda o feminicídio. O alto índice de mortes de mulheres na própria residência, o machismo e os efeitos das leis antigas e banidas do Código Penal na raiz da sociedade e do Judiciário são problemas apontados. O feminicídio é considerado uma consequência do machismo, uma violência decorrente da sensação de controle da vida e da morte da mulher pelo homem. O Brasil registra uma taxa de 4,8 assassinatos em 100 mil mulheres e é o quinto país com maior índice de homicídios femininos.

Ainda na quarta, às 22h, o Art É Arte apresenta o sarau Olhares Devassos, em que artistas da periferia se apresentam em um espaço nobre da capital paulista. Essa maneira de misturar realidades distintas de exclusão e inclusão acontece Rua Pamplona, próxima à Avenida Paulista, região central de São Paulo.

Na quinta-feira (26), às 20h30, o Aula Pública reprisa o programa exibido em junho de 2016, sobre a busca do continente africano em superar o estigma de ser o símbolo mundial da pobreza. Para falar do tema, o doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador da história da África Muryatan Barbosa explica que assumir o protagonismo da própria história pode ser um movimento estratégico para compreender a dinâmica do continente, para além de explicações eurocêntricas.

Já na sexta-feira (28), o Luz, Câmera e Democracia exibe às 20h30 os filmes Jósimo: O padre negro de sandálias surradas (2016) e Agroflorestas (2013). O primeiro é um documentário de 39 minutos sobre a trajetória do padre Jósimo, na qual relata sua vida, morte e a luta por justiça social. Já o segundo mostra, em 15 minutos, a luta para o desenvolvimento de um projeto de implantação de agroflorestas, que visa a preservar e garantir sustentabilidade no campo.

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