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BIÓGRAFO DE KARL MARX LANÇA EM SÃO PAULO NOVA EDIÇÃO DE ‘O CAPITAL’

Junho 5, 2017

São Paulo – Nesta segunda-feira (5), o biógrafo Michael Heinrich chega à cidade de São Paulo para duas atividades referentes ao lançamento do livro O capital (Livro III) e os 150 anos da primeira edição publicada por Karl Marx. O pesquisador é um dos destaques do 3º Salão do Livro Político, que ocorre na terça-feira (6), às 10h30, no Tucarena, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), na zona oeste. A mediação é do professor Antonio Rago Filho. 

Heinrich também apresentará um curso de dois dias sobre a história d’O Capital, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, no centro da capital. Nestas segunda e terça (5 e 6), ambos às 19h30.

Michael Heinrich é cientista político especialista em Marx, professor de Economia na University of Applied Sciences, em Berlim, e colaborador na Mega-2 (Marx-Engels-Gesamtausgabe), instituição detentora e curadora dos manuscritos de Karl Marx e Friedrich Engels.

Apesar de existirem mais de 25 biografias de Marx no mundo, para muitos, a obra de Heinrich é a mais equilibrada e se dedica em partes iguais à vida e à obra do autor. 

Confira os eventos em que o biógrafo estará presente:

Curso “A história de O capital de Marx”, com Michael Heinrich
Segunda e terça (5 e 6) | 19h30 às 21h00

CPF – Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 | 4º andar
Bela Vista, São Paulo Clique aqui para informações sobre inscrições

3º Salão do Livro Político – Sobre Marx, com Michael Heinrich. Mediação de Antonio Rago Filho.
Terça (6) | às 10h30

Tucarena
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo 
Rua Monte Alegre, 984, Perdizes | São Paulo

‘VAMOS SEM TEMER’: CLIP DE MÁRCIO LUGÓ FAZ CRÍTICA AO GOVERNO GOLPISTA

Maio 25, 2017

O cantor paulistano Márcio Lugó acaba de lançar no YouTube e nas redes sociais o terceiro clipe do álbum Pêndulo. O vídeo feito completamente em animação faz uma crítica literal à atual conjuntura política e social brasileira. Apesar de a letra ter sido escrita há seis anos, a produção escancara mensagens que atingem diretamente o presidente Michel Temer (PMDB), o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) no estado de São Paulo e o do prefeito paulistano, João Doria (PSDB).

A música trata sobre um homem que foi preso por pegar “dinheiro como solução” e que mudou de lado dentro da prisão, “se fez comportado, um tanto humilde e sem distrair cumpriu a pena na certeza que não voltaria pra cela abafada depois de sair”. Acontece, que quando saiu da cadeia, ele viu que o cinza tomava conta da situação – e, de forma literal, a animação mostra as brigadas anti-pichação do atual prefeito de São Paulo.

Videoclipe de 'O Sobrevivente' foi dirigido e finalizado pelo ilustrador Dan Leal

Depois de enfrentar as filas e a desesperança nos serviços públicos de empregabilidade, só lhe resta voltar pra casa em metrô abarrotado (“Reverência bovina de todas as noites, onde será que vai essa nação?”). Quando ajuda alguém em situação de rua e com fome, o homem se revolta aparentemente com os lucros exorbitantes dos bancos, com a desigualdade social e conclama o povo a agir. Com mais pessoas, a luta tem mais força contra esta máquina opressora, a mídia e a violência policial: “Agora é esperança de revolução” e é aí que o povo unido carrega a faixa “Vamos sem Temer”.

Em seu site, Márcio Lugó declara a importância da arte na transformação social: “De alguns anos pra cá, percebi que a importância do artista é muito maior do que só o aspecto musical. A arte é a essência. É a desculpa que a gente tem para chegar ao próximo. Para fazer as pessoas refletirem e pensarem um pouco diferente. Nosso papel é estar em contato com essa sociedade que nos cerca, fazendo parte dela, tentando ajudá-la e tentando aprimorá-la”.

O videoclipe foi dirigido e finalizado pelo ilustrador Dan Leal.

Ficha técnica O Sobrevivente
Música
Voz e guitarra: Márcio Lugó
Guitarra, baixo synth e programações: Rafa Moraes
Percuteria, congas, bells e efeitos: Raphael Coelho
Mixagem: Gustavo Lenza
Masterização: Carlos Freitas
Videoclipe
Direção, animação e finalização: Dan Leal

ESPETÁCULO CIRCENSE DE RUA ATACA PRECONCEITOS E CELEBRA A RIQUEZA CULTURAL NORDESTINA

Maio 6, 2017

Migrantes

Da redação da Rede Brasil Atual.

São Paulo – A Trupe Baião de 2 faz várias apresentações do espetáculo Retirantes: Malas, Sonhos e Mancebos por cidades da região metropolitana de São Paulo a partir deste sábado (6). Por meio de linguagem circense, a companhia apresenta a história de dois migrantes nordestinos e seus (des)caminhos rumo ao seu novo lar, a capital paulista. Da arrumação do solo para firmar a casa até a organização de objetos cheios de histórias, a peça mostra a felicidade e a esperança dos retirantes com a nova terra.

A primeira apresentação será realizada na Avenida Odair de Souza Ribeiro, no Bairro Nogueira, em Guararema. Em seguida, a trupe de circo leva o espetáculo a Santa Isabel (12), Suzano (19), Poá (20), Biritiba-Mirim (26), Guaianases (28), Ferraz de Vasconcelos (2/6) e Salesópolis (11/6). Segundo o grupo, os locais foram escolhidos levando em consideração a expressiva presença de migrantes nordestinos.

“Para tratar de um tema tão íntimo e tão presente ao nordestino, tomamos muito cuidado, já que nossa intenção não era mostrar a dificuldade, nem o lado triste por ter de abandonar a terra querida. Mas sim a esperança, que dá forças a tantas famílias para migrarem em direção a uma nova vida. É uma homenagem aos nordestinos! Passaremos por municípios que possuem grande número de migrantes e acreditamos que, desta forma, o circo adquire um papel importante de interação social, em um campo que pretende valorizar a cultura nordestina e discutir o preconceito”, afirma Rachel Monteiro, cofundadora da trupe e volante de acrobacia.

Segundo Cleuber Gonçalves, que assina o figurino do espetáculo, a peça privilegia a esperança ao sofrimento nordestino. “O conceito de retirante pensado nesta criação é diferente dos retirantes retratados por Portinari, por exemplo, que evidenciou a ideia de sofrimento. Esta montagem trata de um casal sonhador e romântico, que busca sua felicidade em terras mais abastadas que as suas, sem nunca perder a alegria e nem deixar de sonhar”, comenta.

ARIANE ARTIOLI/DIVULGAÇÃOCirco
Espetáculo celebra cultura nordestina com circo, cultura popular maracatus, cocos, frevos, forrós e danças

Na história, as malas levam objetos repletos de afetos e significados, mas também o sonho e a expectativa de uma vida nova: é nelas que os migrantes levam a alegria, o trabalho, o cansaço e a esperança. Retirantes: Malas, Sonhos e Mancebos é uma celebração da riqueza da cultura nordestina que mistura circo com elementos da cultura popular como maracatus, cocos, frevos, forrós, ritmos tipicamente nordestinos que dão o tom das performances circenses e danças típicas.

Compõem o espetáculo números de acrobacia em dupla, perna de pau, malabares, manipulação de objetos, cenas de habilidade de força e equilíbrio. Um dos destaques da apresentação é a percha de equilíbrio, modalidade tradicional de virtuose e risco, pouco praticada hoje em dia.

A obra é um projeto realizado por meio do edital Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo 2015, uma realização da Funarte e do Ministério da Cultura. Todas as apresentações são gratuitas, com a realização de um bate-papo sobre o espetáculo e a linguagem do circo ao final.

Retirantes: Malas, Sonhos e Mancebos
– Sábado, 6 de maio, às 11h30
Avenida Odair de Souza Ribeiro, no Bairro Nogueira, em Guararema
– Sexta-feira, 12 de maio, às 10h e às 16h
no Paço Municipal, na Avenida República, 297, no centro, em Santa Isabel
– Sexta-feira, 19 de maio, às 14h30
Praça João Pessoa S/N, no Centro, em Suzano
– Sábado, 20 de maio, às 11h e às 14h30
Praça da Bíblia, na Rua Vicente Guida, na Vila Açoriana, em Poá
– Sexta-feira, 26 de maio, às 10h e às 16h
Praça São Benedito, S/N, no Centro, em Biritiba-Mirim
– Domingo, 28 de maio, às 11h
Avenida Estrada Itaquera, 2448, Guaianases, em São Paulo
– Sexta-feira, 2 de junho, às 11h e às 15h
Praça Independência, Centro, em Ferraz de Vasconcelos
– Domingo, 11 de junho, às 10h e às 15h
Praça Antônio de Souza Prado, Km 84, no distrito Nossa Senhora dos Remédios, em Salesópolis

Ficha técnica
Artistas circenses (elenco): Guilherme Awazu e Rachel Monteiro
Figurinista: Cleuber Gonçalves
Técnico som: Clóvis Vilela
Direção artística: Ronaldo Aguiar
Produção executiva: Álvaro Rovares
Direção de produção e elaboração: Marcia Vilela/Arena Projetos
Concepção: Trupe Baião de 2
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: livre
Quanto: grátis
Mais informações:  retirantes.wordpress.com e www.facebook.com/TrupeBaiaoDe2

TRÊS POEMAS DE MATHEUS BARBOSA

Abril 16, 2017

Publicamos abaixo três criações poéticas de Matheus Barbosa, estudante do segundo ano do ensino Médio da Escola Estadual Engenheiro Artur Soares Amorim.

Lá e cá

“Lá e cá lá e cá,
passam sem parar,
pessoas formigas,
sem deixar pensamentos voar.

Lá e cá lá e cá,
utopia destruída,
pessoas corroídas,
trabalham sem parar.

Sociedade cega,
civilização dominada,
florestas por dinheiro,
E o amor? Não existe mais nada.

Direção infinita,
inimigo a vista,
acorda marinheiro,
trabalhar, trabalhar,
ganhar dinheiro. “

Humor-colia

“Em poemas,
escrevo minha dor,
a dor que o mundo oferece.

Obrigado mundo,
por oferecer essa dor,
que em meus poemas escreves.”

Pátrialogia

“Se for pra morrer queimado,
que queimem meu coração,
pois de coração quente,
as pessoas precisam.

Se for pra morrer baleado,
baleias minha mente,
Para que se exploda de criatividade.

Não morro por vaidade,
não morro por agonia,
morro por minha pátria,
que irá melhorar um dia.”

PEREIRA DA VIOLA É ENTREVISTADO PELO SITE BRASIL DE FATO

Abril 12, 2017

Aproveitem esse singular trabalho do Brasil de Fato com a singeleza do violeiro e cantador Pereira da Viola. Um corte na falsa palavra de ordem dos insensíveis e embrutecidos “sertanejos” urbanoides.

EM INTERVENÇÃO DURANTE MOSTRA DE TEATRO, SECUNDARISTAS PROMETEM NOVAS MOBILIZAÇÕES

Março 21, 2017

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Texto de Sarah Fernandes, da Rede Brasil Atual

São Paulo – Alunos Secundaristas da rede pública de ensino de São Paulo realizaram uma série de intervenções artísticas durante a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – que começou dia 14 e  se encerra nesta terça (21), em diversos teatros da capital paulista – com o intuito de relembrar e compartilhar experiências das ocupações de escolas realizadas no ano passado. Sem que fossem anunciados, os estudantes encenaram “Atos de Resistência II” após o termino de pelo menos duas peças do circuito, surpreendendo a plateia com encenações cheias de energia e engajamento político.

As apresentações terminaram com promessas de mobilizações contra as diversas reformas propostas pelos governos federal, estadual e municipal, como a reforma do ensino médio, da Previdência e a reforma trabalhista. “Fica preparado que com a reforma vai ter luta!”, cantaram os jovens.

Uma das apresentações dos secundaristas foi realizada no domingo (19), depois da peça chilena Mateluna, uma obra sobre o militante Jorge Mateluna, que lutou na Frente Patriótica Manuel Rodriguez, no Chile. Quando o público já se preparava para deixar o teatro João Caetano, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, os estudantes entraram correndo pelos corredores gritando “vamos ocupar! Essa é a minha escola e ninguém vai me tirar”. Era o começo da mobilização em linguagem cênica.

“9 de novembro de 2015, escola estadual Onório Monteiro, ocupada!” maio de 2016, Etec das Artes, ocupada!”, bradava os jovens, lembrando as escolas ocupadas e datas marcantes para o movimento. Eles percorreram as fileiras contanto para os espectadores particularidades das ocupações: “nós tínhamos arrecadado tanta comida, pra semana inteira, mas eram muitos jovens e acabamos comendo quase tudo em um dia”, confidenciou uma jovem. “Eu me inspirei nos estudantes do Chile”, disse outra. “Uma das melhores refeições da minha vida foi uma lasanha que comemos na ocupação e não porque era lasanha, mas porque estávamos comendo todos juntos”, contou uma aluna.

“O Choque! Olha o Choque!”, gritavam os jovens em referência à repressão policial, relembrando os momentos mais tensos das ocupações. Os jovens entoaram palavras de ordem e finalizaram a apresentação com um jogral, principal forma de pronunciamento adotada pelos estudantes durante as mobilizações. “Nós estudantes secundaristas, organizados de forma autônoma, horizontal e democrática, estamos aqui hoje para reivindicar educação pública. O Estado há muito tem feito ataques e projetos de precarização da educação, seja privatizando reformando ou fechando escolas. Nós  estamos aqui pra mostrar que estamos vivos e seguimos lutando!”

O público, surpreendido, foi levado até a rua pelos secundaristas e foram aplaudidos de forma bastante emocionada. “Não adianta falar que é vandalismo. A gente vai ocupar tudo. Vamos ocupar as ruas, vamos ocupar as escolas e vamos ocupar os teatros, vamos ocupar o mundo e não vai falar que é vandalismo, porque vandalismo é o que fazem com as nossas vidas!”, disseram os estudantes em jogral. “Pacífico? Pacífico é só o oceano! O nome disso aqui é revolta!”

O trabalho encenado pelos jovens foi coordenado pela atriz e performer Martha Kiss Perrone, num trabalho artístico com estudantes secundaristas que participaram de ocupações ao longo de 2016, contra a aprovação da Emenda Constitucional 95, que limita por 20 anos os investimentos públicos em diversas áreas, como saúde e educação. Pelo menos 1.198 escolas no país foram ocupadas no movimento, naquela que foi considerada a maior mobilização de estudantes do país.

Alguns dos integrantes participaram também do movimento de ocupações de escolas estaduais de São Paulo, iniciado no final de 2015, contra o projeto de reorganização escolar anunciado pelo governador Geraldo Alckmin, que pretendia fechar 94 escolas e transferir compulsoriamente 311 mil estudantes.

Como resposta, os secundaristas chegaram a ocupar 213 no estado, no auge do movimento, em 2 de dezembro. Após 25 dias de intensa mobilização, o governador foi a público suspender o projeto e em seguida, o então secretário estadual da Educação, Herman Voorwald, pediu demissão.

A Mostra Internacional de Teatro deste ano traz para São Paulo espetáculos de seis países: África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, Chile e Líbano. Os ingressos para as peças custam R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira) e as atividades de formação e reflexão são gratuitas. Um desses temas centrais do evento esse ano é “negritude, do racismo, do protagonismo negro e do empoderamento”. Pelo menos três espetáculos abordam o tema: Branco: o cheiro do lírio e do formolA Missão em Fragmentos: 12 cenas de descolonização em legítima defesaBlack Off.

 

A ESCRAVIDÃO PERSISTE NO BRASIL. NESTA TERÇA RODRIGO MAIA QUER COLOCAR EM VOTAÇÃO A DEFORMA DA CLT QUE ACABA COM TODOS OS DIREITOS DOS TRABALHADORES

Março 20, 2017

É de interesse do capital internacional e nacional brasileiro que o trabalho escravo continue no nosso país. Isso será mantido se aprovada a deforma da CLT na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira, dia 21. Para propor linhas de corte, publicamos a paródia da estudante Maryana Emilly Alvarenga Costa. Tendo o Romantismo como movimento filosófico, artístico e literário, Maryana compõe 4 estrofes com a Terceira Geração Romântica Condoreira,  viajando no  Navio Negreiro de Castro Alves, canto V, mais uma invocação contra tanta violência e crueldade em tempo difíceis por que passa o Brasil. Leiamos:

Senhor Deus! Será que não ouves

O silêncio gritante dos escravos?

Será que não podes por um fim

Em seus fardos pesados?

A ausência de alegria, amor e sorriso,

É pior do que a desejada morte

Presos em correntes dia e noite,

Parece que roubaram deles a sorte.

Deus dos acorrentados! onde estais

Que não ouves os choros abafados?

A cor negra de raça, de força e garra

Agora sofrem com mãos e corações aprisionados.

A cor da nação, terra e povo

Não deixe Senhor que morram de desgosto.

Não os deixem viver na prisão e escuridão

Deus dos acorrentados, os livrem da escravidão.

TVT estreia programas a partir desta segunda-feira

Fevereiro 7, 2017

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Feminismo, cultura, ciência e autoestima na terceira idade estão entre os temas abordados, cada dia um programa diferente, em projetos desenvolvidos por emissoras educativas de outros estados.

A TVT inicia o mês de fevereiro com novidades na grade de programação. Feminismo, cultura, ciência e a auto-estima na terceira idade serão os temas abordados nos programas que estreiam na emissora.

Nesta segunda-feira (6), às 21h30, estreia o Imagem da Palavra, que faz uma viagem pelo mundo dos livros e o universo que se abre a partir da palavra escrita, falada e cantada. O programa, criado pela Rede Minas, traz escritores brasileiros e estrangeiros a cada semana.

A novidade na terça-feira fica por conta do Enredo Cultural, às 21h. Produzido pela TV UFG, da Universidade Federal de Goiás (UFG), o programa aborda diferentes manifestações artísticas e culturais originárias daquele estado.Na quarta-feira, o Sou 60, da Rede Minas, trata a terceira idade de forma aberta, corajosa, com seriedade e otimismo, por meio de temas como cidadania, saúde, sexualidade, comportamento, tecnologia, mercado de trabalho e roteiros de viagem. O programa é exibido às 18h.

Ainda na quarta, às 21h30, arte, política, diversidade cultural e construção da imagem e do papel social das mulheres, no Mulhere-se, também da Rede Minas.

Às 23h45 das quartas-feiras será exibido o CurtaVideo, programa de curtas metragens e entrevistas com seus realizadores, produzido pela TVE ES.

Na quinta-feira, às 18h, a programação abre espaço para o Viver Ciência, que por meio de entrevistas com pesquisadores busca aproximar o conhecimento científico da vida cotidiana e o impacto deste na sociedade. O programa é produzido pela TV UFG.

Ainda na quinta, às 21h30, com , o Brasil Visto do Céu, criado pela TV Brasil, mostra, em expedições aéreas, terrestres e marítimas a diversidade, paisagens e culturas que as do país.

Também na quinta, às 23h45, o TVE Debate entra na grade com a proposta de trazer temas polêmicos e de interesse público. Cada tema conta com especialistas para um debate sob diversos pontos de vista.

No Balaio, da TV Pernambuco, é a novidade da sexta-feira. Exibido às 18h, o programa traz, com leveza e bom humor, informações sobre música, cultura, comportamento, gastronomia e tecnologia.

Bienal da UNE terá encerramento grande manifestação “Culturata”

Fevereiro 1, 2017

Mais de 5 mil estudantes, de todos os estados brasileiros, participam da Bienal, que tem encerramento hoje, com Assembleia do CUCA da UNE e realização da “Culturata”, a grande passeata cultural, com toda a diversidade artística, política e cidadã da Bienal.

A programação da 10a. Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE), no Centro Dragão do Mar, que teve dezenas de shows, peças de teatro, exposições, debates e outras atividades culturais, tem encerramento nesta quarta-feira, com a Assembleia do CUCA da UNE, a partir das 10h, e com a grande manifestação política e multicultural “Culturata”, a partir das 14h, saindo da Praça Almirante Saldanha, no Centro Dragão do Mar.

A Culturata é um momento tradicional de encerramento de cada edição da Bienal da UNE, destacando toda a diversidade artística e de ideias no evento, com representantes de todos os estados brasileiros e dos mais diversos grupos, expressões, propostas, manifestações artísticas e políticas.

Prevista para seguir até 17h, a Culturata é também uma forma de chamar ainda mais a atenção da cidade para a presença de tantos visitantes, para a necessidade de reflexões sobre o atual momento do País. É ainda um agradecimento a Fortaleza, pela acolhida è 10a. Bienal da UNE, com tantos artistas desfilando em um presente para a cidade.

Estudantes visitaram a periferia de Fortaleza

A Bienal da UNE também contou, nesta terça-feira, o projeto “#LadoC”, que mostrou aos jovens uma Fortaleza bem além dos roteiros turísticos, promovendo 10 circuitos de visitas a diferentes bairros da capital cearense, com destaque para regiões de periferia, distantes do circuito mais habitual dos visitantes da “terra do sol”.

Os estudantes seguiram em 10 roteiros diferentes, saindo do Centro Dragão do Mar e partindo para diversos pontos da multiplicidade social e cultural de Fortaleza. Os circuitos incluíram a Região Metropolitana, percorrendo do Centro à periferia, do urbano ao rural, de comunidades indígenas a coletivos de hip-hop. O “#LadoC da Bienal da UNE” promoveu a circulação e o diálogo dos estudantes brasileiros com a diversidade das expressões culturais cearenses.

A programação de cada circuito do Lado C foi desenvolvida com a participação de articuladores locais, vinculados a projetos sociais e culturais, envolvendo manifestações comunitárias, Mestres e Mestras da cultura popular, coletivos de arte, Pontos de Cultura, Bancos Comunitários, entre outros.

“Nesta edição, no espírito da ‘Feira da Reinvenção’, a ideia foi mostrar uma Fortaleza que existe, vive e respira cultura e cidadania, para além dos tradicionais roteiros turísticos. As mais belas praias e belezas naturais da capital cearense estão nas favelas e nas periferias da cidade, por exemplo. E é nessas comunidades que o povo vive, sonha, reinventa o seu cotidiano e constrói alternativas inspiradoras para o futuro”, destacou o coordenador da atividade, Alexandre Santini.

Mais sobre a Bienal da UNE

A Bienal da UNE, o maior festival estudantil da América Latina, chega à sua 10ª edição e celebra seus quase 20 anos de existência com uma verdadeira ocupação cultural de Fortaleza. Entre quarta-feira, 29/1, e domingo, 1/2, mais de 5 mil estudantes vindos de todas as regiões do País vão se integrar ao povo cearense e fazer do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e daPraia de Iracema a referência da produção artística, dos debates e do pensamento da juventude brasileira.

A 10ª Bienal da UNE tem como tema “Feira da Reinvenção”, em alusão ao potencial criativo do povo brasileiro e à possibilidade de reinvenção de linguagens, estéticas, formas de luta, de resistência e de arte, a partir da imagem das feiras populares. A 10ªBienal também dará início às festividades dos 80 anos da UNE, comemorados no dia 11 de agosto.

A programação da Bienal apresenta uma extensa lista de convidados, entre pensadores, artistas e ativistas, com o objetivo de reunir as diversas linguagens e expressões culturais, valorizar a identidade nacional e conectar as produções estudantis de todas as regiões do País.

“Para a UNE, é uma honra poder ser recebida em um estado que reserva tanta história, tanta luta e uma cultura tão rica, quanto o Ceará. Acredito que as trocas que serão possibilitadas nesta edição, com o encontro de gente de todo o Brasil, vão criar um ambiente bem diverso e instigante, de reinvenção e muita criatividade”, afirma a presidenta da UNE, Carina Vitral, que já está em Fortaleza, participando de atividades preparatórias para a Bienal.

Já passaram pelas diversas edições da Bienal até aqui artistas como Gilberto Gil, Oscar Niemeyer, Ariano Suassuna, Abdias Nascimento, Alceu Valença, Ziraldo, Tom Zé, Martinho da Vila, Augusto Boal, Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, Lenine, Naná Vasconcelos, Criolo, Pitty e muitos outros personagens.

PAULO BARNABÉ E PATIFE BAND SE APRESENTAM HOJE EM SÃO PAULO

Janeiro 19, 2017

Patife Band 2016 (Foto - Daniela Ometto).jpg

Matéria publicada pela Rede Brasil Atual.

São Paulo – Ainda em plena atividade e sem jamais ter feito concessões ao sucesso fácil, a Patife Band, liderada pelo instrumentista, vocalista e performer Paulo Barnabé, volta a tocar em São Paulo nesta quinta (19), na Z Carniceria, palco que vem se firmando como referência para a música autoral na cidade. O show abre a “temporada” de sempre raras apresentações da banda, ícone da cena pós-punk paulista da década de 1980. Na programação, outro representante da “música torta”, o grupo Emicaeli, na ativa há 20 anos sendo “a banda mais desconhecida de São Paulo”, como afirmam.

A Patife Band foi fundada em 1983 e, desde então, já teve diversas formações. Sua enxuta discografia tem apenas três álbuns – Patife Band (1985), Corredor Polonês (1987) e Ao Vivo (2003), em que a marca é a mistura do erudito com o popular. Ao lado do irmão Arrigo, Paulo Barnabé é especialista em juntar o dodecafônico e a atonalidade ao pop, rock e jazz, além de ritmos brasileiros. O resultado é uma música repleta de elementos experimentais, algum barulho e muita energia. Destaques da obra da banda são os “anti-hits” Tô Tenso e Poema em Linha Reta, que fez parte da trilha sonora do filme Cidade Oculta (1986).

De estilo recluso, Paulo está gravando um novo disco com a Patife Band, trabalhando nos estúdios Zastrás. “A ideia é ir gravando à medida que as músicas ficam prontas. Não temos data para lançar por enquanto, estamos criando”, afirmou ao portal ABCD Maior, por conta de uma apresentação em Santo André, no ABC paulista, ano passado.

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Emicaeli, herdeiros da ‘música torta’ dos anos 1980, tem carreira de 20 anos, cinco álbuns e turnês mundiais

Stoner

Por sua vez, o Emicaeli, com quem a Patife Band se apresenta desde o final de 2015, foi formada em 1996, e apesar de cinco álbuns e de algumas turnês pelo mundo, segue uma ilustre desconhecida para o público brasileiro. A banda revive elementos e ideias da chamada vanguarda paulistana – movimento que teve nos irmãos Barnabé dois de seus principais representantes – como experimentações em punk rock e jazz, atonalismos e tempos musicais incomuns para os ouvidos acostumados à tocada facilmente digerível da indústria fonográfica.

Em novembro, o Emicaeli lançou Pops, quinto álbum “bem torto” de sua discografia e que marcou os 20 anos do grupo, formado por amigos de colégio, em 1996. Paulo Barnabé gravou os vocais em uma das faixas. Em sua divulgação, o grupo anuncia “15 minutos de lapada, ora derretida, ora alerta, com riffs de metal ou com psicodelia induzida”.

Os shows da Patife Band e do Emicaeli no Z Carniceria, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 724, Pinheiros, zona sul de São Paulo, começam às 23h, com ingressos a R$ 15.

Ouça Corredor Polonês, da Patife Band:

 

Assista Emicaeli em Azul Tensão: