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Devir/Dançar

Agosto 22, 2013

Nosso devir/dançar esta de volta trazendo novamente todas as quintas a dança em alguma forma de arte. Hoje trazemos a arte dançante em imagens fotográficas. E a artista convidada de hoje já teve algumas de suas imagens em nossa coluna. Trata-se de Dane Shitagi, uma fotografa havaiana especializada em fotografar bailarinas sem se preocupar em ser uma fotografia de dança.

Desta vez trazemos algumas fotos tiradas com bailarinas em lugares urbanos, onde os corpos dançantes dão vida ao corpo necrosado/concretizado da metrópole.

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Devir/Dançar

Março 14, 2013

Nosso devir/dançar de hoje traz de a produção da dança através de incríveis imagens em movimento. E como não poderiam faltar estes videos kinemicos possuem uma poiética expressividade nas mais diversas formas de dança.

Trazemos em especial alguns trabalhos do animador canadense Norman McLaren que se dedicou ao menos nestes três preciosos curtas voltados a dança. Até hoje Pas a deux é uma referência da animação de dança.

Devir/dançar

Fevereiro 28, 2013

Nosso devir / dançar continua seu movimento constante na descoberta da arte da dança que baila conjuntamente com outras manifestações. E neste novo ano traremos muitos mais movimentos ligados arte buliçosa dançante.

Hoje traremos a dança a partir de um cinema bastante especial e que trata metalinguisticamente a dança. Ou seja trata a dança pela dança, ou como se faz um espetáculo de dança em um fime de dança. Embora não seja um dos clássicos da dança este cinema traz um bom diretor e uma atriz que é bastante ligada a dança. Mas o melhor é as histórias parte documentais parte ficção de uma companhia de dança.

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Uma companhia de dança é mais do que uma estrutura contábil-administrativa-burocrática que deve responder a um mercado. Uma companhia de dança abarca a possibilidade criativa da produção de movimentos que na retina gerem 0 novo como possível.

Deste modo o dançarino não mantem com esta companhia uma mera relação entre burguês-proletário, patrão-empregado. Não se nega que existe em alguns casos a exploração, porém no meio desta relação empregatícia o empregado que é o artista tem toda a capacidade de não se alienar de sua força (não de trabalho, mas de criação) e modificar e ampliando sua relação com o mundo. Mesmo com uma coreografia já ensaiada o dançarin@ traz em sua leveza a produção e a cada espetáculo atualiza afetivamente seu bailado.

CINESQUIZO E DEVIR/DANÇAR

ENUNCIAM

DE CORPO E ALMA

The company Robert Altman 2003 The Joffrey Ballet of Chicago 4

Titulo Original: The Company/ Das Company

Ano: 2003

Elenco: Neve Campbell ( Loretta ‘Ry’ Ryan), Malcolm McDowell (Alberto Antonelli), James Franco (Josh), Barbara E. Robertson (Barbara Robertson), William Dick (Edouard), Susie Cusack (Susie), Marilyn Dodds Frank (Mrs. Ryan), John Lordan ( Mr. Ryan) e dançarinos/companhia do The Joffrey Ballet of Chicago

Diretor: Robert Altman

País: Estados Unidos/Alemanha
Duração :112 minutos
The company Robert Altman 2003 The Joffrey Ballet of Chicago

Sinopse (Resumo da História do Filme) : Um olhar de dentro do mundo do de uma companhia de balé . O filme foi produzido com a colaboração completa do Joffrey Ballet of Chicago, que contaram histórias dos bailarinos que se transforam ao entrar em contato com a dança. Campbell interpreta Loretta “Ry”, uma talentosa mas conflituosa dançarina prestes a se tornar a estrela de uma trupe de Chicago com co-fundador da companhia e um dos coreógrafos de maior destaque no país. Josh ocupa parte do tempo de Ry como o namorado que não está envolvido com a dança.

Com uma sequência de abertura vibrante como mostra o vídeo acima, este cinema do diretor Robert Altman conta com a produção, roteiro e atuação como atriz principal da canadense Neve Campbell. A primeira vista pode-se questionar o porque de Altman colocar uma história Neve Campbell, uma atriz com uma carreira hollywoodiana com filmes industrialmente péssimo (desculpem a redundância) como Panico, em uma de suas últimas produções? Foi um equívoco? Não.

Talvez sabendo que Campbell desde criança foi bailarina se juntando inclusive ao National Ballet School of Canada, porém não pode seguir carreira por diversas lesões como a retirada de um joanete de seu dedão e problemas nas juntas. Daí mais uma vez pode-se questionar se a escolha de Altman não foi para deixar ilusoriamente um sonho de Campbell ser encenado e tornado realidade em uma grande companhia de balé. Mais uma vez errado. Neve realmente teve uma carreira não muito cativante como atriz porém ela passou neste cinema o amor pela dança, este mundo mágico (e real) que cria e destroi realidades. Não é nenhuma forma de tentar reviver a ilusão. Tanto que mesmo não se tornando uma bailarina profissional, Neve continuou durante sua carreira de atriz se dedicando a dança e indo para a barra do batente, algo que fica claro em sua performance excelente como bailarina nas cenas.

The company Robert Altman 2003 The Joffrey Ballet of Chicago 2

A Companhia é bem mais do que o espaço físico ou suas decisões. A companhia de dança é um corpo não estático que utiliza de seus elementos e planos de ação a partir do talento dos coreografos e bailarinos para a produção.

De fato o trabalho de Altman/Campbell é quase (no sentido de sua amplitude de situações) um documento sobre o cotidiano produzido em uma grande companhia de Ballet. Vemos diversas situações comuns como desentendimentos do diretor da companhia com coreografos por causa de uma parte da coreografia, famílias de dançarinos que se desentendem devido a troca nos papéis, coreografos que tem que mudar o espetáculo pois o diretor da companhia gentilmente mostra que o sonho do coreógrafo tem de ser feito, mas com certas modificações que sejam rentáveis pela companhia, etc.

The company Robert Altman 2003 The Joffrey Ballet of Chicago 5

Em uma das cenas vemos uma bailarina que quebra (ou ao menos sofre uma lesão grave) com seu pé após um salto. Ao sentir a ausência de apoio e já percebendo que perderia o papel ocorre a inevitável queda. Porém além da queda física há a queda da produção seguida do medo de não poder mais dançar. Os presentes ficam sem reação. Altman coloca a câmara em um plongée, mostrando do alto a bailarina que se torna pequena. Seus pensamentos, frustrações a levam para cima da realidade que se impôs. Os spots de luz ainda focam a bailarina cuja a formosura esta rente ao chão.

Por ser uma dança de movimentos precisos, no balé erros podem ser onerosos a uma carreira de anos. A bailarina aceita seus limites porém é constantemente forçada a ultrapassa-los. É necessário uma tênue linha entre a prudência e a ousadia. Dançar se jogando no escuro abismo do palco que recebe quem dança e aguarda os acasos de seus passos.

The company Robert Altman 2003 The Joffrey Ballet of Chicago 3

Quando aparece a cena da primeira apresentação quando Ry dança sentimos na dança que ocorre durante a tempestade o sentimento leve da bailarina, que entrega todo o seu corpo a dança das ondas, assim como o marinheiro entrega a vida e solta o remo durante a tempestade.

Nesta forma livre, seguindo apenas os movimentos coreográficos do mar, a bailarina pode se entregar a criar movimentos que se intercalem e faça ela sentir toda ao furor da arte que circula dentro de si.

No espetáculo final vemos que entre as tomadas do palco aparecem a camera em travelling pelas coxias e durante toda esta parte dos “bastidores” ouvimos a composição de vozes, e movimentos dos produtores, cenografos, técnicos, sonoplastas para que o espetáculo continue vivo no coração do palco. Assim Altman nos envolve nestas periferias que não se ve da plateia, mostrando que assim como a companhia os espetáculos são um todo dinâmico, vivo que nasce de ideias que vai envolvendo todo o corpo da companhia e se torna real nos movimentos artísticos dos corpos dos bailarinos.

Devir/Dançar

Janeiro 31, 2013

O nosso devir/dançar desta quinta faz os movimentos da dança congelarem em uma estaticidade temporal-espacial de todos os movimentos.

Trata-se do instante da dança capturado pela fotografia, que capta uma parte do movimento e faz com que o observador complete a outra parte deste. E trazemos a obra do fotografo brasileiro Luis Áureo. Então complete seu olhar dançante.

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Luiz Aureo

Fórum Internacional de Dança 2012 -Luiz Aureo 2

Luiz Aureo 2

Fórum Internacional de Dança 2012 -Luiz Aureo 3

Fórum Internacional de Dança 2012 -Luiz Aureo 4

Fórum Internacional de Dança 2012 -Luiz Aureo 5

Fórum Internacional de Dança 2012 -Luiz Aureo

Devir/Dançar

Janeiro 3, 2013

devirdançarnatalino

Nosso movimento devir / dançar ainda está em clima de festas e traz hoje um tipo de cantoria, dança e folguedo popular : o Reisado ou Folia de Reis, que ocorre sempre entre o Natal e o dia de Reis (6 de janeiro) e envolve com muita beleza diversas manifestações populares. Esta manifestação folclórica é bastante lembrada pelos trajes coloridos, enfeites e os elementos como o boizinho, chapéus típicos como o chapéu de cidade, ou chapéu de casas ou igrejas colocados sobre a cabeça de alguns participantes.

Para tratarmos do reisado vemos o verbete de Luis da Câmara Cascudo sobre o tema e trazemos alguns trabalhos artísticos com o tema da folia de reis que inclui diversas danças. Neste próximo domingo postaremos vídeos com a dança da folia de reis em edição especial do Devir/Dançar. Afinal sentimos que todo encontro bailante é especial…

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Reisado folia de reis nordeste musica dança

“É denominação erudita para os grupos que cantam e dançam na véspera e dia de Reis (6 de janeiro). Em Portugal diz-se reisada e reiseiros, que tanto pode ser o cortejo de pedintes, cantando versos religiosos ou humorísticos, quanto os autos sacros, com motivos sagrados da história de Cristo. O reisado tem sua origem na Idade Média. Da dramacidade antiga guarda apenas as embaixadas e os diálogos, como o Reisado e o guerreiro. Ao centre ao ciclo natalino, é formado por grupos músicos, cantadores e dançadores que vão de porta em porta anunciar a chegada do Messias e homenagear os três reis Magos. O reisado é conhecido também com os nomes de Reis, Folia de Reis, Boi de Reis, e o enredo é sempre a Natividade, os Reis Magos e os pastores a caminho de Belém. No Brasil a denominação sem especificação maior, refere-se sempre aos Ranchos, Ternos, grupos que festejam o Natal e Reis. Vestem-se de Calça ou saiote, com guarda-peito, uma espécie de colete enfeitado com vidrilhos, lantejoulas, espelhinhos e fitas coloridas. O Reisado pode ser apenas a cantoria como também possuir enredo ou série de pequenos atos encadeados ou não. Este folguedo foi estudado por Théo Brandão e José Maria Tenório Rocha em Alagoas” Luiz de Câmara Cascudo, Dicionário do Folclore Brasileiro, 11a ed.

rodrigues Lessa- folia de reis

Rodrigues Lessa- folia de reis

Erivaldo- folia de reis em xilogravura

Erivaldo- folia de reis em xilogravura

Artista Nordestino- Folia de Reis

Artista Nordestino- Folia de Reis

Assis Costa-reisado floral

Assis Costa-reisado floral

Assis Costa- Reisado na terra do sol  (2012)

Assis Costa- Reisado na terra do sol (2012)

Zenon Barreto- Rio Grande do Norte - Reisado 1990

Zenon Barreto- Rio Grande do Norte – Reisado 1990

Devir/Dançar

Dezembro 27, 2012

devirdançarnatalino

Nosso movimento devir / dançar de hoje traz uma edição especial natalina com a dança típica da época. Claro que não poderiamos fugir da dança de época e ainda mais em uma cultura natalina tão rica quanto o Brasil.

Trouxemos então um estilo de dança e música próprio do Natal: a Pastoril. Por ser algo tão brasileiro e tão natalino, não poderia faltar a grande alegria e o estilo da dança brasileira. Posteriomente traremos mais informações sobre o pastoril e a lapinha.

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Pastoril é um folguedo popular dramático de origem européia, representado entre o Natal e a Festa de Reis (05 de janeiro), em vários Estados do Nordeste brasileiro. São cordões com diversos personagens, entre as quais as pastoras ou pastorinhas, que cantam e tocam pandeiros. De origem religiosa, também é denominado Presépio..

Pastoril de Flores- Pernambuco

Pastoril de Ponta Negra- Rio Grande do Norte

Pastoril Giselly Andrade de Recife

Pastoril da Matriz, Natal Brasileiro 2006 – CCBB Rio de Janeiro

Pastoril Flor do Amanhã- Fortaleza

Devir/dançar

Dezembro 6, 2012

Nosso irriquieto devir dançar desta quinta apresenta respeitosamento o trabalho de curtas de animação que tem como tema a dança. E a animação como produção das imagens em movimento seja por desenho em papel ou no computador é algo que traduz muito no corpo em movimento e suas (in)possibilidades.

Nesta singela seleção temos o trabalho do fabuloso animador holandês Gerrit van Dijk que recentente teve este curta projetado no kinemasófico afinado. As outras animações também são bastante ri

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Gerrit van Dijk e Monique Renault- Pas a Deux

Ryan Woodward- Thought of You

Erica Russell- Triangle

Sarah Wills- Ballet Animation

Louis Thomas- Le Ballet

Sung-Joon Yang- A nameless Ballerina

Devir/Dançar

Novembro 29, 2012

Nosso bailado devir/dançar continua incansavelmente sua produção dançante pelas artes e pelo mundo. Hoje continuamos o trabalho que envolve a arte visual (pintura e gravuras) que envolvam a dança. Já passamos pelo Brasil, Cuba e algumas civilizações ocidentais, e pretendemos ampliar por onde for possível.

Hoje continuando nossa volta ao mundo trazemos  trabalhos sobre dança de duas ilhas caribenhas das Índias Ocidentais: a Dominica (que não se deve confundir co República Dominicana) e Ilha de São Vicente (conhecida como São Vicente e Granadinas). Nestes locais onde a colonização africana foi muito forte vemos imagens de negros escravos dominicanos em seus movimentos de produção da vida pela dança.

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Augustino Brunyas-  Festival de escravos, St. Vincent, West Indies, 1770s

Agostino Brunias- Dance, St. Vincent, West Indies, ca. 1775

Agostino Brunias- Dança, Dominica, West Indies, 1770s

Agostino Brunias- Negro e Negra da Martinica Dançam La Chica (Negre et negresse de la Martinique dansant la Chica), 1805

Agostino Brunias- Luta de paus (Stick Fighting) , Dominica, West Indies, 1770s

Devir / Dançar

Novembro 23, 2012

Hoje nosso devir/dançar é especial em dança negras ou afro-brasileiras através de algumas referências sobre o tema. A dança negra tão rica no jongo, lundu, samba, maracatu e tantos outros ritmos negros. Trazemos aqui diversas referências que encontramos e pode ser uma boa pesquisa sobre a dança negra no Brasil

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Folder Do Cardan  (Centro de Articulação de referência em Dança Negra)

Livro- Danças de matriz africana de Jorge Sabino e Raul Lody

Livro de Muniz Sodré- Samba, o dono do corpo (sobre a dança religiosa, desterritorializante da sincopa do samba, e também com entrevistas com os grandes mestres)

Livro sobre Mercedes Baptista a primeira bailarina negra brasileira

Blogs e sítios sobre dança negra e afrobrasileira

http://dancas-africanas.blogspot.com.br/

http://seraqdancecompany.blogspot.com.br/

http://zinezerozero.blogspot.com.br/2010/03/danca-afro-brasileira.html

Videos e curtas sobre dança negra e afrobrasileira

http://portacurtas.org.br/filme/?name=maracatu_maracatus

http://portacurtas.org.br/filme/?name=sou_rocinha_hip_hop

http://portacurtas.org.br/filme/?name=raio_x

http://portacurtas.org.br/filme/?name=procurando_madalena

Devir/Dançar

Novembro 15, 2012

O devir-dançar de hoje traz mais uma história de uma personalidade da dança. E como corte-squizo trazemos um dos nomes mais importantes do break, estilo de dança que é um elemento dentro da cultura hip-hop.

Além de ser um pioneiro na dança e parceiro de Afrika Bambaataa, este b-boy foi responsável por ampliar a cultura do hip-hop através dos meios de comunicação e fez o hip-hop ser conhecido e de certa forma infelizmente virar uma cultura dominante fechada no guetto das cifras. Mas além de qualquer mercado a força da arte de rua continua, e B-boy London (Reyes) na humildade produz hip-hop.

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B-Boy London conhecido também como London Reyes é um dos dançarinos pioneiros do estilo Break, que por sua vez é um dos elementos da cultura hip-hop.Além de seu trabalho com dança, o Break Boy London foi um dos criadores do New York City Breaker em 1983, junto como  e um dos responsáveis por difundir e ser um curador da cultura hip-hop em outros espaços como a televisão.

Sua imagem e voz proeminentemente mostradas em exibições no Cleveland’s Rock N’ Roll Hall of Fame e no Brooklyn Museum of Art como membro do crew NYC Breakers. O grupo foi responsável por levantar o hip-hop e suas raizes negras e balançar as estruturas ao imporem respeito inclusive dos grupos mais abastados.

E assim pela primeira vez B-boy London e o NYC Breakers entraram na casa branca para uma apresentação na noite de gala da posse de Ronald Reagan, e no Jogo das estrelas da Liga de basquete NBA (NBA All-Star Game).

London Reys também trabalhou no cinema divulgando o hip-hop em fitas como “The Freshest Kids”; “The Last Dragon”, “Krush Groove”, “Body Rock”. Na Televisão ele foi apresentador de diversos programas envolvendo hip-hop e esportes como Knicks Slam Poetry, Studio Y, Rap city, 88 Hip-hop e Squirt TV. Nestas experiências divulgou ainda mais o rap, break, e toda cultura hip-hop.

Como Breaker, B-Boy London viajou o mundo com várias estrelas do hip-hop dançando e entretendo shows de gente como: Gloria Estefan, Beastie Boys, Ice Cube, P Diddy, Wyclef Jean, LiL Kim, LL Cool J, Method Man,  Run DMC, Kurtis Blow, Sugar Hill Gang, KRS-One, Fat Boys,Slick Rick, entre outros.

Na TV

NYC Breakers