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GREVE GERAL!

Abril 28, 2017

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EXPOSIÇÃO TERRITÓRIOS: ARTISTAS AFRODESCENDENTES NO ACERVO DA PINACOTECA

Janeiro 11, 2016

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Para a comemoração dos seus 110 anos, o Museu da Pinacoteca do Estado de São Paulo realiza a Exposição Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca. A exposição tem uma nota que chama a atenção. Só depois de 51 anos da fundação da Pinacoteca do Estado de São Paulo é que uma obra de um artista negro é difundida. Trata-se do autorretrato de Arthur Timótheo da Costa que foi doada no ano de 1956 e que agora se encontra na exposição.

993490-flavio%20cerqueira%20-%20antes%20que%20eu%20me%20esque%20%C2%BAa%20-%20foto%20galeria%20casa%20triangulo 993491-jaime%20lauriano%20-%20%20%C3%A8xodo%20-%20foto%20isabella%20matheusEntretanto, na gestão de Emanoel Araújo, que foi de 1992 a 2002, o primeiro diretor negro da Pinacoteca, várias obras de artistas afrodescendentes foram adquiridas. E ele aparece na exposição com obras suas na parte Matrizes Africanas. É a parte da exposição que mostra a influência da cultura africana como as esculturas geométricas de Rubem Valentim. O que o objetivo da exposição: apresentar trabalhos de afrodescendentes tendo como valor a estética.

“A segunda obra chegou só nove anos depois. Um processo tímido. Daí a minha proposta de retomar as grandes contribuições da Pinacoteca para a historiografia da arte brasileira introduzida na gestão de Emanoel Araújo, primeiro diretor negro da Pinacoteca do Estado que fez importantes aquisições de obras de artistas afrodescendentes.

993492-miguelzinho%20dutra%20-%20vista%20da%20cidade%20de%20itu%20-%20foto%20isabela%20matheusÉ necessário pontuar, que temos no acervo da Pinacoteca centenas de obras que retratam os afrodescendentes, mas essa exposição vem para discutir um aspecto diferente, da produção feita por artistas afrodescendentes”, disse o curador da exposição Tadeu Chiarelli.

ARTISTAS REALIZAM A “VIRADA OCUPAÇÃO” EM SOLIDARIEDADE AOS ESTUDANTES QUE ENFRENTAM A VIOLÊNCIA DE ALCKMIN CONTRA A EDUCAÇÃO

Dezembro 7, 2015

image_large (1)Ontem, dia 6, artistas de várias expressividades estéticas em São Paulo realizaram shows de solidariedade, Virada Ocupação, aos estudantes que lutam contra o plano de ‘reorganização’ do ensino público proposto pelo governador do estado Geraldo Alckmin do partido da burguesia-ignara, PSDB, que já mostrou nacionalmente que não carrega o sentido do educar.

Exemplo claro e irrefutável foi apresentado pelos desgovernos de Fernando Henrique, guru das direitas, quando desmantelou e sucateou a educação no Brasil. Outro exemplo próximo, a violência usada pelo governador do Paraná, Beto Richa, contra os professores chegando a afetar mais 200 profissionais da educação.

Conscientes de que os estudantes estão certos aos defenderem seus direitos de cidadãos, se impondo a violência do governador, violência nos dois sentidos, violência da ‘reorganização’ e violência policial, os artistas se solidarizaram com eles da mesma forma que outras entidades que lutam pelos Direitos Humanos e direitos democráticos.

A Virada Ocupação, que contou com 800 artistas escritos e 700 produtores e 800 profissionais da comunicação, é organizado pelo Coletivo Minha Sampa cujo obtivo é integrar a cidade em uma condição “inclusiva e sustentável”.

“A ideia de apoiar o movimento estudantil surgiu do entendimento da construção se uma cidade mais inclusiva passa pelos investimentos necessários em educação, e que qualquer mudança nessa política pública essencial deve ser amplamente discutida com os pais alunos e professores e beneficiar claramente a comunidade escolar como um todo”, disse um membro do Minha Sampa.

1j0xnyj1sppmbyrr2zgvxp1220x1sua6ey2yffdjxvmaai1mndCVkP3nRXAAAADlW5llajfv9dr6tiicu4u3gpn84s 6ujhxzbtcr_7lbw8jsrl5_file f4dyf9ypw7mvcytc5cj9hsymmDurante a Virada Ocupação os artistas se apresentaram tanto nos espaços públicos como dentro das escolas ocupadas. Entre os artistas que realizaram os shows estavam Céu, Chico César, Maria Gadu, Criolo, Pitty, Clarice Falcão, Paulo Miklos, Lucas Santana, Analis Assumpçao, Tiê, Edgar Escandurra e Arnaldo Antunes.  

Alguns dos shows foram transmitidos pela internet.

COLETIVO PI ENCENA O ITINERANTE ESPETÁCULO “O RETRATO MAIS QUE ÓBVIO DAQUILO QUE NÃO VEMOS” SOBRES ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA

Novembro 9, 2015

image_largeAté o dia 12 de dezembro, nos sábados e domingos, o público caminhante do baixo centro de São Paulo participará da encenação itinerante do espetáculo “O Retrato Mais Óbvio Daquilo Que Não Vemos” que sai da SP Escola de Teatro, na Rua Marquês de Itu, que tem como temática a especulação imobiliária que é uma das meninas do olho do capitalismo urbano.

O objetivo do espetáculo é evidenciar um novo conceito de moradia: Complexo New Wave que reflete a cultura ‘sharing’ que estalará uma forma de moradia e comportamento. A itinerância é proposta e realizada pela personagem Norma que conduz, pela cidade, junto como público, os elementos cênicos que significam a ambição imobiliária.

50c32ee5-1dad-400a-a372-28fbb0727053“O espetáculo ganha novas cenas, intervenções e características com pesquisa no Baixo Centro. O roteiro e as imagens criadas foram pensados para esse universo, marcado pelo processo de embelezamento dos novos empreendimentos e exclusão dos antigos moradores, ignorando a presença da prostituição e moradores de rua. O centro é um híbrido de ritmos, moradores comércios e funções. O nosso roteiro dialoga com suas peculiaridades e questiona o que queremos para nossa cidade”, comentou Pâmella Cruz que é que dirige o espetáculo e o Coletivo PI.

Para a elaboração do texto e roteiro a diretora teve como suporte o entendimento de cidade moderna e sua expressividade, concebidas pelos filósofos Michel Foucault e Zygmunt Bauman.

Veja uma cena do espetáculo.

“JÁ NASCEMOS MORTOS”, PEÇA TEATRAL DO COLETIVO SANKOFA QUE TRATA DO PRECONCEITO HOMOFÓBICO

Novembro 1, 2015

91b83c8b-e3a4-42fc-ba5a-6cd173be240e‘‘A proposta é por o dedo na ferida e apontar o que a mídia esconde: a população LGBT corre risco de vida”

O texto teatral Já Nascemos Mortos, foi composto pelo Coletivo Sankofa a partir da cruel realidade que mostra milhares de assassinatos de homossexuais no Brasil. Só em 2014, segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB), foram mortos 319 gays, travestis e lésbicas no Brasil. A encenação é um ato político que protesta contra este estado de coisa imposto pela tirania homofóbica. O que mostra que o preconceito homofóbico é uma sentença de morte imposta a todos os homossexuais antes de nascer.

6584ecd0-c81f-4dca-b426-3986c8b110e3“Crimes homofóbicos pertencem à categoria dos crimes de ódio. Um ódio que se espalha e cria raízes a partir do fato de que as pessoas estão sendo mortas pelo simples fato de marem e desejarem corpos iguais. Quando nos calamos diante de cada demonstração homofóbica compactuamos para um possível assassinato.

A urgência de propor a discussão sobre a violência a determinados grupos sociais é uma prática do Coletivo, que já desenvolve ações na perspectiva dos Direitos Humanos. No espetáculo anterior, já trazíamos para a cena recortes da violência contra a população LGBT.

O interesse desse tema veio justamente no momento em que se noticiou muitos crimes contra os homossexuais, como do garoto de oito anos assassinado pelo pai só porque tinha ‘trejeitos’. A proposta é por o dedo na ferida e apontar o que a mídia esconde: a população LGBT corre risco de vida sim, em casa, na escola, na rua, na igreja. Nós todos autorizamos essas mortes.

JNM_1A peça vem na perspectiva de incomodar mesmo, de pessoa revisitar esses espaços de preconceitos e conivência. Se você se cala diante de uma ‘piada’ homofóbica, você escolhe um lado. E não é o da vítima. Você legitima a violência e os crimes. O tom confessional da peça aproxima o público da cena do crime, do velório do corpo, da despedida da família. É um convite a reflexão do que nós temos com isso”, observou Anderson Maciel, diretor do espetáculo.

A peça vai ficar em cartaz até o dia 28 de novembro.

Veja breve cena.

10ª MOSTRA LATINO-AMERICANO DE TEATRO DE GRUPO APRESENTA ARTIVISMO POLÍTICO

Outubro 29, 2015

la_virgen_triste_compania_galiano_108_foto_pedro_balmaseda_4_net_netPor mais gastronômico que seja um espetáculo teatral, ele é político. Mesmo o teatro encenado com um texto de um dramaturgo burguês, é político, porque através dele se pode analisar a realidade nefasta do mundo burguês que não deve ser copiada. Salvo alguém queira o existir nefasto para si.

Brecht é simplesmente singelo na encenação do teatro burguês, embora não seja um burguês. Suas peças e suas encenações, assim como todos seus escritos, revelam o mundo burguês. Daí seu teatro ser eminentemente político.

A história do teatro, em sua realidade filosófica, mostra que o trágico apresentado nas manifestações dionisíacas nas festas do vinho com seus sátiros, ditirambo, lírica e procissões, era puramente político. Mesmo apesar de institucionalizado já na Grécia, cidades-estados, o teatro mantém fortemente seu cunho político. Confirmam essa realidade os três trágicos Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.

A 10ª Mostra Latino-Americano de Teatro de Grupo que inicia na sexta-feira, dia 30, e vai até o dia 8 de novembro, com entrada gratuita, vem confirmar o político do teatro. Só que com um signo-estético influente: Artivismo. Como chama seus idealizadores. A arte-política.

Serão 12 espetáculos apresentados por companhias oriundas de Cuba, Equador, Chile e Argentina, e oito companhias brasileiras. AS apresentações dos espetáculos teatrais não vão se restringir ao centro, mas se prolongarão até as periferias. A escolha do eixo-política, de acordo com os organizadores, foi impulsionado pelo momento atual que passa o país e outros centros latino-americanos que se encontram ameaçados de retrocesso democrático por atos de grupos nazifascistas.

a_cidade_dos_rios_invisiveis_coletivo_estopo_foto_ramilla_souza_6_net_netEmbora cada espetáculo tenha sua clara peculiaridade, todavia o Coletivo Estopô Balaio apresentará um espetáculo que dada à característica de seu palco causa surpresa ao publico. O espetáculo A Cidade dos Rios Invisíveis, baseado na obra do escritor italiano Ítalo Calvino, Cidades Invisíveis, será encenado dentro de um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, entre as estações do Brás e Jardim Romano da Linha – 12 Safira.  

“Esse eixo vem no sentido de colocar no centro da discussão a dimensão política do nosso fazer teatral. Toda manifestação artística possui uma dimensão política, mesmo que o artista diga que não se interessa pela política. Então, resolvemos trazer à tona essa dimensão mais explicitada, escancarada da relação da arte com a política. O ‘artivismo’ nos pareceu um conceito histórico muito adequado.

A ideia é capitalizar cada vez mais dentro do espaço geográfico da cidade, atingindo uma população marcada pela exclusão em vários sentidos. São Paulo é uma cidade estruturada em dinâmicas de exclusão muito perversas. Ampliar o âmbito de circulação da mostra vai no sentido de também furar esses bloqueios de exclusão cultural”, observou Edgar Castro, coordenado-geral da mostra.

Vamos nessa, moçada, já que teatralizar é duplica a existência como objeto a ser observado, comparado, analisado e transformado!

PROGRAMAÇÃO DO MEMORIAL DA RESISTÊNCIA

Outubro 25, 2015

130601850289642032_celas62Encontro de Aprofundamento Temático – Dia 24 de outubro de 2015, das 9h30 às 13h30 
Empreiteiros da tortura, burguesia associada e terrorismo de Estado (1964-1985)

O Encontro de Aprofundamento Temático deste mês apresentará a palestra “Empreiteiros da tortura, burguesia associada e terrorismo de Estado (1964-1985)”,que objetiva discutir as continuidades e rupturas da confomação econômica, política e dos movimentos sociais presentes durante a Ditadura Civi-Militar e herdados pela contemporaneidade. A reflexão buscará evidenciar o legado de violência institucionalizada e a transição política conciliadora imposta pelos militares que impediu, na atualidade, o julgamento dos responsáveis pelas atrocidades cometidas no período em foco.
Para mais informações acesse:  

http://memorialdaresistenciasp.org.br/memorial/?c=calendarioeventos&dataevento=24/10/2015

Encontro com Educadores – Dia 31 de outubro de 2015, das 9h30 às 13h30
A visita acaba, mas a conversa segue: ação continuada, acessibilidade e projetos interdisciplinares.

O Encontro visa dialogar sobre as possibilidades de desenvolvimento de ações continuadas e projetos interdisciplinares por meio das diferentes atividades educativas e jogos lúdico-pedagógicos disponibilizados pela Ação Educativa do Memorial da Resistência de São Paulo. Dentre as propostas, destaca-se o Projeto Memorial ParaTodos que promove o acesso de pessoas com deficiência à Instituição.  Além da apresentação dos recursos multissensoriais, a programação conta com uma visita sensorial à exposição de longa duração.
Para maiores informações acesse: 

http://memorialdaresistenciasp.org.br/memorial/?c=calendarioeventos&dataevento=31/10/2015

Encontro com Educadores – Dia 07 de novembro de 2015, das 9h30 às 13h30
Desafios na contrução de projetos interdisciplinares

As ações educativas do Memorial da Resistência de São Paulo e os Encontros com Educadores promovidos ao longo de 2015, suscitaram uma série de reflexões. No último Encontro do ano, convidamos a todos(as) a participarem de atividade prática: a fim de subsidiar a composição de projetos e trabalhos interdisciplinares, promoveremos uma oficina que reflita e aponte perspectivas de utilização de material de apoio produzidos pelo Memorial, outras fontes documentais e potencialidades temáticas considerando, principalmente, a dimensão coletiva e articulada na construção de projetos.
Para maiores informações acesse: 

http://memorialdaresistenciasp.org.br/memorial/default.aspx?c=269&mn=&s=0

Yuyanapaq. Para Recordar – Exposição Temporária
De terça a domingo, das 10h às 17h30 (permanência até as 18h)
Entrada gratuita

Para aqueles ainda não visitaram o Memorial da Resistência de São Paulo neste semestre, convidamos a todos(as) para sua exposição temporária Yuyanapaq. Para recordar, uma das realizações da Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR) do Peru.
Para maiores informações acesse:

http://memorialdaresistenciasp.org.br/memorial/?mn=&c=240&s=

“QUE HORAS ELA VOLTA?”, DE ANNA MUYLAERT, É INDICADO PARA DISPUTAR O PRÊMIO GOYA

Setembro 27, 2015

image_largeA comissão de seleção composta  por José Francisco Cesar Filho, do Fórum dos Festivais; Roger Lerina Ferreira, da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine); Tatiana Leite, do Cinema Brasil; Jorge Peregrino, da Academia Brasileira de Cinema; e Eduardo Valente, assessor internacional da Ancine, escolheu entre 13 longas-metragens o filme da cinegrafista Anna Muylaert, “Que Horas Ela Volta?” para disputar uma vaga com os finalistas do melhor filme ibero-americano no 30ª do Prêmio Goya.

O filme selecionado para o prêmio será divulgado até dezembro para em fevereiro de 2016 receber a premiação. “Que Horas Ela Volta?” que foi escolhido pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil no festival do Oscar na categoria melhor filme estrangeiro, vem tendo uma carreira internacional muito apreciada. Recebeu prêmios nos festivais de Sundance, nos Estados Unidos, e de Berlim, na Alemanha.

O filme que entrou em cartaz no Brasil há quatro semanas já foi assistido por um público de 250 mil espectadores. Sua produção recebeu R$ 1,2 milhão do Fundo Setorial do Audiovisual através da Prodecine que apoia a produção cinematográfica por distribuidoras.

BIG JATO, DE CLÁUDIO DE ASSIS, LEVA O 48° FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

Setembro 24, 2015

976946-22-09-2015_6302O olhar, a câmara, a imagem, o écran, o público e o júri. Pronto! Lá estavam o melhor filme, o melhor ator, a melhor atriz, a trilha sonora e o roteiro. O Prêmio Candango do 48° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

O cinegrafista Cláudio de Assis, melhor filme, Matheus Nachtergaele melhor ator, Marcela Cartaxo, melhor atriz do festival com o filme Big Jato. Nada a ver com o jato da Lava Jato. Esse jato é estética cinematográfica. A Lava Jato tem corrupção, vaidades, afirmações, negações, privilégios e outros corpos que escapam da estética humanizada do cinema.

O tema da Operação Lava Jato daria um filme, não cinema como arte do novo. Que é a estética cinematográfica das imagens-devir, como afirma o filosofo Deleuze. Lava Jato filme começaria com briga entre os protagonistas para saber quem seria o ator principal. Por parte dos que investigam e dos que são investigados.

Por ser arte, o filme levou quatro premiações consubstanciadas pelo prêmio de R$ 100 tocos.

Leia a lista dos filmes premiados e suas categorias, publicada pela repórter da Agência Brasil, Aline Leal.

a) Prêmios oficiais

Filme de longa metragem

Melhor Filme de longa metragem – R$ 100 mil Big Jato, de Cláudio Assis
Melhor Direção – R$ 20 mil Aly Muritiba, pelo filme Para Minha Amada Morta
Melhor Ator – R$ 10 mil Matheus Nachtergaele, pelo filme Big Jato
Melhor Atriz – R$ 10 mil Marcélia Cartaxo, pelo filme Big Jato
Melhor Ator Coadjuvante – R$ 5 mil Lourinelson Vladimir, por Para Minha Amada Morta
Melhor Atriz Coadjuvante – R$ 5 mil Giuli Biancato, por Para Minha Amada Morta
Melhor Roteiro – R$ 10 mil Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco, por Big Jato
Melhor Fotografia – R$ 10 mil Pablo Baião, pelo filme Para Minha Amada Morta
Melhor Direção de Arte – R$ 10 mil Mônica Palazzo pelo filme Para Minha Amada Morta
Melhor Trilha Sonora – R$ 10 mil DJ Dolores, pelo filme Big Jato
Melhor Som – R$ 10 mil Flávio Gonçalves e Cláudio Bessa, pelo filme Fome
Melhor Montagem – R$ 10 mil João Menna Barreto, por Para Minha Amada Morta

Filme de curta ou média metragem

Melhor Filme de curta ou média metragem – R$ 30 mil Quintal, de André Novais
Melhor Direção – R$ 10 mil Nathália Tereza, por A Outra Margem
Melhor Ator – R$ 5 mil João Campos, por Cidade Nova
Melhor Atriz – R$ 5 mil Maria José Novais, por Quintal
Melhor Roteiro – R$ 5 mil André Novais, por Quintal
Melhor Fotografia – R$ 5 mil Leonardo Feliciano, por ÀParte do Inferno
Melhor Direção de Arte – R$ 5 mil Fabiola Bonofiglio,  Tarântula
Melhor Trilha Sonora – R$ R$ 5 mil  Rapsódia Para o Homem Negro
Melhor Som – R$ 5 mil Command Action
Melhor Montagem – R$ 5 mil Afonso é uma Brazza

b) Prêmio do Júri Popular – para os filmes escolhidos pelo público, por meio de votação em cédula própria:

Melhor Filme de longa metragem – R$ 40 mil  A Família Dionti, de Alan Minas
Melhor Filme de curta ou média metragem – R$ 10 mil Afonso é uma Brazza, de Naji Sidki e James Gama

Prêmio Especial do Júri de média/curta História de uma Pena, de Leonardo Mouramateus

Prêmio Especial do Júri de longa vai para Jean-Claude Bernadet, por Fome

Outros prêmios

Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal – Júri Oficial

Melhor filme de longa metragem: R$ 80 mil Santoro – O Homem e Sua Música
Melhor filme de curta metragem: R$ 30 mil A Culpa é da Foto
Melhor direção: R$ 6 mil John Howard, de Santoro – O Homem e sua Música
Melhor ator: R$ 6 mil Davi Galdeano, de O Outro Lado do Paraíso
Melhor atriz: R$ 6 mil Simone Iliescu
Melhor roteiro: R$ 6 mil O Outro Lado do Paraíso
Melhor fotografia: R$ 6 mil O Escuro do Medo
Melhor montagem: R$ 6 mil Armando Bulcão, de Alma Palavra Alma
Melhor direção de arte: R$ 6 mil O Outro Lado do Paraíso
Melhor edição de som: R$ 6 mil O Outro Lado do Paraíso
Melhor captação de som direto: R$ 6 mil O Outro Lado do Paraíso
Melhor trilha sonora: R$ 6 mil Santoro – O Homem e sua Música

Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal – Júri Popular

Melhor filme de longa metragem: R$ 20 mil O Outro Lado do Paraíso
Melhor filme de curta metragem: R$ 10 mil A Culpa é da Foto

Prêmio ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo

Conferido pela ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo a profissional do audiovisual do Distrito Federal foi para o ator Gê Martu

Prêmio Canal Brasil

Cessão de um Prêmio de Aquisição no valor de R$ 15 mil e o troféu Canal Brasil, ao melhor filme de curta metragem selecionado pelo júri Canal Brasil:  Rapsódia para o Homem Negro

Prêmio Exibição TV Brasil

O título premiado integrará a programação da emissora.
Melhor filme de longa metragem – R$ 50 mil – foi para Santoro – O Homem e sua Música

Prêmio Marco Antônio Guimarães

Conferido pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro para o filme que melhor utilizar material de pesquisa cinematográfica brasileira: foi para Santoro – O Homem e sua Música

Prêmio Abraccine

O Prêmio da Crítica será atribuído e organizado, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, pela Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema).
Melhor filme de longa metragem: Para Minha Amada Morta
Melhor filme de curta metragem: A Outra Margem

Prêmio Saruê

Conferido pela equipe de cultura do jornal Correio Braziliense, foi para o média Copyleft

70 ANOS DE NORDESTE NA FEIRA DE SÃO CRISTÓVÃO NO RIO

Setembro 14, 2015

949458-são cristovamO deslocamento de famílias nordestinas para capitais como São Paulo e Rio não representou – e representa – apenas a busca de melhores condições de vida através do trabalho, visto serem centros considerados em processos de industrialização, mas também a possibilidade de expressa seus corpos culturais, suas tradições e seus modos de viver.

Foi nessa realidade retirante que artistas como Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga puderam construir suas carreiras não somente irmanados com seus conterrâneos existentes nessas capitais, como também com habitantes não nordestinos que se identificaram com suas artes. O teatro e o cinema brasileiro foram de expressões artísticas que também souberam expressar essas culturas puramente deslocadas do Nordeste.

975486-agenciabrasil20121212_0159 975489-agenciabrasil20121212_0162 975493-agenciabrasil20121212_0166 975499-agenciabrasil20121212_0172Propagada pelas duas capitais, a cultura nordestina, em sua expressão global, passou a ser um corpo de atração em alguns pontos dessas cidades. Comidas, vestuários, artesanatos, literatura de cordel, música, dança, etc., passaram a se fazer existir como necessidade do público. Assim, que há exatamente 70 anos passados, foi criada, no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, a Feira Nordestina. Local do Rio onde na década de 40 chegaram os primeiros imigrantes. Um vetor criativo e contagiante da cultura nordestina.

A história da feira pode ser lida no livro escrito pela professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Sylvia Nemer que pesquisou folhetos e cordéis que estão ligados diretamente com a feira. Segundo ela, tudo teria iniciado quando em 1945 o cordelista Santa Helena leu um cordel que criou para comemorar o fim da Segunda Guerra.

“O início das atividades da Feira de São Cristóvão teria sido no ano de 1945 quando os pracinhas desembarcaram nas mediações do campo do São Cristóvão e o próprio Santa Helena leu um cordel que tinha feito para comemorar o fim da guerra. E aí, em função dessa leitura, começou a surgir um movimento de pessoas interessadas em ouvir e vender literatura de cordel. Então a feira teria começado a partir dessa iniciativa”, disse a professora.

A feira que no ano de 2003 passou a ser em um lugar fechado, tem cerca de 700 barracas e 100 restaurantes com apresentação de forró tradicional, universitário, rock, bolero, reggae e samba. Segundo o presidente da feira, Helismar Leite, a festa que ocorrerá nos dias 17, 18 e 19, vai ser arretada.

“O aniversário vai comemorado com bolo, muita festividade, nós vamos ter um show com a banda Forró Real, do Ceará. Estamos também fazendo um simpósio nordestino, onde estarão presentes várias personalidades de todos os estados, falando da cultura nordestina, muitos repentistas, escritores. Serão três dias de palestras discutindo a cultura nordestina aqui no Rio de Janeiro, 17, 18 e 19 de setembro.

O importante é mandar um recado pro Brasil todo para que visite a feira e veja com ela é. A feira tem de tudo, tem artesanato, uma culinária maravilhosa, castanha, doce, bolo, pimenta, mel, cachaça, tapioca, carne de sol, queijo coalho. O que temos no Nordeste nós temos sempre aqui um pouco na feira”, disse Helismar.

975500-agenciabrasil20121212_0173 975501-agenciabrasil20121212_0174 975505-agenciabrasil20121212_0179%20%281%29 975492-agenciabrasil20121212_0165 975495-agenciabrasil20121212_0168É aquela e conhecida história: quem pode deve ir. Como se diz, uma festa dessa é imperdível, mano velho!