Archive for the ‘LGBT’ Category

PROJETOS CULTURAIS SE REALIZAM NA 1ª MOSTRA DIVERSA – EXPRESSÕES DE GÊNEROS, IDENTIDADE E ORIENTAÇÕES

Julho 22, 2015

ee7b6e27-ed82-4900-a9b6-f2fb1e7e6349Os corpos estéticos fotografias, pinturas, livros, fanzines entre outros fluxos mutantes se movem como expressões e conteúdos dos projetos culturais que se subjetivam na 1ª Mostra Diversa – Expressões de Gêneros e Orientações, até o dia 30 de novembro no Museu da Diversidade, em São Paulo.

Como todo movimento estético é uma forma singular de engajamento, visto que o movimento é o processual de ultrapassagem dos estados de coisas estabelecidos como territorialização do novo, a exposição opera, com seus vetores, a construção de uma sociedade das diferenças. Diferenças já estabelecidas como diferenças que diferem em si mesmas. Na verdade, uma ética da alteridade onde cada um é o outro duplicado de si mesmo como comunhão íntima do existir ontológico.

Geni: Um Ensaio Fotográfico com Corpos Transitados, de Daniella Rodrigues e Mariana Moraes, é um dos projetos culturais expressado com conteúdos fotográficos para um calendário de modelos trans vestidas de pin-ups. O objetivo dessas imagens é mostrar a luta das personagens na construção de suas identidades em uma sociedade transfobicamente violenta que as ameaças para elas não exerçam sua feminilidade. Geni é uma produção de uma tese realizada pelas duas artistas para a conclusão do Curso de Comunicação da Universidade Federal de Minas Gerais.

“Geni é um projeto que tenciona a representação dos corpos em trânsito, ao mesmo tempo em que desloca essas pessoas de um lugar de marginalidade, para um espaço de visibilidade”, observaram as artistas.

A jornalista e fotógrafa Patrícia Cholakov concebe com sua estética Um Olhar de Morte, em preto e branco, a relação de um casal de homossexual em seu cotidiano. Já na série Doces Barbas, que manifesta homens barbados com maquiagem, o público é convidado a refletir sobre os conceitos de masculino e feminino. Rodrigo Casali, em sua obra a Esquina de Monalisa, recorre ao nanquim em madeira para expressar elementos etnográficos e entrevistas com homossexuais de Botucatu e Dourados. Ana Maria Macedo e Kalel Souza, com Genders Brasil, apresentam ensaios fotográficos que mostram as diferenças de gêneros. E Lampiou recorre a poesia, palavras rimadas  fanzines.

Olha só seres estéticos! É até dia 30 de novembro. Não esquece! Vai lá!

 

 

FESTIVAL NEW QUEER CINEMA – O CINEMA QUE EXPRESSA A HOMOSSEXUALIDADE

Junho 10, 2015

nqcQuando se estuda a história do cinema mundial encontra-se um quadro preferencialmente heterossexual. Os personagens centrais e coadjuvantes eram todos muito bem definidos sexualmente como a expressão do modelo dominante: o heterossexual. Mesmo quando se tinha informação que um personagem apresentado era ou tinha sido na vida real homossexual, ele era exibido, por suas atitudes, como heterossexual.

O sistema ideológico capitalista construído pela indústria cinematográfica de Hollywood foi responsável por essa moralina-sexual discriminadora. Até atores sabidamente homossexuais, como Hudson, eram apresentados através de um forte marketing como heterossexual. O que significa dizer que o público também era discriminador. E como é o público que mantém a indústria cinematográfica, o casamento foi harmonioso, mesmo com as revelações realizadas pela psicanalise freudiana.

Mas não adiantava. Havia sempre uma fissura para uma parte do público masculino-homossexual entender, e sonhar, com o ator que ocultava seu ser homossexual, mas não conseguia aprisioná-lo tão fortemente a ponto de não se revelar. O mesmo ocorria com o público-lésbico. Também para esse uma atriz era facilmente entendida por esse público. Eram verdadeiros amores que não queriam dizer seus nomes, parafraseando humoristicamente Oscar Wilde, mas que falavam.

Pois bem, foi então que ocorreram as mudanças nos comportamentos e, como sempre o devir-história se mostra, já não se podiam velara o amor que não diz seu nome. Ele se exibiu: Homossexual. Foi para as telas perturbar os que não queriam ser perturbados. Vários filmes com o temam foram produzidos a partir das décadas de 60 e 70. Mas foi exatamente nas décadas de 80 e 90 que a explosão do cinema-homossexual tornou-se mais visível, porque assumiu a sua essencialidade como um modo político de ser. E com a eclosão da Aids o tema tornou-se necessariamente uma subjetividade de politização dos que se encontravam engajados contra a posição nazifascista de discriminação.

Vários festivais foram realizados em alguns países como Canadá, Holanda, Estados Unidos. Todavia no Brasil um festival com essa temática jamais havia sido realizado. Mas gora acabou o tabu. Até o dia 21 a Caixa Cultural do Rio de Janeiro estará exibindo 27 filmes, sendo que 14 longas-metragens, 9 curtas-metragens e quatro media-metragem. São produções dos Estados Unidos, Canadá, Reino-Unido e Brasil. É O Festival New Queer Cinema. Que também será apresentado em Fortaleza, Curitiba e Salvador.

“Queer é uma palavra escolhida por teóricos e militantes por representar uma reapropriação da comunidade LGBT de um termo pejorativo que significava estranho, esquisito e era um equivalente ao viado, maricas e bicha brasileiro”, explicou Denilson Lopes.

EXPOSIÇÃO A HOMOFOBIA É… 50 VOZES CONTRA A HOMOFOBIA

Abril 3, 2015

8f902462-2776-4ed5-9ef8-1574dafc8ed8Até o dia 9 de abril, estará sendo exibida no saguão principal da Prefeitura de São Paulo, a Exposição A Homofobia é… 50 Vozes Contra a Homofobia. A exposição que é promovida pelo site iGay traz 50 fotos criadas por André Giogi cujo objetivo é enfraquecer a discriminação contra o movimento LGBT.

A exposição carrega um corpo simples, mas capaz de causar disjunção nos blocos rígidos dos que estão capturados pela força molar da moral paranoico que pretende todos os elementos segmentados em um só conjunto axiomático como verdade infalível necessária. Causa, metas e interesses de tipos imóveis como Bolsonaro, Malafaia, Feliciano, Eduardo Cunha e outros homens cinzentos, os perseguidores e julgadores, como diz o escritor, D. Lawrence.

A simplicidade se traduz em uma foto de uma pessoa junto com um conceito que repudia a homofobia. Alguns personagens conhecido como Débora Secco, Marília Gabriela, Alexander Borges, Laertes e o prefeito de São Paulo Fernando Haddad, entre outros, estão engajados na campanha-exposição.

10492370_1041890655826198_8352285217217614695_n“Eu escolhi a palavra obscurantismo porque considero a homofobia uma coisa meio sombria, que tem de ser afastada de nosso convívio em proveito de uma cidade mais aberta, mas generosa em que conviva a paz com a diferença. É o que todos nós queremos. Ninguém pode ser discriminado por questões de raça gênero, cor ou orientação sexual no Brasil, afirmou Haddad.

homofobia-é-igay bcgs8nsvck1olcmeha5gae3e6Se você quiser participar, basta fazer uma foto sua, escolher um conceito contra a homofobia e mandar para o hashtag #ahomofobiaé. Sua foto com seu conceito serão publicados no site iGay.

Vamos nessa! Ajude a limar esse muro que impede a vida se manifestar, como diz Van Gogh!

SARAU DO PI: LITERATURA FEMININA CONTEMPORÂNEA

Março 28, 2015

image_largeO Coletivo PI, criado em 2009, promove na Casa das Rosas, em São Paulo, o Sarau do PI; Literatura Feminina Contemporânea. Com o objetivo de realizar debates sobre questões referentes a gênero e produzir visibilidades às mulheres nos territórios das artes e da literatura. O sarau contará com as presenças das escritoras Lilian Aquino e Eliza Andrade Buzzo que irão apresentar músicas de Chiquinha Gonzaga, Carolina Maria de Jesus e Dolores Duram, além de suas próprias composições.

Hoje, sábado, o coletivo apresenta o documentário Entre Saltos, criado, produzido e interpretado pelo próprio PI. São mulheres trajando vestidos vermelhos com um sapato em um pé e outro sapato na mão. Em verdade, o entendimento do coletivo tem fluência da filosofia de Deleuze, onde a evanescência, a hecceidade, o devir, as partículas movimento, repouso, lentidão e velocidade mostram que não há homem, mulher, homossexual heterossexual, transexual, mas devires contínuos. Fluxos que descodificam os códigos molares do sistema protegido por uma moral civil identificatória.

São produções de novas formas de existências sempre em desterritorializações e retorritorializações. Nunca o mesmo. Uma mulher não é uma estrutura que deve seguir o modelo dominante perverso: homem, branco, europeu, como sucede com a maioria das mulheres que, submissamente, aceitam o jugo despótico-paranoico desse modelo.

O Coletivo PI é potência de transformação contínua. Esse movimento é percebido na série performática A Experiência da Vida É a Pergunta, com Luanah Cruz nos fluxos do Me Traziam a Lembrança Daqui. Faz parte dos quatro cortes-fluxos que também mostra Literatura Erótica e Poesias e Crônicas.

Assista o teaser  do documentário Entre Saltos de nove minutos. Rebelde desnadificação desedipianizada!

1° FESTIVAL PERIFERIA TRANS

Março 7, 2015

image_large (2)Tendo como objetivo discutir, avaliar e propor temas sobre o cotidiano dos gays, lésbicas, bissexual e transexual, ou seja, pessoas do movimento LGBT que atuam na periferia, estará sendo apresentado até o dia 28 de março o 1° Festival Periferia Trans que ocorrera em dois espaços culturais na zona sula de São Paulo.

O festival tem o apoio do Programa de Ação Cultural LGBT e vai tentar unir pessoas para e vai articular elementos para uma pauta própria. A práxis do festival contará com as apresentações de música, dança, teatro, debates com temas referentes à causa em questão.

“A gente sempre tem que ir para o centro para o centro para participar da luta LGBT. Como estamos em uma companhia de teatro instalada aqui, decidimos trazer esse debate para cá. Não como catequizadores, mas para potencializar o que já acontece. Para a gente estar junto.

Fomos conversando com amigos para saber o que a dança e o teatro estavam debatendo sobre a questão LGBT para montar a programação”, observou um dos envolvidos na produção Bruno César Lopes, artista da Companhia de Teatro Humbalada. 

Alguns grupos artísticos já têm militância nas periferias e no centro da capital. A abertura do festival foi realizada pela MC Luana Hansen expressão do Hip Hop mulher.

“Acho que, se vierem mais mulheres tomando a frente da coisa, a gente com certeza vai mudar um pouco a cara do rap”, disse Luana.

Hoje, dia 7, haverá a apresentação da peça Cartas à Madame Satã, encenada pelo grupo de teatro Os Crespos que conta a história do homossexual Madame Satã que viveu na primeira metade do século XX na Lapa, no Rio de Janeiro. A vida de Madame Satã também já foi tema de filme.

A programação ainda conta com a peça teatral Pau Nu Ku, e a oficina de filosofia Por um Corpo Obsceno, apresentada por Brunno Almeida. Peça teatral Como Sempre Somos Motivo de Chacota, documentário de Gravata e Unha Vermelha, performance, Glitter, entre outras atrações.

A democracia real se faz com os encadeamentos dos pletos, a pluralidade, como dizem os gregos. Também conhecida como o regime da igualdade dos desiguais. O Movimento LGBT encontra-se apenas exercendo esse devir-político pela força ontológica das alteridades, onde todos se correspondem em suas singularidades. Simples!

 

22ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MIX BRASIL

Novembro 19, 2014

e5bbe128-2d54-400d-af5b-98e85c65e68f

Até o dia 23, o Centro Cultural São Paulo, e o CineSesc estarão apresentando as atrações da 22ª Edição do Festival Mix do Brasil. Para seus organizadores uma contundente celebração da diversidade. O festival consta de dezenas de filmes nacionais e internacionais, montagens de peças teatrais e shows musicais.

O barato do festival é que são priorizadas produções que não são exibidas no chamado, circuito comercial. Porém, este ano tem uma ressalva: será exibido o filme indicado pelo Ministério da Cultura para concorrer indicação ao Oscar: Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.

O festival é estruturado em duas sessões contagiantes. Panorama Internacional que apresentará longas-metragens de ficção e documentários que são exibidos nos festivais de cinema internacional e no circuito LGBT. Dramática em Cena composta por 16 espetáculos entre eles o famoso dança Blood, com performance da Companhia Inglesa de Jean Abreu Dance.

Uma das grandes atrações é a peça de teatro Genet: O Poeta Ladrão. Trata da vida do escritor francês que fez parte da literatura marginal da Europa. Teve como seu dileto amigo o filósofo Jean Paul Sartre, que escreveu a introdução de sua obra maior, Nossa Senhora das Flores. Além de lutar junto com outros intelectuais pela sua libertação, já que o escritor-maldito estava condenado.

O festival para montar sua programação de curtas-metragens recebeu mais de 300 produções. Por isso, o festival apresentará a sua maior seleção de toda historia de suas edições. Durante o festival, produções curtas, médias e longas-metragens serão premiados.

Quem marcar presença na sessão de sábado, dia 22, CCSP, terá a alegre oportunidade de vivenciar o cinema descontraído Quem Tem Medo da Vagina Wolf?, de Anna M. Albelo. Você tem? Se não tem, vá lá. Preço? A moçada LGBT e simpatizante paga metade nas sessões onde são cobrados os ingressos. Se você não é simpatizante, mas quer pagar metade, faça de conta que é. Você vai perceber que é bom vivenciar uma luta por um modo de ser de direito. É confortante atuar por uma causa que aproxima as pessoas.

“O festival proporciona um momento de reflexão sobre as mudanças, avanços e retrocessos que a humanidade tem experimentado na maneira de viver e assumir sua diversidade”, informa a produção.

VANGE LEONEL, POR SUA AUTENTICIDA ONTOLÓGICA

Julho 16, 2014

Nosso tributo à ativista e engajada nas causas da dignidade humana, compositora, escritora, dramaturga inquieta, Vange Leonel. Assumida militante dos movimentos LGBT. E mais, crente nos governos populares.

Vejam e escutem suas performances nas obras selecionadas pelo site Muda Mais.

 

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “EU TE DESAFIO A ME AMAR” É UMA LINHA DE DEBATE POLÍTICO NO MÊS INTERNACIONAL DE COMBATE À HOMOFOBIA E TRANSFOBIA

Maio 7, 2014

Exposição

No ano de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que o homossexualismo, não é doença. Entretanto, o debate sobre esse tema já havia percorrido longos e dolorosos percursos. Mas a determinação da OMS foi importante porque enfraqueceu a estupidez dos campeões da moral-sexual (os impotentes-ontológicos) que, para discriminar aberrantemente os homossexuais, usavam o preconceito afirmando que de eram doentes. 

Mas, como se diz no jargão libertário, a luta continuou. Mesmo com a firmação da OMS, a discriminação acintosa permanece a ponto de ter exacerbado seu grau de violência que não satisfeito com espancamentos dos homossexuais, também chega aos assassinatos. No caso do Brasil, é um dos países onde mais se assassina homossexuais.

É exatamente nessa linha de entendimento, que a Exposição Fotográfica “Eu Te Desafio A Me Amar”, da holandesa/uruguaia Diana Blok, em cartaz até o dia 9,na Favela da Maré, na Galeria 535, procura debater com o publico o tema do homossexualismo e a transfobia. Por isso, faz parte do Mês Internacional de Combate à Homofobia e Transfobia.

A exposição fotográfica de Diana Blok é um manifesto visual, como dizem os críticos, da identidade sexual do país. Ela, também, através de um filme, apresenta a diversidade que o tema carrega. Por tal, o objetivo de seu trabalho é possibilitar a promoção da consciência sobre a liberdade e o respeito às pessoas independente de suas orientações sexuais.

A exposição é uma produção da ONG Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em parceria com a Embaixada Holandesa e tem como curadora Cinara Barbosa.

A exposição exibe fotografias de Ellen Oleria, Rafucko, Nei Matogrosso, João Nery, o primeiro transexual operado no Brasil, e a foto do aluno da Universidade de Brasília, Marcelo Caetano, que foi o primeiro a fazer uso do nome social e carrega uma tatuagem que possibilitou o nome da exposição.

Entre os dias 15 e 30 de maio, a exposição será exibida no Museu da República, em Brasília.

Veja o teaser do projeto de Diana Blok.

 

Festival internacional de cinema gay exibe 51 filmes de longa e curta duração

Julho 2, 2013

da Agência Brasil

Começa no próximo dia 4 de julho, no Cine Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, a edição 2013 do Rio Festival Gay de Cinema. O evento se estenderá até o dia 14, com exibições no Cine Odeon Petrobras e no Instituto Cervantes, além do Cine Justiça.

3º Rio Festival Gay de Cinema mostrará ao público oito longas-metragens e 43 curtas do Brasil e do exterior. O festival é focado na exibição de filmes que abordam a temática e os gêneros homossexuais, disse à Agência Brasil o  diretor e curador do evento, Alexander Vinicius de Mello. “O público é bem diverso”, destacou. A estimativa é que 4,4 mil pessoas participem de todas as atividades do festival.

Mello acredita que esse tipo de mostra contribui para reduzir o preconceito e ampliar a compreensão  e a aceitação das pessoas em relação aos homossexuais.  “Acho que isso é visível não só na proposta do festival, mas também dos filmes que são exibidos. Eles trazem mensagens positivas de amizade, de tolerância. E, de alguma forma, o festival apoia essa ideia por meio da exibição desses filmes, de debates que ocorrerão durante o evento”.

O curador destacou que a participação do público será fundamental no processo, na medida em que ele poderá escolher os melhores filmes e aqueles que passarão essa mensagem de forma mais positiva.

A premiação dos curtas-metragens conta com apoio do Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura. O melhor filme de animação ganhará a finalização no formato digital. Os melhores longas receberão o troféu do festival. O júri técnico inclui, entre seus membros, o cineasta Pavel Cortés, diretor do Prêmio Maguey doFestival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México.

Mais de 70% das películas vão estrear no Rio Festival Gay de Cinema. No dia 5  de julho, está prevista no Cine Odeon Petrobras  a première (primeira exibição) do longa One Zero One, cujo diretor e produtor, o alemão Tim Lienhard, participará de todo o festival. Five Dances, do diretor Alan Brown, dos Estados Unidos; Graupel Poetry, de Bruce X. Saxway, de Hong Kong; Mapa para Conversar, de Constanza Fernández, do Chile; e A Volta da Pauliceia Desvairada, de Lufe Steffen, do Brasil, estão na série de  longas programados.

Os curtas que concorrem no festival representam o Brasil, os Estados Unidos, a Alemanha, Austrália, o Canadá, Israel, a Suíça, Suécia, Espanha, o Chile, Reino Unido e a Eslovênia.

Desde a sua primeira edição, em 2011, o Rio Festival Gay de Cinema  apresentou 18 longas-metragens, 78 curtas, 74 estreias e 119 filmes inscritos na competição. Foram mais de 100 horas de exibição, com 37 filmes brasileiros – nove do Rio de Janeiro e 28 de outros estados – e 32 de outros países. O evento atraiu, nas edições anteriores, um público total em torno de 7 mil  pessoas, de acordo com informação da curadoria.