Archive for the ‘Humor’ Category

COMEDIANTE BEMVINDO REVELA QUE O BAIXO ASTRAL ENVOLVENDO FERNANDO HENRIQIE COM O FILHO É COISA DE POMBA GIRA

Fevereiro 22, 2016

O brasileiro é um povo cuja subjetividade expressa continuamente humor criativo que continuamente contra a opressão impostas pelas forças reativas, niilista que não querem que a vida se movimente em seu devir liberdade.

Do humor de viver, a vontade de potência, como afirma o filósofo Nietzsche desdobrasse dois tipos de humores ligados ao que convencionou chamar de riso. Porém, “aí, porém”, enquanto um libera energias reprimidas dos corpos afetivos e biológicos criando uma condição saudável e que se encontra mais próximo do humor vontade de potência, o outro falseia essa liberação com um riso patológico por ser um corpo saído dos conflitos persecutórios dos chamados humoristas. É o caso do humor dos nazifascistas que pululam nas televisões e nas chamadas redes sociais.

A história do humor como espetáculo de alegria no Brasil tem grandes e talentosos humoristas como Oscarito, Ankito, Grande Otelo, Sém Trindade, Zezé Macedo, Dercy Gonsalves, entre outros. No momento atual, o humor espetáculo encontra-se enfraquecido. Não há qualquer humorista que se possa dizer: “Esse faz um humor revolucionário!”.

Assim, com a falta de grandes talentos humorísticos, a nossa saída é recorrer ao humor dos chamados antigos como Bemvindo Siqueira que recorreu à rede virtual para continua a expressa o seu talento. Hoje, como o antigo caso de Fernando Henrique, sua relação com a jornalista da TV Globo, Miriam Dutra, voltou como forte onda contra ele, um sujeito ressentido, invejo, odienta, soberbo, falastrão, Bemvindo Siqueira aproveitou e produziu um vídeo cheio de graças, como se diz na linguagem da comédia, cheio gags.

Vejam e ouçam Bemvindo Siqueira.

41° SALÃO INTERNACIONAL DE HUMOR DE PIRACICABA

Dezembro 22, 2014

chargeAté o dia primeiro de março público pode vivenciar mais de 200 charges, caricaturas e histórias me quadrinhos no 41° Salão Internacional de Humor de Piracicaba no Museu da Língua Portuguesa. Durante a exposição ocorrerá uma retrospectiva do artista belga O-Sekoer, cujo pseudônimo é Luc Descheemaeker, e a sessão de Micros Contos de Humor que contém 140 caracteres.

A exposição tem como corpo de atuação a indignação. A indignação foi o afeto que fez surgir o movimento de humor no Brasil no período da ditadura civil-militar que se manteve entre os anos de 1964 e 1985.

O afeto indignação é um corpo que tem como intenção atingir o publico e possibilitar envolvimentos que possam transformar o afeto triste que domina a sociedade contemporânea em afetos sociais alegres. Daí a exposição ter uma clara e afetante condição de apresentar a democracia como sociedade da alegria. Na verdade uma exposição como mostra o corpo politico que é o humor.

É lógico que se trata de humor no sentido do filósofo Nietzsche que é a vida ativa, e não no sentido, sem sentido, das projeções psicóticas que se apresentam nas televisões e outros alhures. Ou outros sítios, como dizem os nossos patrícios. As enunciações nazifascistas da extrema-direita televisiva, radiofônica, revista e jornal.

“O interessante da linguagem é que a reflexão sobre assuntos difíceis nos é permitido por meio de uma visão crítica e bem-humorada, tornando os temas não menos sérios, mas mais palatáveis.

O Salão de Humor de Piracicaba nasceu como ato de resistência em plena a ditadura militar e hoje é considerado o evento mais importante do gênero em todo o mundo”, observou Antônio Carlos Sartini, diretor do museu.

TEATRO MAQUÍNICO MOSTRA “O ALEGRE FIM DE LOGRAD’OURO A CIDADE DOS SONHADELOS”

Agosto 15, 2014

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A Associação Filosofia Itinerante (Afin) como corpus constitutivo da inteligência coletiva carrega como formas de produção poiética e práxis alguns vetores que tentam criar novas formas sensitivas e intelectivas de sentir, ver e pensar. Novas sensibilidades e cognições imprescindíveis para produção de outra subjetividade que escape da subjetividade dominante com seus agenciamentos de sujeitos coletivos laminados.

Entre os vetores kinemasófico, bibliosofia, ludos-sófico, esquizosom, e outros, a Afin também faz percursos-esquizos transformadores com o seu Teatro Maquínico quase sempre com composição textual do próprio grupo, mas sempre com apresentações nas ruas, praças, escolas, centros comunitário, hospitais, fábricas, igreas, onde for convidada. E já é praxe, durante período de eleições, o grupo encenar teatro com cunho relativo ao dito período. Apesar da encenação não se reduzir ao tema eleitoral.IMG_9138[1]IMG_9128[1]IMG_9130IMG_9140IMG_9142IMG_9145IMG_9163

Esse ano, o Teatro Maquínico encenou a o texto O Alegre Fim de Lograd’ouro A Cidade dos Sonhadelos. O tema trata de uma cidade em que o povo tem seus direitos assegurados. Saúde, escola, entretenimento, emprego, transporte coletivo, segurança, tudo que supre suas necessidades. O que significa que esse povo é feliz.

E a razão dessa felicidade é que todos só trabalham. Não brincam, porque já são felizes. Não sonham, porque são felizes. Por isso, é proibido sonhar. Quem sonha não é feliz e não é feliz porque não trabalha.IMG_9158IMG_9152IMG_9172IMG_9174IMG_9177IMG_9168

Todavia, tudo não passava de uma fantasmagoria produzida pelos governos e seus comparsas que dominados por uma força que eles não conheciam, acreditavam que o que faziam era na verdade um bom governo que o povo merecia, quando era o contrário. Eles apenas, inconscientemente, reproduziam ordens de invasores cruéis que no passado invadiram a terra, agora chamada de Lograd’ouro, expulsaram seus habitantes autóctones e passaram a mandar sob a força de uma ideologia-alienante.IMG_9104IMG_9105IMG_9106IMG_9161

É então, que estando uma menina de castigo no porão de sua casa, depois de levar uma surra de seu pai por se encontrar lendo um livro em sua escola, cujo tema era sobre a necessidade de sonhar para ser feliz, encontra um menino descendente dos habitantes autóctones que lhe conta toda a história de como surgiram os Sonhadelos. A partir daí, só assistindo a peça.

Essa a letra do poema Canto Político que os dois cantam.

CANTO POLÍTICO

Aquele que não sonha, não luta

E aquele que não luta, não é político

E aquele que não é político, é escravo

E aquele que escravo

Não serve para viver em comunidade

Porque na escravidão não há democracia

E na democracia não há escravidão

A democracia

É um regime ético, sociedade dos amigos

Constitutiva potência da razão.

A apresentação ocorreu na noite de ontem, dia 14, na Escola Municipal Francisco Guedes de Queiroz, no Bairro Tancredo Neves, na Zona Leste, o território mais populacional de Manaus, e o mais desassistido pelos governos e só lembrado em tempo de eleição, como no momento.

O TESTAMENTO DE JUDAS ANO 2014

Abril 19, 2014

Que tempo bom, amigos brasileiros! Que bom tempo de Páscoa! Tempo da passagem em meu amicíssimo Jesus Cristo. Transubstancial mudança sempre para melhor. Que alegria incontida de me encontrar novamente aqui no Brasil. Não podia ser diferente: eu amo vocês, brasileiros! E nesse tempo pascoal, tempo de Copa do Mundo, a maior expressão futebolística desse povo guerreiro que quer festa o ano inteiro. Tempo também de eleições. A festa democrática de um povo que soube suplantar uma ditadura desumana. Que tautologia a minha: toda ditadura é desumana.

É isso aí, amigos brasileiros! É isso aí, gente boa! É isso aí, gente fina! Aquela história mitificada e mistificada que inimigos de Cristo propagaram: que eu o traí por 30 moedas, não precisa mais tratar. Vocês já sabem o que verdadeiramente ocorreu. A história-real já explicou. Esse blog da Associação Filosofia Itinerante (Afin), também já explicou. Nossa luta era política. Cristo queria primeiramente a liberdade das almas individuais para depois realizar a liberdade coletiva. Eu pensava que deveria ser o contrário: a liberdade coletiva, primeiro. Errei. E feio, torcida brasileira!

Um povo não pode ser livre sem antes libertar sua alma individual. Cristo sabia disso. Esse o terrível medo dos imperadores romanos e judeus. O ladrão crucificado sabia dessa verdade. Barrabás, que era um militante político pró-Israel, também sabia. Barrabás, cujo sufixo aramaico Abbas, que significa pai, depois passou a ser o nome de uma banda sueca de rock romântico. Não é minha praia, mas fazer o quê? Por isso fizeram a propaganda para denegrir a Cristo e a mim. Todo tirano tem medo dos homens livres, por isso eles cultivam a escravidão. O medo do escravo é a grande segurança do tirano. Cristo era livre. Esse o medo dos tiranos. Para Cristo não havia dívida, não havia culpa para pagar, como quer Paulo. Nada de ressentimento, má consciência, remissão dos pecados, são invencionices dos que queriam Cristo como um tirano, como diz meu amigo filósofo Nietzsche.

Mas a verdadeira história já guardou em sua arqueologia o tempo verdadeiro da Boa Mensagem, e não a história mitificada e mistificada. Agora, se há ainda alguém que credita no tal do beijo da traição, para justificar sua ignorância, nada há o que fazer. Assim como não há o que fazer com alguém que acredita que 30 moedas poderiam comprar um Homem como Cristo.

A prova da trapaça histórica perpetrada pelos tiranos é a minha presença aqui junto de vocês. Se eu tivesse sido um traidor como eu estaria aqui no Brasil, com vocês, meus amigos, se esse é o país mais católico e cristão do mundo? Só se vocês fossem um povo otário. O que não é verdade. Se vocês fossem otários não teriam elegido o meu amigo Lula duas vezes e elegido Dilma, e não estriam prontos para reelegê-la. Quem é tão democrata assim, não é otário.  

Agora vou enunciar, com a permissão de todos vocês, o meu Testamento 2014. 

E agora preclaros brasileiros

Nesta festa pascoal

Vou abrir meu testamento

Com lembranças do bem e do mal

Porque amo esse povo

Desse país tropical.

Agora sem mais delongas

Vou enunciar meu testamento

Espero que cada agraciado

Mostre o seu contentamento

Pois se há coisa que não curto

É falta de reconhecimento.

 

Vou começar com minha amiga Dilma

Que governa com os sentidos e a razão

Por isso deixou-lhe inconteste presente

Sua comprovada reeleição

 

Ao meu companheiro Lula

Que faz tremer candidato afoito

Deixo-lhe a irrefutável realidade

Sua vitória em 2018.

 

Ao príncipe sem trono, Fernando Henrique

Campeão de rejeição

Deixo-lhe o Ulisses de James Joyce

Para lhe acompanhar na solidão.

 

Para o senador Aécio Neves

Candidato da ignara-burguesia

Deixo-lhe muito Sonrisal

Para tratar de sua azia.

 

Ao candidato Eduardo Campos

Socialista de fabulação

Deixo-lhe as orações de Marina

Para acalmar a frustração.

 

Para conspiradora TV Globo

Que todo dia perde audiência

Deixo a inteligência do povo

Para lhe levar a falência.

 

Para a trupe dos jornalistas reacionários

Que tramam contra o governo popular

Deixo-lhe o Troféu Cabo Anselmo

Para de sua missão se orgulhar.

 

Para a dublê de jornalista, Sheherazade

Apologista da tortura

Deixo a dignidade dos presos

Vítimas da ditadura.

 

Ao Paulo Henrique Amorim

Molière da ironia afiada

Deixo-lhe as virtudes de Serra

Uma fonte de piada.

 

Ao jornalista Mino Carta

Senhor de inteligência engajada

Deixo-lhe o elixir dos sábios

Para enfrentar a mídia depravada.

 

Aos companheiros da Carta Maior

A potência do jornalismo virtual

Deixo-lhes minha biblioteca

Inclusive a 1º edição do Capital.

 

Aos blogueiros-progressistas

Chamados pelos reaças de sujos

Deixo-lhes documentos inéditos

Que mostram quem são os ditos cujos.

 

Aos parlamentares calculistas

Que assinaram a CPI da Petrobrás

Deixo mais quatro anos pra Dilma

Pra eles curtirem seus ais.

 

Para burguesia-ignara

Cujo espírito é ambição e egoísmo

Deixo-lhe o fim de sua ilusão

A morte do neoliberalismo.

 

Aos médicos-burgueses

Defensores da medicina de mercado

Deixo-lhes o paciente do SUS

Feliz, confiante e curado.

 

Aos profissionais do Mais Médicos

Que os médicos-burgueses querem a destruição  

Deixo-lhes a fé inquebrantável

Praga de invejoso não pega em cristão.

 

Ao deputado Praciano

Que com o PT está frustrado

Deixo-lhe a essência do partido

Que ele não tem lembrado.

 

Ao prefeito Arthur Neto

Que se diz “orgulho do Amazonas”

Deixo o festival de buracos

Com Manaus enterrado em suas zonas.

 

Ainda para o prefeito do PSDB

Cuja administração é marketing puro

Deixo-lhe o quadro que lhe espera

Um fim de mandato obscuro.

 

E o transporte coletivo

Que por ele nada é feito

Reafirma mais uma vez

Que Manaus não tem prefeito.

 

Aos alienados professores de Manaus

Analfabetos políticos por opção

Deixo a inteligência dos estudantes

Para que mudem de profissão.

 

Para a imprensa do Amazonas

Submissa aos governadores

Deixo-lhe o calote desses

Para ver se criam pudores.

 

Aos ‘políticos’ do Amazonas

Que dos governantes são efeitos

Deixo o eleitor consciente

Para jamais sejam eleitos.

 

Para as igrejas pecadoras

Que exploram a fé do cristão

Deixo-lhes a falta de memória

Pra não lembrarem as palavras Deus e religião.

 

Ao ex-prefeito de Coari, Adail

Que se julga acima do bem e do mal

Deixo-lhe o julgamento preciso

Da Justiça Federal.

 

Em tempo de Copa do Mundo

Que para o brasileiro é paixão

Deixo-lhe o caneco de ouro

Embora não tenha seleção.

 

“Nem Cristo agradou a todos”

É o que se ouve falar

E eu como amigo Dele

Também não vou agradar

Por isso peço desculpas

A quem não pude presentear.

 

Porém prometo enviar breve

A lembrança a quem compete

Mas é preciso forçar o Senado

A provar o Marco Civil da Internet.

 

Agora acabo meu testamento

Impregnado de saudade

Mas crente que o brasileiro

Vai impor-se contra a maldade

Porque só ele pode produzir

A democracia com liberdade.

Beijos deste amigo iscarioticamente, Judas!

A música e o humor de Jararaca e Ratinho

Abril 7, 2013

 

 

 

 

Os 25 anos sem Henfil e sua constante presença

Janeiro 4, 2013

henfil mãe betinho brasil ditadura

Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente

Henfil charge tirinha Hq quadrinhos Grauna FradinhoHenfil charge tirinha Hq quadrinhos Grauna Fradinho ditadura repressão anistia

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MILLÔR FERNADES DEIXA DE PRODUZIR

Março 29, 2012

O desenhista, cartunista, chargista, dramaturgo, tradutor e jornalista, Millôr Fernandes, aos 88 anos, deixou de produzir. Millôr, cujo nome deveria ser Milton não fosse um erro do tabelião, sempre teve a produção como sua maior forma de afirmar sua existência. Com claro compromisso político socialista, sua produção carrega a expressividade do exame da sociedade através dos fluídos humorísticos.

Contribuiu com várias revistas, mas se projetou pelas folhas da revista O Cruzeiro, onde matinha uma coluna contestadora, Pif-Paf. Foi um grande interprete da sociedade brasileira no tempo da ditadura militar na revista Veja, na época de Mino Carta, antes desta se torna a voz da mídia nazi-fascista que hoje é.

Para o crítico de literatura, escritor Henrique Rodrigues, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC), autor da tese sobre a obra de Millôr,” Millôr Fernandes: A Vitória do Humor Diante do Estabelecido”, Millôr tinha um espírito vanguardista.

“Ele fazia poemas concretos, antes de existir o movimento concretista. Ele já escrevia de forma concisa e em frases curtas muito antes de existir o computador e ferramentas como Twitter. A própria irreverência do Pasquim, do qual foi um dos fundadores, foi antecipada pelo Pif-Paf, uma coluna de humor político e contestatório que ele mantinha na imprensa”, considerou sobre Millôr, Henrique Rodrigues.  

Entre traduções de personagens ilustres da literatura mundial como Molière, Shakespeare, Sófocles e Brecht, fundou o Pasquim, jornal humorístico de crítica ácida ao sistema brasileiro.

Seu corpo, depois de ser velado no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, será cremado  de acordo com seu desejo.

Em Adoniran Barbosa tudo acaba em pizza… até na morte

Fevereiro 1, 2012

Os a-veios do Led Zeppelin

Junho 10, 2011

Como sabemos que o Led Zeppelin é uma banda que estagnou e não percebeu o rock como engajamento agora eles viraram a-véios e estão até fazendo propaganda pepsicolada para aveia.

O Jogo da verdade – Karl Marx ‘nú e cru’

Maio 23, 2010

Jenny e Laura Marx

Jenny e Laura fizeram, um dia, ao pai, por brincadeira, uma série de perguntas, cujas respostas deveriam constituir uma espécie de “confissão”. Esse questionário e as respostas de Karl Marx, redigidas em inglês, referem-se aos anos de 1860-65.

A qualidade que mais aprecia:

Nas pessoas, a simplicidade; nos homens, a força; nas mulheres, a fraqueza.

O traço mais característico:

A unidade do objetivo.

A idéia da felicidade:

A luta.

A idéia da infelicidade:

A submissão.

O defeito que desculpa mais facilmente:

A confiança concedida sem refletir.

O defeito que lhe inspira mais aversão:

O servilismo.

A antipatia:

Martin Tupper.

A ocupação preferida:

Frequentar os sebos.

Os poetas preferidos:

Shakespeare, Ésquilo, Goethe.

O prosador preferido:

Diderot.

O héroi preferido:

Espartaco e Kepler.

A heroína preferida:

Gretchen.

A flor preferida:

O louro.

A cor preferida:

O vermelho.

O nome preferido:

Laura, Jenny.

O prato preferido:

Peixe.

A máxima preferida:

Nada do que é humano me é estranho.

O lema preferido:

Duvidar de tudo.