Archive for Outubro, 2013

USP inicia nesta quinta primeira Bienal Internacional de Teatro

Outubro 31, 2013

Da Agência Brasil

De hoje (31) a 15 de dezembro, a primeira Bienal Internacional de Teatro da Universidade de São Paulo (USP) vai mostrar como o tema Realidades Incendiárias – surgido a partir das recentes mobilizações mundiais – se traduz nos palcos. Na lista de peças vindas do exterior estão produções do Líbano, Argentina, Cisjordânia, Eslovênia e Tunísia. De acordo com a curadoria da mostra, os espetáculos se destacam pela ousadia em desafiar padrões estéticos vigentes.

“O tema escolhido [Realidades Incendiárias] tem o sentido tanto de entender o palco como uma realidade transformadora, quanto [de entender] como ela é retratada por esse palco. Foi aí que chegamos a esses países, onde os conflitos são, infelizmente, ainda presentes”, explica Celso Frateschi, diretor do Teatro da USP (Tusp). Ele reforça que o olhar para seleção dos espetáculos foi, sobretudo, artístico. “A curadoria não teve nenhuma preocupação em atender a algum tipo de demanda comercial existente.”

Para a diretora teatral Deise Abreu Pacheco, integrante da curadoria da mostra, uma das discussões propostas pela bienal será o próprio enquadramento das produções em uma categoria. “Não são espetáculos o que a gente vai mostrar. É difícil nomear. São, na verdade, experiências muito radicais que tratam de questões da vida dessas pessoas”, disse. Os curadores acreditam que, ao assistir a todas as apresentações, o público terá experiências diferenciadas. “Nenhuma é contemplativa, mas a forma como isso se dá é variada”, complementou Ferdinando Martins, vice-diretor do Tusp.

A mostra será aberta às 14h, no Tusp, com o 66 Minutes in Damascus, do diretor libanês Lucien Bourjeily, inédito no Brasil. Com sessões seguidas para apenas oito pessoas de cada vez, o espetáculo levará o público a uma imersão cênica que propõe a experiência próxima à realidade de um turismo de guerra. A produção foi composta a partir do relato de jornalistas estrangeiros e ativistas locais sobre os centros de detenção sírios. Os turistas, que são os próprios espectadores, são presos pelo serviço secreto do país.

Outra atração internacional é a peça argentina Mi Vida Después (foto à esquerda), da diretora Lola Arias. O espetáculo promove o encontro de seis atores nascidos na década de 1970 com a juventude de seus pais a partir de fotos, cartas, fitas, roupas e memórias. Da Cisjordânia, o diretor Gary M. English traz o espetáculo The Island, que reconta a história do apartheid. Serão apresentados ainda os espetáculos estrangeiros Damned Be Traitor of His Homeland! (Eslovênia/Croácia); e Macbeth – Leila and Ben: a Booldy History (Tunísia).

Quatro espetáculos nacionais completam a programação da bienal. No dia 5 de novembro, às 20h30, o grupo Desvio Coletivo discute, na peça Pulsão, a motivação da vida por meio de jogos relacionais e de cenas que operam no limite entre o teatro e a performance. “O roteiro surgiu quando estava em um hospital vivendo uma situação limite “, contou Marcos Bulhões, diretor-geral do espetáculo. Ele considera positivo que a mostra selecione apresentações que fujam do apelo comercial. “Acreditamos que o espaço pedagógico permite esse tipo de ruptura.”

O diretor do Tusp aposta que essa independência comercial, tendo em vista que todo o financiamento é da USP, será um diferencial da mostra em relação a outros festivais. “Como universidade, o que nos caberia fazer? Achamos que não seria correto que fôssemos para uma disputa de trazer o espetáculo mais importante do mundo. Nosso olhar foi tentar colocar questões que, pela característica dos festivais existentes, não se consegue colocar. Abrir essa questão estética”, justificou Frateschi.

A programação nacional terá também os espetáculos BadenBaden, do Coletivo Banal de Florianópolis (SC); Arqueologias do Presente: a Batalha da Maria Antônia, da diretora Cristiane Zuan Esteves (SP), e Outro Lado, dirigido por Assis Benevenuto, Ítalo Laureano, Marcos Coletta e Rejane Faria, de Minas Gerais. A mostra conta ainda com atividades gratuitas de conferências, workshops e minicursos que podem ser conferidas no endereço www.usp.br/bienaldeteatro.

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Mais antigo diretor de cinema em atividade ganha homenagem em São Paulo

Outubro 31, 2013

Manoel de Oliveira cinema

Da Agência Brasil

Aos 104 anos, o cineasta português Manoel de Oliveira continua dirigindo filmes. Desde seu primeiro filme, o documentário Douro, Faina Fluvial (1931), até o último, Conquistador Conquistado (2012), Manoel de Oliveira já dirigiu mais de 50 filmes, entre curtas, documentários e longas-metragens, e é o mais velho diretor de cinema ainda em atividade.

Para homenagear o trabalho e a vida do cineasta, o Instituto Tomie Ohtake apresenta, até o dia 10 de novembro, uma exposição em São Paulo. A grande estrela da exposição Manoel de Oliveira: Uma História no Cinema são trechos de filmes dirigidos pelo cineasta, embora também estejam presentes manuscritos, fotografias e textos. A exposição, que tem curadoria de Paula Fernandes, integra a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Na exposição, o visitante poderá fazer uma analogia entre a vida de Manoel de Oliveira e a própria história do cinema, observando como o diretor trouxe as descobertas da imagem em movimento, do som, da cor e das técnicas digitais de filmagem para suas obras. E poderá conhecer mais sobre a vida de Oliveira, que, além de cineasta, foi ator, trapezista, atleta e corredor de automóveis.

Mais informações sobre a exposição, que é gratuita, podem ser encontradas no site http://www.institutotomieohtake.org.br.

Com rock engajado, o underground Lou Reed faz um solo transcedental

Outubro 29, 2013

Lou Reed Friend of Tiny Little Dogs

Lou Reed leva o rock onde poucos conseguiram músicos colocar. Engajado em diversas causas sociais como a Anistia Internacional, o Farm Aid, Lou Reed usou suas músicas para discutir a realidade social em que vivia e para envolver as pessoas em temas variados como a AIDS, guerras, crime, sexualidade, drogas entre outros temas.

Reed participou da lendária banda The Velvet Underground onde junto com os amigos John Cale, Sterling Morrison, Maureen Tucker, e a modelo Nico, revolucionaram o estilo do rock mundial com muito experiencialismo e letras que de certa forma se mostram existenciais . Amigos de Andy Warhol, do cineasta lituano Jonas Mekas, e de vários bambas da cena cultural Reed e o Velvet criaram no cinema, nos palcos, nos clubes, nas ruas…

Reed foi o compositor de boa parte das músicas do Velvet e logo ganhou força para continuar sua carreira solo.

Outra grande inovação que foi influência para os roqueiros de várias bandas como Bowie, Iggy Pop, Roger Waters, foi a forma que Reed lidou com a textualidade. Suas letras não eram apenas ideias simples, mas se aproximavam de um “rock em prosa”.

Patty Smith e Lou Reed (1976)

Patty Smith com o amigo Lou Reed (1976)

O rock de Lou Reed é sempre uma produção e não se repete. Reed sempre cria o novo em sua experiência estética como músico, como compositor, como humano. Nunca se fechou em um estilo… rock, punk, glam, romântico, folk… Reed nunca precisou disto, ele é a multiplicidade musical por onde todos estes perpassam.

Assim ele é aquele que pegou parte da produção feita pelos “pioneiros”, fez a sua, deixou e continua deixando as notas na base da música como produção humana. Assim Lou Reed não é um músico de Nova York, mas um músico global em suas posições e sons.

A música de Reed é ainda parte do pulso do rock que continua vivo e produz a alegria de milhares de pessoas que ainda tem ouvidos perceptíveis e que não se deixam brutalizar. Nosso “coração rock’n’roll” continua na balada como “homem de boa sorte” que conheceu/envolveu-se na música de Reed e neste “ciclo sem fim” Reed é o guitarrista que nos leva adiante a novas sensações com seu solo transcedental.

Tom Wilson entrevista John Cale e Lou Reed

Tom Wilson entrevista John Cale e Lou Reed

David Bowie,  Iggy Pop e Lou Reed

Os englamourados David Bowie, Iggy Pop e Lou Reed

Photo graphein: Yvon

Outubro 28, 2013

Yvon, Paris, from a set of miniature snaps, C1920s

O cantar esquizo n@s pianotes de Cida Moreira

Outubro 27, 2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agenda Culturalis

Outubro 26, 2013
Paulinho Tapajós que agora faz andanças em outros tons

Paulinho Tapajós que agora faz andanças em outros tons

  • Uma das cantoras e atrizes mais importantes da produção artística brasileira, Bibi Ferreira, flui em sua produção artística e traz a Salvador sua cantoria “Histórias E Canções” acompanhada pela Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA),. O evento que já passou por Lisboa e Nova York acontece hoje e amanhã (26 e 27) no Teatro Castro Alves às 20 e 21 horas respectivamente. A cantoria traz alguns sucessos como “Minha querida Lady”, “Alô Dolly”, “Gota d’água” e “Piaf, a vida de uma estrela da canção”. Ingressos prapobrecerem a 300 reais.

 

  • Yama Yaman-du Costa abre a agenda culturalis de novembro nesta sexta (1), quando se apresenta Itaú Cultural em São Paulo às 20 horas. A apresentação se repete no próximo fim de semana (2 e 3) com tocatas a partir das 20 e 19 horas respectivamente. Junto com este virtuoso violonista estarão os músicos Guto Wirtti (baixolão) e Arthur Bonilla (violão de sete cordas). E como ele é um dos melhores violonistas do país e as melhores coisas da vida são de graça, ninguém para pra entrar. Só não esquece de chegar com antecedência

 

  • O Cineforum do Instituto Cervantes em Recife traz hoje (26) a partir das 16 horas, com entrada gratuita, mais um grande clássico do cinema espanhol: Tristana do diretor espanhol Luis Buñuel.  A bela Catherine Deneuve esbanja talento e beleza nesta história que também conta com a presença de Franco Nero.

 

  • O Cinema da Fundaj em Recife traz a partir desta segunda (28) e até a próxima sexta (1) a Mostra de Cinema Atual Espanhol que terá entrada gratuita e  trará o melhor da produção atual espanhola. Cimemas como Primos de Daniel Sánchez Arévalo; Enquanto dormes de Jaume Balagueró e Não tenha medo (No tengas miedo) de  Montxo Armendáriz estarão presente nas telas.

 

  • O cineasta do Camboja Rithy Panh recebe a partir desta quarta (30) sua primeira mostra de cinema no país. A mostra ocorre no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e vai até o dia 11 de novembro com a filmografia completa (inclusive o último L’Image Manquante, que recebeu o prêmio Un Certain Regard em Cannes 2013).

 

  • O Festival Panorama de Dança deste ano traz até 10 de novembro no Rio de Janeiro o melhor da dança com espetáculos, performances, exposições, seminário, laboratório e muito mais. Dentre as atrações que se apresentarão na na Cidade das Artes estão A Sagração da primavera, Le sacre du printemps, na montagem do francês Xavier Le Roy , Piquenique urbano com João Saldanha, sandwalk with me com Marcela Levi e Lucía Russo e Domínio público do espanhol Roger Bernat. Ingressos prapulartes em torno de 20 reais.

 

  • E Recife não fica atrás com seu 18º Festival Internacional de Dança do Recife que ocorre até quinta (31) com apresentações descentralizadas,Serão todo serão 27 espetáculos com grupos nacionais, internacionais e pernambucanos,como Hermilo Borba Filho, Luiz Mendonça, Barreto Júnior e Apolo.Ingressos a preços saltitantes a 10 reais.

  • O Coro Luther King se apresentará no foyer do Auditório Ibirapuera hoje (26) às 18 horas  com a participação do Coro Infantil Benção de Paz. Nessa apresentação, o repertório traz músicas infantis de Villa-Lobos, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Fabiano Lozano, Adriano Banchieri, Orlando di Lasso, Giacomo Rossini, Handel, Mozart, Tradicional Africano, Tradicional Japonês e Afro-American Spirituals. Entradas sonhadoras liberadas.

 

  • A cantora carioca Roberta Sá se apresentará na Fundição Progresso no Rio na próxima sexta (1) e logo depois deixará o palco sambado para o Casuarina. A dobradinha com certeza não deixará ninguém parado com samba, marchinhas e gafieira. Os ingressos para as duas apresentações saem a 30 manguinhos… mesmo sendo na Lapa. 

Photo graphein: Francis Pacheco

Outubro 24, 2013

Francis Pacheco

Fotobiografia traz detalhes da história do escritor Antonio Callado

Outubro 23, 2013

da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A trajetória do escritor Antonio Callado (1917-1997), um dos mais importantes autores da literatura brasileira na segunda metade do século 20, está documentada em uma fotobiografia lançada na tarde de hoje (23) na Academia Brasileira de Letras (ABL), no centro do Rio de Janeiro. Com mais de 450 páginas, o livro traz detalhes e fatos pouco conhecidos sobre a obra de Callado, em depoimentos, histórias, fotos e outros registros.

A obra foi organizada pela jornalista Ana Arruda Callado, viúva do escritor, que também teve intensa atuação jornalística a partir de 1937. Durante a 2ª Guerra Mundial, Antonio Callado trabalhou no serviço brasileiro da BBC e, após o conflito, na Radiodifusão Francesa. De volta ao Brasil, foi redator-chefe do Correio da Manhã e redator do Jornal do Brasil.

“Com a fotobiografia, sei que meu compromisso com a memória dele está honrado. Publicado o livro, eu me divorcio definitivamente de Antonio Callado. Que outros cuidem dele a partir de agora”, disse Ana Arruda. “Quando nos conhecemos, ele era viúvo, tinha três filhos e uma história. Aceitava seus silêncios. Callado não falava nada sobre seus projetos”.

Antonio Callado escreveu nove romances, entre eles Quarup (1967), Bar Don Juan (1971) e Reflexos do Baile (1976), todos tendo como tema a realidade política e social do Brasil nas décadas de 50 a 70.  Sua obra literária compreende ainda seis livros de reportagem (um deles póstumo), sete peças de teatro, um livro de contos e uma biografia, além de uma letra de samba. Em 1994, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Engajado na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, Callado escreveu no início dos anos 60, a partir de uma viagem a Pernambuco, uma reportagem sobre as Ligas Camponesas, movimento de trabalhadores rurais liderado por Francisco Julião. A matéria acabou resultando no livro Os Industriais da Seca e os Galileus de Pernambuco.

Na mesma época, escreveu também Tempo de Arraes, sobre o então governador daquele estado, Miguel Arraes, cassado pelo golpe militar de 1964. O próprio Callado teve seus direitos políticos suspensos por dez anos pela ditadura.

Mostra Cooperifa apresenta produção artística da periferia de São Paulo

Outubro 22, 2013

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A cultura e a arte está e vem de todos os cantos. A produção artística libertária sai e sempre está presente nas periferias. É por isto que até o próximo domingo (27) está rolando a sexta edição da Mostra Cultural da Cooperifa que oxigeniza as paradas periférica em espaços públicos, como praças, escolas e o Centro Educacional Unificado (CEU).

Diversas linguagens entremeiam as comunidades da zona sul paulistana trazendo dança, música, teatro e cinema. Na música as atrações envolvem gente como o paraibano “respeitem seus cabelos, brancos” Chico César, Edi Rock, e o rapper Mano Brown.

Organizada por um dos criadores do Sarau da Cooperifa (da própria instituição) e gestor cultural das periferias, o poeta Sérgio Vaz, no evento  “A ideia é trazer o artista para a periferia, apresentá-lo e apresentar a periferia para os artistas. A gente faz essa troca(…)”Após 12 anos de trabalho, percebemos mudanças radicais na comunidade e isso cria um ambiente de efervescência cultural. O Cinema na Laje, a gente faz às segundas, a cada 15 dias, sempre com um documentário e também convidando atores, diretores para um bate-papo sobre o filme. A pipoca é grátis”, explica Vaz.

Hoje às 14 horas o Balé Capão Cidadão, do Capão Redondo, se apresenta no CEU Casa Blanca. O sarau da Cooperifa, que sempre ocorre no Bar do Zé Batidão no Jardim Guarujá, no dia 23 deve reunir pelo menos o dobro do público de todas as quartas-feiras, segundo estimativa da organização nesta celebração de 12 anos de atividade: “São cerca de 500 a 800 pessoas nesse dia. Chamamos de Sarau Monstro. Vêm as pessoas da comunidade, mas também de vários coletivos da cidade e até do Brasil”. Os microfones estarão abertos para todo o público recitar versos próprios, de poetas conhecidos ou cantores famosos.

Na quinta (24) a partir das 19 horas vai rolar o som do engajado Fino do Rap e Tati Botelho enqunato na sexta (25) às 20 horas o coletivo negro traz o teatro em “Movimento Número 1: O Silêncio de Depois…”. No domingo além das atrações musicais rola o Grupo de capoeira Angola Irmãos Guerreiros.

A programação completa pode ser conferida na página oficial da mostra no Facebook MostraCulturalDaCooperifa.

Festival Internacional de Bonecos traz atrações de nove países para Brasília

Outubro 22, 2013

Da Agência Brasil

Continua hoje (22) o 12° Festival Internacional de Bonecos de Brasília, que tem objetivo cultural e educativo e conta com a participação de oito estados brasileiros e nove países. “O objetivo é dar acesso às pessoas que não têm condições de pagar, que não tem acesso à cultura, e ensinar sobre arte e cultura de outros países também nas escolas públicas do Distrito Federal”, disse a organizadora do evento e mentora do projeto Ana Zilda Fontes Barbosa.

O festival, que começou ontem (21) será realizado em três etapas. A primeira vai até o dia 30 de outubro com apresentações no Teatro Nacional, na Universidade de Brasília, em parques da cidade e em escolas de tempo integral de cinco regiões administrativas do Distrito Federal (DF): Estrutural, Samambaia, Guará, Planaltina e Ceilândia.

A segunda etapa do festival será realizada de 5 a 8 de novembro, com apresentações nos hospitais Materno Infantil de Brasília, Sarah Kubsticheck, da Criança de Brasília José de Alencar e no hospital de Apoio de Brasília. A terceira e última etapa será entre 18 e 29 de novembro, em escolas de mais quatro regiões administrativas do DF: Brazlândia, Paranoá, Varjão e Itapuã.

A coordenadora pedagógica da Creche Pioneira da Vila Planalto, Clévis Darley, levou hoje (22) ao Teatro Nacional, 42 alunos.”As crianças, quando lidam com o lúdico, a assimilação é muito maior, eles se encantam. É importante que eles participem desses eventos até para criar a cultura de vir ao teatro e proporcionar essa experiência a estas crianças, que não têm muitas oportunidades”, disse.

O evento, que é tradicionalmente o maior do mundo no gênero, em número de apresentações, traz aos palcos de Brasília, grupos do Ceará, Distrito Federal, de Pernambuco, da Paraíba, do Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e de São Paulo. Além dos grupos brasileiros, participam companhias de nove países: Espanha, Argentina, Chile, Peru, Colômbia, República Tcheca, Itália, México e Cuba.

Os organizadores do festival estimam público de mais de cem mil pessoas, das quais três mil só no Teatro Nacional. O evento é uma realização das secretarias de Estado da Cultura e da Educação do DF, em parceria com a Associação Ruarte de Cultura.